Fui enganada pela Unimed Vitória (HDMU). Relato de parto nada humanizado.

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Vitória - ES

20/12/2017 às 10:41

ID: 31470065

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2 anos e 4 meses atrás, depois de 14 horas em trabalho de parto, nascia minha menininha, num parto normal muito humanizado no Apart Hospital. Foi lindo, foi perfeito sem eu nem esperar por tudo isso, sem planejamento de parto. Grávida novamente, dessa vez um menino, meu esposo e eu resolvemos planejar o parto. Uma coisa havia me desagradado no atendimento do apart, é que depois do parto me senti abandonada, como tive minha filha com a médica plantonista (ou seja não paguei disponibilidade) não ia médico nenhum me avaliar, me orientar, nem p dar alta foram no quarto me avaliar. Em compensação, a equipe responsável pelos cuidados com minha filha foram excelentes, todos os profissionais relacionados ao bebê, foram muito didáticos, carinhosos e competentes. Nessa segunda gestação, pesquisamos alguns outros lugares que atendiam pelo plano Unimed. Visitamos alguns, pedi referencias a amigos, ao obstetra q nos acompanhou no pré natal e resolvemos conhecer a maternidade da Unimed (HDMU). Fizemos as oficinas de parto e a gestante. Nas oficinas acontecem plestras de todos os temas q envolvem o parto além de uma palestra sobre amamentação. As dúvidas são esclarecidas com alguns profissionais q atendem no hospital (obstetra, anestesista, enfermeiros, pediatra, fisioterapeuta, assistente social, ...). Todos muito solícitos, simpáticos e esclarecedores. Teve até lanchinho de intervalo. Nessa oficina falaram da importância que eles dão ao modelo humanizado de parto, explicaram o passo a passo de tudo:
• O cuidado em respeitar o momento, o tempo e a vontade da paciente e do bebê.
• De acompanhar o trabalho de parto com uma assistência da equipe trazendo tranquilidade e segurança.
• A importância da presença de alguém (marido, mãe, tia, amiga, doula) que faça esse apoio a paciente, bem como a orientação dessa pessoa sobre como contribuir no trabalho de parto.
• Estabelecer e fortalecer o vínculo mãe-bebê, entregando o bb direto p mãe assim q ele nasça e colocar p amamentar assim q possível.
• Não dar banho no bb logo de imediato para q o vernix seja absorvido.
• Iluminação reduzida, adequada, confortável.
• Alimentação de qualidade tanto p mãe quanto pro acompanhante.
• Permitem a entrada de um acompanhante (pai outra pessoa) + doula + fotógrafo (que deve ser cadastrado com 30 dias de antecedência, mas caso não fosse possível, tudo seria resolvido na hora da forma mais rápida possível para q isso não impedisse o registro de nada.)
Enfim... tudo o q a gente vê na tv, pesquisa e ouve falar sobre um atendimento humanizado é o q eles propõem nessas oficinas.

E agora vamos ao que realmente aconteceu comigo:
Completei as 40 semanas da gestação e nada de trabalho de parto. Fiz uma última ultrassom (não foi com o médico q havia feito todas as outras pq ele estava em viagem) e depois de muita dificuldase p ver o bb, medir e tal, de uma forma nada delicada, num exame q leva no maximo 30min ele levou 1hora e disse q o bb estava com "circular de pescoço", ou seja o cordão umbilical enrolado no pescoço e q isso poderia inviabilizar o parto normal. De lá, fomos direto para o HDMU e me disseram q estava tudo bem com o bb, não precisava me preocupar e q isso não impediria o parto normal, q isso é comum. Fui orientada a aguardar, pois o protocolo do hospital é esperar até 41 semanas. Faltando 1 dia para completar as 41 semanas, voltamos à maternidade pq eu não estava me sentindo bem (inchaço, dor pélvica e dor no peito), além disso eu estava preocupada com o bebê. O plantonista examinou, disse q estava com dilatação mas q não ia nem medir o quanto até q eu fizesse um exame, e pediu p retornar no dia seguinte p fazer uma ultrassom, e internar p decidir qual seria o procedimento adequado. Voltamos então, fomos atendidos por 3 médicas (acredito q duas eram residentes pois a outra lhes explicava algumas coisas) as 3 falando sem parar, era impossível que nos ouvissem pois enquanto uma perguntava algo as outras conversavam sobre minhas respostas, ao mesmo tempo. Uma examinou, fez o toque e fez alguma manobra lá que doeu, disse q era p ajudar a dilatar mais. Disse q eu eatava com 5cm de dilatação. A outra (acho q a professora) veio e quis "ver" tbm, fez o toque novamente e fez a manobra q a outra havia feito, novamente pelo mesmo motivo, confirmou sobre os 5 cm e me disse pra ir pra casa até q o trabalho de parto começasse.
Como assim? Ir pra casa? Eu estava com 5 cm, sem sentir nada, 2° filho, 41 semanas, não fizeram a ultrassom q o outro médico havia sugerido, tenho 34 anos... e me mandaram p casa!? Ah e falaram p eu fazer umas caminhadas, como o tempo estava chuvoso, resolvi dançar um pouco usando um jogo do xbox. Ainda bem q eu moro pertinho da maternidade. Fiquei muito cismada. Afinal se eu estava com essa dilatação sem sentir nada e todo mundo diz q o 2° filho o parto é mais rápido, achei q ia acabar parindo em casa. Não consegui dormir, de medo, de ansiedade e de preocupação. Quando foi 01:20h da madrugada comecei a sentir leves cólicas, com intervalos curtos (7 minutos). Já fiquei preocupada. Esperei um pouco mais e chamei meu esposo p irmos pro hospital. Eu https://******* na hora do meu filho nascer.

Cheguei na maternidade por volta de 02:30h. O plantonista examinou, 6 cm de dilatação, pediu a internação, sem falar muito, sem nem olhar p minha cara direito, já comecei a sentir q meu "parto humanizado" tão planejado, não seria bem do jeito q imaginei. Enquanto esperava na recepção meu esposo cuidava da papelada da internação e nosso cinegrafista nos acompanhava a partir desse momento (apesar de terem impedido q ele filmasse todas as outras vezes q fui lá). A atendente nada simpática e nada solícita, demorou p fazer a internação e depois demorou p encontrar o cadastro do cinegrafista (que aliás já havia estado na maternidade fazendo outros registros naquela mesma semana). Com isso, fiquei aguardando na recepção, com dores cada vez mais forte, sem apoio nenhum, sem orientação de nada, sem posição e com intervalos de 3 minutos entre as contrações, em alguns momentos precisei usar o banheiro público da recepção mesmo p fazer xixi. Depois de muita espera finalmente liberaram p eu subir. Nos levaram p um quarto ao lado da sala de parto (q estava vazia), a tal sala humanizada tão falada nas oficinas e apresentada nas visitas. Ao lado? Pq não fui direto p sala de parto? Entrei no quarto, que era apartamento individual e nosso plano era p enfermaria, não entendi o pq disso e tbm não foi explicado. Uma enfermeira, mal humorada e com cara de sono, trouxe um avental, pediu p eu tomar banho colocar o avental aberto atrás e ficar no banho quente que ajudava a aliviar as dores, que a essa altura já estavam num nivel de eu não conseguir ficar de pé direito. Meu esposo foi buscar as coisas no carro e colocar o carro no estacionamento(q era outra burocracia). Enquanto isso fiquei no banheiro por uma meia hora eu acho, com dores insuportáveis q eu pensei: "Meu Deus, na outra gravidez eu não senti as dores nessa intensidade e se demorar p dilatar como na outra gravidez eu não vou suportar, se eu ficar mais 3 ou 4 horas com essa dor eu não aguento. Vou pedir analgesia." Já frustrada então e sem apoio e orientação nenhuma, eu comecei a pedir analgesia, o médico chegou no quarto examinou, disse q estava com 8cm de dilatação e q era p me levar p o centro cirúrgico. Como assim centro cirúrgico? 8cm e contrações com 30 segundos de intervalo... como iam fazer a analgesia? Era p encaminhar p a sala de parto (que alias era ao lado do quarto onde eu estava, que aliás estava vazia e q aliás eu já deveria estar lá desde q cheguei). Eu dizia :Não gente, eu não vou conseguir!" E o medico disse:" vai sim, vc vai ter seu filho!" E eu respondi: "Não, eu não vou conseguir é fazer analgesia"(por que meu bb já estava nascendo, não tinha tempo).

Me colocaram numa cadeira de rodas q mal me cabia e me levaram p outro andar (centro cirúrgico). No elevador eu tive mais duas contrações fortes, a ponto de eu não conseguir ficar sentada, pq sentia q precisava abrir as pernas, já era o momento de expulsão do bb. O corpo "pede" pra fazer força, é involuntário. Cheguei no CC e me disseram p "subir na maca senão meu filho ia nascer ali na cadeira". Sensibilidade zero! Eu mal conseguia respirar, ficar sentada... mas tirei força não sei de onde e subi na maca. Não me orientaram sobre q posição eu deveria ficar. Minha cabeça estava mais baixa q meu corpo, pq a maca já estava assim. Eu mesma dobrei as pernas, tentava pedir pra levantarem a minha cabeça, só falava :"me ajudem por favor, me ajudem gente!" E as enfermeiras faziam de conta q eu nem estava ali. Uma delas estava esticando meu braço, colocou um garrote e pedindo p eu fechar a mão. Fechar a mão??? Só se fosse p socar alguma coisa! O q ela achou q ia fazer? Puncionar minha veia? Pra que? Eu estava parindooo!
O médico me disse: "olha, seu bb tá nascendo, (genial ??), mais 3 forcinhas q vc fizer ele nasce."
Pensei: 3 forcinhas? Era só o q eu queria saber!
O médico estourou a bolsa. Fiz duas forças longas e ele nasceu! Alí naquela sala fria, com aquela luz super clara na cara da gente, com aquelas pessoas mal humoradas em volta, eu numa posição q eu nem sei qual era, numa maca estreita com as laterais baixas (aliás achoq nem tinha proteção lateral) q eu ficava o tempo todo com medo de cair de lá e sem o meu esposo.
Sim, até q ele colocou as vestimentas p conseguir entrar no CC, quando ele foi liberado p entrar, meu filho estava nos meus braços, trêmulos, sem força. Eu o segurava com o restinho das forças q me sobraram e tentando levantar minha cabeça p nivelar com o meu corpo eu só tinha vontade de chorar, de pedir desculpas ao meu filho por ter permitido q ele nascesse nessas circunstâncias, desculpas pelo papai não ter conseguido presenciar sua chegada... meu coração estava feliz de ter meu pequeno presentinho nos braços mas ao mesmo tempo triste pela situação, preocupada em saber se estava tudo bem com meu bb e com raiva de tudo o q prometeram, me sentia enganada. E por fim, me sentia culpada por permitir q esses sentimentos ruins atrapalhassem o meu momento com meu filho.

Meu marido entrou então, seguido pelo cinegrafista que tbm foi impedido de entrar e teve q ficar aguardando autorizarem e ele acabou perdendo tbm o momento do nascimento, foi prejudicado em seu trabalho. Meu esposo ficou sem reação ao me ver já com nosso filho nos braços, foi nítida a expressão de tristeza dele e de culpa (afinal ele tbm se sentiu culpado de não estar lá conosco), meio q sem entender ele se aproximou deixou isso de lado um pouco, levou as coisas com bom humor e pode curtir o filhão. O médico perguntou se ele queria cortar o cordão umbilical, ele respondeu q sim (pelo menos isso permitiram a ele participar afinal). Cortou. Colocaram meu bb colado no meu rosto, enrolado num pano, eu pude sentí-lo, mas não conseguia vê-lo, pedi p abaixá-lo um pouco pq queria vê-lo (tive q pedir umas 3 vezes), foi então q finalmente eu o vi, agradeci a Deus, disse algo como: "Nós conseguimos meu filho, mamãe te ama muito. Parabéns vc conseguiu! Deus te abençoe!"
Quase 1 hora e meia depois, foi q pude rever meu filho e aproveitar melhor o meu momento com ele.
Ficou a frustração enorme de um planejamento inútil, o sentimento de culpa de ter feito meu filho passar por essa experiência, a sensação de impotência diante de tudo o q acontecia, o medo e a insegurança de ter acontecido algo, comigo ou com meu filho nesses procedimentos e que se manifeste mais tarde, o sentimento de abandono( logo eu q havia corrido do Apart Hospital por esse mesmo sentimento no dia seguinte ao do parto)... mas acima de tudo, sigo agradecendo a Deus pq no fim, pude chegar em casa com meu filhinho nos braços e ao q tudo indica, ambos estamos com saúde!
Nosso primeiro encontro filho, foi difícil, foi desafiador, foi exaustivo pra nós dois mas foi só nosso! Vc é único, chegou rapidinho e o tempo todo um cavalheiro, cuidando de mamãe. Sua história que começou de forma tão independente, siga com a mesma coragem, gentileza e vigor com que teve início... é o que desejo!
Deus te abençoe meu foguetinho!

OBS: Solicitei contato com a ouvidoria enquanto ainda estava internada, veio a enfermeira "Fabi" pediu o relato por escrito, que foi feito e entregue a ela mesma (que disse tbm fazer parte da ouvidoria).
Tbm foi entregue na recepção uma folha de avaliações q eles pedem p responder. O parto foi dia 21/11 e até agora nem sequer um pedido de desculpas.
OBS 2: A queixa não é referente ao médico em questão mas é direcionada à maternidade que promete um serviço e oferece outro.

OUTROS PROBLEMAS QUE TIVEMOS:
Levaram meu bb pra outro andar, onde fica o berçário, pra fazer os cuidados. Meu esposo q acompanhou. Continuei no CC, senti quando o médico "girou/torceu" a placenta p se soltar, fez os cuidados e disse q eu levaria uns pontinhos. Mais dor, da anestesia, e depois mais dor pq a anestesia não "pegou" direito e senti dor em uns 2 pontos. Terminou, passaram p outra maca, fizeram uma medicação e disseram q era p coagulação e q causaria mais algumas contrações leves, tipo cólicas. Esperei mais uma hora até terminarem o prontuário e alguém vir me buscar. Me levaram pro quarto (apartamento) pude então ver meu filhinho com calma e tentar amamentá-lo (tbm não tive orientação sobre amamentação até o dia da minha alta). Graças a Deus ele conseguiu mamar. Eu estava exausta!
Começou a chegar umas pessoas de 2 em 2 minutos, comida, enfermeiras (aliás uma em especial foi extremamente educada e prestativa, mas como eu estava cansada não me lembro o nome dela), chegou uns profissionais q nem sei quem eram, pareciam médicos, mas perguntaram se eu tinha gostado da comida e falavam rápido. Todos faziam as mesmas perguntas que eu nem sabia responder ainda, tinha acabado de chegar no quarto. Veio uma enfermeira p me "ajudar" no banho, acho q por ser parto normal deixam vc se virar sozinha. Depois veio uma mulher da limpeza e disse q precisávamos desocupar o quarto pq viriam outros clientes. Dissemos q não sabíamos de nada. Uma enfermeira veio e pediu p acompanhá-la p outro quarto, que pegássemos nossas coisas, pegamos tudo rapidamente enquanto ela ficou de pé na porta, e disse q eu podia vir andando. Levantei e fomos, p outro andar, e eu, andando!
Chegamos no quarto, minúsculo e muito mal projetado. Pro acompanhante havia uma cadeira acolchoada q inclina levemente, mas nem dá p inclinar pq o espaço não permite. Já vi melhores no SUS.
Não aspiraram meu filho, ele teve enjoos e precisou ser levado depois p aspirar pq tinha ficado muita secreção ainda. Praticamente todos os bebês estavam acontecendo isso. Disseram q é uma nova norma em q o ministério da saúde determinou q não é mais p aspirar o bb. Com isso vi bebê sair roxa sem ar, carregado pelo pai pedindo socorro.

Alimentação: A comida é boa, mas eu precisei ficar internada um pouco além do padrão pq tinha q aguardar a alta do meu filho, aí mudaram completamente o atendimento comigo, a mesma equipe do nada ficou mal humorada, pedindo p comer logo pq tinha q levar as bandejas, a apresentação do prato caiu consideravelmente e a comida parecia o q tinha sobrado, sabe aquela que fica no fundo da panela?. Muito estranho!

Estacionamento: Não tem controle da quantidade de carros que entram e saem. O cartão de acesso ao estacionamento é liberado p quem está internado, vc pega na recepção, no entanto, enquanto vc aguarda a liberação do cartão vc precisa estacionar em qquer vaga lá fora e pagar o parquimetro. Ao pegar o cartão, vc segue para o estacionamento(ou seja tira da vaga com parquímetro) e quando chega na entrada do estacionamento é informado que não há vagas, especialmente pela manhã q é horário de visita médica e de trocas de plantão. Aí vc volta a procurar uma vaga pública, paga o parquímetro outra vez e aguarda. Não seria muito mais simples liberar a quantidade de cartões iguais a quantidade de vagas do estacionamento? Assim, quando acabasse os cartões, era pq não tinha vaga e vc já ficava sabendo logo. ????

Limpeza: excelente! Equipe muito educada e prestativa. Uma única queixa é que o cheiro dos produtos de limpeza são fortes demais p um lugar com bebês recém nascidos. Afinal, em casa os pediatras recomendam nem usar nada com cheiro, deve ter uma importância.

Enfermagem: Não apareciam a não ser p dar a medicação e medir a pressão, ainda assim não perguntavam como eu está sentindo alguma coisa. Depois do parto me aplicaram ocitocina intra muscular (foi o q disseram), quandoneu ainda estava no Centro cirurgico. A enfermeira me perguntou onde eu achava melhor no braço ou no glúteo. Como eu vou saber? Quem tem q saber isso é ela e me informar os prós e contras de cada área não?!
E p piorar, fui pro quarto 1 hora depois, e outra enfermeira veio aplicar a mesma medicação, perguntei o q era e disse q já haviam me aplicado se seria necessário aplicar novamente. Ela ficou sem graça e disse: " Não! É uma vez só! Foi bom vc ter avisado pq a outra enfermeira esqueceu de checar na prescrição". Depois disso eu passei a perguntar sempre qual era a medicação e conferir se no copinho dos remédios era meu nome mesmo.
As enfermeiras que deram banho no meu filho, Jesus, o q era aquilo? Elas chegam num desespero só, uma falação alta, querem as coisas do bebê rápido se vc não entrega na hora q pedem fazem de qquer jeito mesmo. Não têm um pingo de paciência e sensibilidade p esperar vc, q por acaso está debilitada ainda, fraca e cheia de pontos. Tacaram o menino embaixo do chuveiro, sem nenhum carinho, nenhum cuidado. Meu filho só foi tomar banho após 28 horas de nascido (recomendado é de 12 a 24 h). Já tava fedendo tadinho. Além disso não me perguntaram se eu queria dar o primeiro banho nem me orientaram como eu faria em casa. A sorte é q eu tenho outra meninha pequena e me lembrava de muita coisa.
Visitantes: cada paciente pode receber de 1 a 2 visitantes por vez, mas no meu quarto permitiram entrar 4 para cada. Ñ seria problema caso o quarto tivesse um tamanho decente. Eram até 12 pessoas em alguns momentos pq além das visitas entravam os funcionários. Às vezes precisava levar os bercinhos p fora do quarto, para os funcionários fazerem algum serviço.

Enfim, espero que meu relato tenha sido uma exceção, que eu tenha sido a única a passar por uma experiência ruim lá, apesar do plano caro que tentamos manter com dificuldade, na esperança de que quando precisar nos sirva.

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Resposta da empresa

20/12/2017 às 11:45

Apuração sendo realizada para breve retorno ao cliente.

Qualquer dúvida, sugestão ou crítica, entre em contato com nossa equipe nos canais de atendimento abaixo:

SAC: *******.*******.*******
E-mail: *******
Chat Online e Ouvidoria: https://*******

Réplica da empresa

20/12/2017 às 17:42

A Maternidade Unimed Vitória contatou o cliente.

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Consideração final do consumidor

22/12/2017 às 09:18

Inexistente!

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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