Paciente com acompanhante barulhenta e negligência da assistência social em hospital da Unimed

Respondida
Cachoeirinha - PE
15/10/2025 às 12:33
ID: 229407397
O plano da minha mãe é enfermaria, a minha mãe foi internada no hospital Unimed Caruaru onde foi colocada em um quarto junto de outra paciente idosa (que é inconsciente, então não fala e nem se move) o grande PROBLEMA era a acompanhante que era extremamente barulhenta. Batia portas com toda força, amassava e torcia garrafas pet, ligava a luz que ficava em cima da cama da minha mãe (ao invés de ligar apenas a luz do lado dela), falava super alto com enfermeiros e inclusive gritava chamando eles do corredor pra eles ouvirem no posto, ao invés de ir no posto chamar a enfermagem. Além de ligações em alto volume durante a madrugada, inclusive até sozinha ela falava, assistia vídeos no celular com o volume no máximo, arremessava objetos no lixeiro, dia e noite sem parar. Nesse meio tempo as 3 horas da madrugada eu pedi um pouco de silêncio e ela me respondeu que era deficiente auditiva (onde presumo que é uma grande mentira, pois se comunicava com todo mundo normalmente sem esforço algum, até se cochichar de longe ela escuta, digo isso pq presenciei ela se comunicando em voz baixa no corredor e escutando melhor que eu ainda). Tentei por várias vezes resolver junto a assistência social (eu falei com a assistente 9 vezes, minha irmã 3 vezes e meu pai 2 vezes), que sempre nos respondiam com a mesma história estamos procurando um leito disponível para transferir sua mãe. Eu (filha mais velha) precisei ir em casa (moro em outra cidade) e deixei minha irmã mais nova com minha mãe, que se encontrava acamada, devido queimaduras extensas em todo corpo. Enquanto eu estava fora, essa senhora, totalmente desequilibrada, confrontou de forma ríspida e agressiva a minha irmã durante a madrugada (gritou, apontou dedo e falou que não ia pisar em ovos, que se a gente quisesse silêncio fosse pra um quarto individual) apenas pq minha irmã pediu um pouco de silêncio, pois minha mãe acamada precisava descansar, minha mãe tomando morfina, só conseguia dormir após o efeito do remédio que aliviavam as dores, quando ela cochilava a mulher começava fazer baderna dentro do quarto. Meu pai teve que sair da nossa cidade de madrugada, para vim resolver e acalmar minha irmã que muito nervosa só sabia chorar (pois até aquele momento o hospital não tomava providência nenhuma) Tivemos diversos prejuízos psicológicos durante a estadia naquele quarto, principalmente pela omissão e falta de ética da ASSISTÊNCIA SOCIAL. Que após ouvir nossa reclamação, colhia o que falávamos e ia falar para a colega de quarto com tom de fofoca, causando mais mal estar ainda entre ambas as partes, o que é uma total falta de ética, já que a função dela, era mediar essa situação para ser resolvida e apaziguar a situação e não piorar como ela fez. Nossa salvação foi uma concierge (que foi um anjo em nossas vidas) que chegou e perguntou ao meu pai o que estava acontecendo e conseguiu nos trocar de quarto. Creio que a Unimed deveria estabelecer regras de convivência entre pacientes e acompanhantes quando se trata de quarto compartilhado. Creio que esse tipo de comportamento não seja algo normal e adequado ao ambiente hospitalar, que é um ambiente de descanso para o paciente se recuperar e não uma feira da sulanca barulhenta. Com todos que eu falava desesperada tentando resolver eu sempre ouvia que essa senhora não aceitava críticas, inclusive a assistência social me falou isso, além de técnicos e enfermeiros. Pelo tempo que estou aqui nesse hospital com minha mãe, já vi que ela é famosa aqui dentro por atitudes assim e a Unimed não toma nenhuma providência. Graças a meu bom Deus e a essa concierge que resolveu nossa situação, minha mãe agora tem paz para dormir e se recuperar. Espero de verdade que a Unimed reavalie suas políticas de convivência, não pela minha mãe, pois o nosso caso já foi sanado. Mas sim, pensando nos próximos pacientes que lá venham ser alojados, pois o que passamos eu não desejo a ninguém. Reitero nossa profunda indignação e tristeza por saber que a Unimed não escolhe bem quem contrata para o cargo de assistência social e principalmente por não impor limites aos acompanhantes e novamente para agradecer a concierge pois nosso problema só foi resolvido graças a ela.
Compartilhe
Resposta da empresa
15/10/2025 às 15:15
Prezados,
Agradecemos a interação da cliente, que é de extrema importância para que possamos identificar pontos de melhoria e aprimorar continuamente nossos processos de atendimento e acolhimento.
Buscamos contato com a parte reclamante pelos canais disponibilizados nesta plataforma, apresentando formalmente a Ouvidoria como o setor responsável pelo recebimento e tratativa das manifestações de nossos clientes. Nosso objetivo é compreender cada situação de forma individual, realizar o devido registro, apuração e tratativa, buscando soluções adequadas e retratações quando necessário.
Em relação à manifestação apresentada, informamos que o contato foi realizado e o atendimento devidamente conduzido pela Ouvidoria da Unimed Caruaru, com as devidas orientações e encaminhamentos necessários.
Reforçamos nosso compromisso em oferecer um atendimento humanizado e de qualidade, e que relatos como este contribuem para o nosso aperfeiçoamento contínuo.
Ressaltamos ainda que a Unimed Caruaru dispõe de canais oficiais de atendimento Central Fale Conosco e Ouvidoria disponíveis para acolher reclamações, sugestões, elogios ou denúncias.
Os contatos são: *******
e *******
.
Permanecemos à disposição sempre que necessário.
Atenciosamente,
Unimed Caruaru