Frustração na negociação de dívida e restrição de veículo

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São José dos Pinhais - PR
25/08/2026 às 11:20
ID: 257322351
Minha experiência com essa instituição, especialmente na tentativa de negociar uma dívida, tem sido extremamente frustrante.
Em nenhum momento me recusei a pagar o que devo. Pelo contrário. Desde o início venho tentando encontrar uma solução que seja possível para mim e que, ao mesmo tempo, permita que a instituição receba o que lhe é devido.
Cheguei a propor a venda da minha moto justamente para levantar recursos e pagar imediatamente mais da metade da dívida. Também me dispus a utilizar o próprio veículo como parte do pagamento.
Mesmo assim, a instituição preferiu manter a restrição que impede a transferência do veículo, inviabilizando justamente a alternativa que poderia colocar uma quantia significativa nas mãos deles imediatamente.
É difícil compreender essa postura. Até negociação com banco, muitas vezes, consegue ser mais flexível do que estou encontrando nessa instituição.
Além disso, toda essa situação acaba afetando diretamente minha subsistência. A moto é um meio de locomoção e, diante dessa situação, preciso buscar outras formas de me deslocar, o que gera mais gastos justamente em um momento em que estou tentando reorganizar minha vida financeira e pagar uma dívida.
Ou seja: estou tentando levantar dinheiro para pagar a própria dívida, apresento alternativas, demonstro disposição para negociar e, ainda assim, encontro obstáculos.
E não estou falando de uma dívida que surgiu porque simplesmente decidi não pagar. Precisei trancar meu curso em um período muito difícil da minha vida. Depois enfrentei problemas financeiros e já estava morando em outro estado. Quando recebi a notificação para comparecer ao cartório, eu havia acabado de sofrer um acidente.
Durante o período em que estudei na instituição, também vivenciei situações que considerei inadequadas na relação com determinados coordenadores, que me fizeram sentir desrespeitada e constrangida.
Mesmo diante de tudo isso, nunca disse que não pagaria. Pelo contrário: estou procurando uma solução.
O que me causa indignação é perceber que, se autorizassem uma alternativa simples, eu poderia vender a moto e entregar mais da metade da dívida de uma só vez. Em vez disso, preferem manter uma situação que pode resultar em um pagamento muito mais lento e parcelado ao longo de anos.
Uma coisa é cobrar uma dívida. Isso é legítimo.
Outra coisa é dificultar uma solução que poderia beneficiar os dois lados.
Eu não quero deixar de pagar. Quero pagar de uma maneira que seja possível para mim, sem comprometer minha subsistência, e que também permita que a instituição receba.
Depois de tantas tentativas de negociação, sinceramente, eu esperava mais disposição para encontrar uma solução razoável.