Bicicleta elétrica QUEIMA 3 CELULARES e pós-venda recusa ressarcimento total

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Rio de Janeiro - RJ

14/08/2026 às 09:45

ID: 256383245

Adquiri uma bicicleta elétrica da Motor Chefe fazem poucos dias e tive um problema extremamente grave relacionado ao carregamento do veículo: um problema que veio de fabrica de voltagem no carregador acabou causando a queima de três celulares que foram conectados ao equipamento.

O prejuízo não foi apenas financeiro. Fiquei sem celular para trabalhar e, inclusive, os aparelhos que eu tinha como reserva também foram danificados. Ou seja, uma situação que já seria grave por si só acabou tendo impacto direto na minha rotina profissional.

O que mais me decepcionou, porém, foi a forma como a Motor Chefe conduziu o pós-venda.

Em vez de uma solução rápida diante de um problema dessa gravidade, precisei enfrentar um processo extremamente demorado e burocrático. A cada etapa, era necessário aguardar a empresa verificar a situação com outro departamento, enquanto eu continuava sem os aparelhos e arcando com todas as consequências do problema.

Depois de toda essa demora, a empresa solicitou três cotações para os aparelhos, que foram apresentadas conforme solicitado.

Quando finalmente avançamos para uma possível solução, a empresa condicionou o pagamento ao envio de um recibo/termo de quitação elaborado pelo próprio jurídico da empresa.

Foi nesse momento que surgiu outro problema: o termo apresentado pela Motor Chefe contempla apenas um dos celulares danificados e não reconhece a responsabilidade pelos outros dois aparelhos.

Ao questionar essa questão e solicitar que o documento refletisse adequadamente o que estava sendo discutido ou seja, que considerasse os três aparelhos afetados , não houve abertura para negociação.

A justificativa apresentada foi de que o documento havia sido elaborado pelo jurídico da empresa e, portanto, não poderia ser alterado.

Na prática, querem que eu assine um termo redigido exclusivamente pela própria empresa, nos moldes definidos por ela, como condição para receber o ressarcimento de apenas parte do prejuízo, sem que exista espaço para discutir de forma equilibrada o conteúdo da quitação.


Isso é especialmente frustrante porque fui eu quem sofreu os prejuízos, fiquei sem celular para trabalhar, apresentei as três cotações solicitadas pela própria empresa e, mesmo assim, precisei lidar com novos questionamentos e exigências para conseguir uma solução.

Não considero isso uma postura adequada de pós-venda.

O consumidor compra um produto esperando que ele seja seguro e funcione corretamente. Quando ocorre um problema que causa danos a outros equipamentos, o mínimo esperado é que a empresa conduza a situação com transparência, agilidade e responsabilidade.

No meu caso, além do prejuízo material, houve transtorno, perda de tempo e impacto direto no meu trabalho. E, em vez de tornar a situação mais simples para o consumidor, o processo acabou se tornando cada vez mais burocrático.

Minha intenção aqui não é simplesmente reclamar de um atendimento demorado. Estou registrando publicamente uma experiência de pós-venda que considero extremamente frustrante e que poderia ter sido resolvida de maneira muito mais simples.

Espero que a Motor Chefe reveja sua postura, reconheça todos os prejuízos causados e apresente uma solução justa, sem transformar o ressarcimento em uma longa negociação e sem impor ao consumidor um termo de quitação elaborado unilateralmente pela própria empresa como condição para receber apenas parte do que está sendo discutido.

ALERTA: ANTES DE COMPRAR UMA BICICLETA DA MOTOR CHEFE, PESQUISE COMO A EMPRESA TRATA O CLIENTE QUANDO O PRODUTO CAUSA UM PREJUÍZO. NO MEU CASO, 3 CELULARES FORAM QUEIMADOS E O RESSARCIMENTO VIROU UMA LONGA DISPUTA COM O PÓS-VENDA.

Aguardo uma solução definitiva para o caso, com o ressarcimento adequado dos prejuízos causados pelos três aparelhos danificados.

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