ERRO ODONTOLOGICO. CONSUMIDOR LESIONADO NECESSITANDO DE CIRURGIA

Não resolvido
Lauro de Freitas - BA
19/05/2024 às 09:08
ID: 189075521
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesO consumidor efetuou a contratação dos serviços da requerida para realizar seu tratamento odontológico, em 03/09/*******, mediante o pagamento de R$ 1.*******,00 (hum mil e oitocentos reais), sendo pago integralmente conforme nota fiscal anexa.
A prestadora do serviço foi contratada para realizar a colocação de implante dentário e, para tanto, nesta mesma data, foi realizada uma intervenção cirúrgica, para colocação do pino que suportaria o implante. Após 03 meses da implantação do pino, em 19/12/*******, passou por avaliação e exame de RX pelo profissional dentista da ré, o qual, finalizou o procedimento contratado colocando a coroa na estrutura implantada no autor.
Pois bem, ultrapassado pouco mais de 04 meses, a prótese apresentou um afrouxamento do parafuso, fato corriqueiro que ocorre ou, por falta de torque (aperto) adequado, ou, em função da mastigação. Tal fato, levou o consumidor a comparecer a unidade da ré em 14/05/*******, para realizar o ajuste no parafuso que segurava a coroa, coisa simples e comum, que o consumidor já havia feito nesta própria clínica em uma prótese anterior, também implantada pelo prestador de serviço, como pode ser verificado através do vídeo no link https://******* .
Chegando na recepção, após informar o serviço que buscava, foi informado que o dentista que o atendia (Dr. Túlio), não prestava mais serviço a clínica e que os pacientes estavam sendo atendidos pelo dentista de nome JESIEL AQUINO SILVA JUNIOR. Este inscrito no CRO/BA sob o no 20.*******.
Por achar que seria um procedimento simples, que inclusive o consumidor já havia feito anteriormente com o Dr. Túlio, no primeiro implante, não viu problema em realizar com o jovem dentista. A atendente então o chamou e avisou sobre a demanda, quando este de pronto indagou Já tem mais de 6 meses? A manutenção custa R$ *******,00. Verificado que havia pouco mais de 4 meses, pediu que o autor aguardasse o atendimento.
Quando o consumidor foi chamado para atendimento, o novo dentista se utilizou de método diferente, enquanto o dentista anterior, só utilizou uma chave para o aperto, após a raspagem para localização do parafuso https://*******) , este se utilizou da própria broca para tentar desparafusar o parafuso, empregando uma força descomunal que quase deixou o consumidor inconsciente, depois de reclamar de dores terríveis que o fizeram lacrimejar, o dentista paralisou o atendimento e informou que iria anestesiar o local, pois, se não fizesse isso iria passar o dia todo ali, assim foi feito.
Após anestesiar o local, o dentista colocou um grampo no dente e o puxou selvagemente, passou novamente a broca entre os dentes laterais de onde extraiu a prótese e tentou colocar o implante no local. Segundo o mesmo relata no áudio anexo, este ficou girando, girando, girando e o parafuso se perdeu (áudio: https://******* ), passou para o seio maxilar. Inclusive, neste mesmo áudio resta incontroverso que o autor chegou ao atendimento com o implante e dente no local, o qual foi retirado pelo profissional da ré.
Após o ocorrido, foi realizado um RX panorâmico que confirmou o dano causado pela clínica ao consumidor, conforme imagens anteriores ao atendimento e posteriores anexas, o preposto profissional da ré, conseguiu, devido ao emprego de força excessiva desprender o implante que já estava calcificado e empurrar toda sua estrutura para dentro do seio maxilar do consumidor.
O dentista que atendeu o autor, diante do dano causado, prescreveu remédios (Tylex, Amoxicilina e Corticoide), e a clínica através de seu responsável, forneceu atestado médico, documentos anexos.
Diante do imbróglio, o autor buscou o responsável pela clínica, Sr. Daniel, que ao saber da ocorrência, diante da gravidade do fato, acreditou que a cirurgia para colocação da estrutura do implante havia ocorrido naquele momento (áudio: https://******* ). Máxime-se, NÃO HOUVE CIRURGIA ALGUMA o autor buscou a clínica ré apenas para realizar um ajuste no parafuso que havia afrouxado em função da mastigação do implante colocado em 03 de setembro de *******, há aproximados 9 meses, data esta, em que ocorreu a cirurgia para colocação do pino, estrutura do implante, conforme se depreende do prontuário copiado pela preposta da ré em 02 cartões anexos.
Visando buscar uma segunda opinião, no dia posterior ao ocorrido, o consumidor agendou uma consulta em uma clínica de renome e tradição no mercado, atuante a mais de 10 anos nesta comarca, a qual, confirmou todo o ocorrido e ratificou a necessidade de se fazer com urgência uma cirurgia, no entanto, devido a localização do corpo estranho, com um profissional especializado bucomaxilofacial, pois, o procedimento necessitaria ser realizado em hospital com sedação.
No dia 16/05/*******, o consumidor recebeu uma ligação da clínica ré o convocando para realizar o procedimento pela manhã (áudio: https://******* ), pois, este iria ser demorado para se iniciar apenas às 17:00h, o consumidor explicou que iria fazer uma avaliação com esse profissional, que não o conhecia e que após realizar uma tomografia seguiria para clinica com a imagem.
Pois bem, quando o consumidor compareceu a clínica o profissional Rafael não estava, então este deixou cópia da imagem no WhatsApp da clínica e aguardou a opinião deste profissional, a qual, conforme mensagem enviada, ratificou o que foi opinado pelos outros profissionais de confiança que avaliaram o consumidor, print msg de WhatsApp anexo.
Após este contato via WhatsApp, o consumidor foi largado a própria sorte pela clínica ré, ( estado atual do consumidor https://******* ), e segue por conta própria buscando meios para restabelecer seu estado de saúde neste momento de emergência, tentando com brevidade rebelar todos riscos iminentes e prejudiciais que podem ocorrer.
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Consideração final do consumidor
17/09/2025 às 07:12
Resolvi via justiça
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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