Paciente com dor no peito se sente negligenciada e discriminada por médica em hospital particular

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Vila Velha - ES

16/07/2026 às 14:24

ID: 253819277

Hoje dia 13/07/2026 Fui a SAMP São Bernardo no bairro de Sta Monica em Vila Velha / ES.
Passei por algo que acredito não ser fato isolado em muitas circunstâncias para pacientes que fazem tratamento psiquiátrico.

Cheguei ao Hospital apresentando dores no lado esquerdo do peito, no braço que irradiava para pescoço e cabeça.

Ao entrar no Consultorio da médica, relatei o que estava sentindo (tenho testemunha), e a mesma começou uma entrevista se eu tinha alguma alergia a remédio, e se eu tomava algum remédio continuo. Quando relatei a ela que fazia uso de quetiapina e lamotrigina. A mesma parou ali a entrevista, não me perguntou se havia casos na família de cardiopatia, se eu tinha algum problema no coração, e tenho prolapso de válvula mitral. Ela encerrou ali praticamente. Parecia já ter me diagnosticado.

Disse que ia pedir um eletrocardiograma e me passou simeticona e dipirona. Eu questionei a ela e pedi um exame de Troponina, a mesma se negou dizendo que caso o eletrocardiograma desse alterado ela pediria, detalhe eu estaria pagando pelo exame que pedi, pois para um médico é sabido que apenas um eletrocardiograma não descarta a presença de um infarto. E me foi negado.

Ao voltar da medicação com o exame, a médica com muito desdém e pouca vontade de estar ali, me disse que estava tudo bem com o exame.
E que muitas pessoas vão com gases ao hospital achando que estão infartando. Que se caso eu continuasse a sentir dores eu voltasse ao hospital, eu questionei qual seria o tempo necessário sentindo dor eu deveria voltar, ela disse não saber

E pra piorar a situação, ela disse que para ela meu caso não era de emergência e sim um quadro que ela considerava clínico, mas que nem a um cardiologista ela me indicaria, e sim a um psiquiatra. Ou seja, em nenhum momento minhas questões fisiológicas foram levadas em consideração, um simples exame, que eu iria pagar, não era por nenhum convênio, me foi negado. Ali ela poderia sim dizer se eu estava com questões psicológicas ou fisiológicas .

Um exame que pode salvar uma vida negligenciado e negado por uma médica. Ela me diagnosticou no achismo, e no preconceito por ser uma paciente em tratamento psiquiátrico.

Eu me senti [Editado pelo Reclame Aqui] financeiramente pela SAMP São Bernardo, pois com esse dinheiro poderia ter ido a outro hospital, onde seria OUVIDA, e ter um diagnóstico adequado, com os exames que precisasse.

Me senti moralmente [Editado pelo Reclame Aqui], por ter sido notoriamente discriminada, subjugada, desrespeitada e humilhada. Por uma médica que falta profissionalismo, sensibilidade e senso crítico.

Sai do Hospital sem diagnóstico, a não ser o que foi dito acima, talvez gases, sem saber qd voltar, pq ela não sabe qto tempo de dor uma pessoa tem que aguentar com dor no lado esquerdo do peito, braço, que irradia para pescoço e cabeça deve procurar ajuda.

E sendo indicada a um psiquiatra. Sem nenhum exame fisiológico. Atentando mais uma vez, era um atendimento particular.

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Resposta da empresa

16/07/2026 às 14:40

Boa tarde, prezada!

Lamentamos por toda situação vivenciada em nossa Unidade.
Para que possamos registrar e encaminhar a sua reclamação para coordenação responsável, entraremos em contato por nosso WhatsApp para confirmamos alguns dados pessoais.

Atenciosamente,
Equipe SAC.

Réplica do consumidor

16/07/2026 às 14:47

Aguardando a resposta no WhatsApp que até agora só me pediu dados.

Réplica do consumidor

19/07/2026 às 10:54

Não me deram nenhum parecer, nada que justifique os atos ocorridos dentro da unidade e muito menos sobre o despreparo e discriminação por parte da médica.