PÉSSIMOS FUNCIONÁRIOS - DESCASO E DESRESPEITO

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Santo André - SP

27/01/2024 às 11:06

ID: 181391175

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Sou morador do condomínio Nova Morada, localizado na cidade Mauá, no bairro Parque São Vicente.

Na última quarta-feira (24/01/*******), chegou um sofá para o meu apto. Fui até a portaria solicitar a liberação da entrada do veículo (modelo HR) a fim de facilitar a entrega do item. Quando o veículo cruzava o portão de entrada do condomínio, o funcionário João da empresa Vedraga, que tem a função de zelador do condomínio, proibiu a entrada do mesmo, alegando que estava nas regras do condomínio a proibição de entrada de veículos desse tipo para carga e descarga dentro do condomínio.

No momento do ocorrido não fiz nenhum questionamento.. O veículo então saiu do condomínio e os entregadores tiveram que carregar o sofá nos braços por volta de 200m a mais e numa descida consideravelmente íngreme desnecessariamente.

Algumas horas depois, entrei em contato com o subsíndico da minha torre, perguntando se havia mesmo nas regras do condomínio a proibição mencionada pelo funcionário da Vedraga, o João. O subsíndico afirmou que não havia essa proibição em nenhuma das regras do condomínio, logo que o caminhão é de pequeno porte e normalmente realizam entrega de objetos grandes como sofás, geladeiras e demais móveis que normalmente fazem parte de uma casa.

No dia seguinte (25/01/*******), estava passando pela portaria, quando ocasionalmente encontrei com o João, zelador e funcionário da Vedraga. Afirmei para ele que eu havia conversado com o subsíndico e ele havia me passado a informação de que não havia nas regras do condomínio a proibição mencionada por ele.. E que da próxima vez que fosse necessário a entrada de algum veículo do mesmo modelo do ocorrido com o sofá, com o mesmo tipo de finalidade para meu apto, ele não iria proibir novamente.

Ele se exaltou com a minha afirmação, disse que não recebia ordens do subsíndico (o subsíndico não estava dando ordem alguma a ele, eu simplesmente estava repassando a informação passada pelo subsíndico sobre a liberação dos veículos para entregas).. Nesse momento ele começou também a dizer calúnias a meu respeito e da minha namorada, afirmando que nós maltratavamos os funcionários dele (acredito que ele não seja chefe de ninguém).

Desafio o João a encontrar um funcionário que confirme as afirmações dele. Além das calúnias, teve o desrespeito de colocar o dedo no meu rosto e falar que eu era um MENINO.. Novamente, MENINO (tenho um vídeo do momento).

Imagino que ele quis dizer que eu não era homem o suficiente para falar com ele numa situação como aquela e que se saíssemos às vias de fato (agressão) eu seria o mais fraco. E eu com toda a calma do mundo enquanto ele fazia a afirmação mencionada, e falando baixo, perguntei a um dos colaboradores que trabalham na portaria se eu já o havia destratado. Ele afirma e reafirma que não era verdade o que o João estava dizendo.

Bom, eu tenho 31 anos, estou num relacionamento estável a três anos, e trabalho numa empresa no ramo de micro mobilidade. Acredito sim que sou um HOMEM, mas não no sentido de masculinidade, e sim no de cidadão, trabalhador. Pago meus impostos, tento ser educado e gentil com quem está próximo a mim e ser íntegro em todas as situações da vida.

Quando o João afirmou que eu era um MENINO eu não percebi o quanto ele estava sendo desrespeitoso comigo.. E segui em direção ao meu apto, mas no meio do caminho, refletindo sobre o ocorrido percebi o nível da falta de respeito que eu havia sofrido. Decidi então retornar até a portaria e perguntar ao João qual era o motivo dele ter afirmado aquilo ao meu respeito.

E novamente, com toda a calma do mundo, e com a voz e tom sereno pedi para fazer uma pergunta a ele.. Ele afirmou que eu simplesmente não poderia me dirigir a palavra a ele, mas ainda sim insisti e perguntei:

"Por que você me chamou de MENINO?"

Ele simplesmente se negou a responder. Refiz a pergunta e ele desviou de mim. Logo após desviar, ele simplesmente afirmou que eu iria receber uma notificação (uma espécie de punição a moradores por algum ocorrido) por falta de respeito da minha parte com ele.

A reflexão que fica aqui. Se fosse no meu lugar um idoso de 90 anos, o que ele falaria?

"Você é um VELHO! Não discuta comigo."

No meu lugar também poderia ser uma criança ou uma pessoa do grupo LGBTQI+, como elas seriam tratadas pelo João? Ele iria conversar com ela com o respeito que elas merecem?

Um outro morador que viu a situação, veio até mim e perguntou qual era o motivo do que acabara de ocorrer. Expliquei, e ele simplesmente me afirmou que presenciou o João gritando com crianças (moradores) no condomínio.


Fato que entrei em contato com o André (superior do João na Vedraga), e o sujeito não deu a mínima para o que tentei relatar a ele. E simplesmente disse que eu deveria procurar o síndico.


Bom, fica nítido a falta de profissionalismo e treinamento do João na sua atitude ao lidar com moradores do condomínio e a de seu supervisor a não dar a mínima para o ocorrido envolvendo um colaborador do qual ele é responsável.

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Resposta da empresa

29/01/2024 às 08:44

Bom Dia, Sr. Paulo!

Lamentamos por sua experiência, porém nossa equipe segue ordens estabelecidas pelo síndico, seguindo o Regulamento Interno.

Segundo apurado juntamente ao síndico, foi constatado que o Senhor estava infringindo o Regulamento Interno. Por este motivo, pedimos que alinhe diretamente com ele, pois é uma questão a ser tratada entre condômino e síndico.

Sem mais para o momento.

Att.

Consideração final do consumidor

29/01/2024 às 08:48

Péssimo, pior impossível.

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Voltaria a fazer negócio

Não

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