Interrupção de tratamento multidisciplinar para criança com TEA devido a problemas financeiros entre operadora e clínica.

Não respondida
Porto Alegre - RS
06/07/2026 às 09:14
ID: 253160517
Meu filho, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), realiza tratamento multidisciplinar na clínica Espaço Clínico Especial desde outubro de 2023, com excelente evolução e vínculo consolidado com toda a equipe terapêutica.
Recentemente, fomos informados pela clínica de que ela deixará de atender os beneficiários da Verte Saúde devido à ausência de pagamento por parte da operadora, o que culminou no encerramento da parceria entre as partes.
Nós, beneficiários, estamos sendo diretamente prejudicados por uma situação que não foi causada pelas famílias. Meu filho corre o risco de ter um tratamento essencial interrompido por um problema administrativo e financeiro entre a operadora e a clínica.
Até o momento, a Verte Saúde não apresentou uma solução concreta para garantir a continuidade das terapias. A interrupção do tratamento de uma criança com TEA pode causar regressão no desenvolvimento cognitivo, social e comportamental, comprometendo toda a evolução conquistada ao longo dos últimos anos.
Solicito que a Verte Saúde apresente, com urgência:
* Uma clínica credenciada em Porto Alegre, com vagas imediatas e equipe capacitada para assumir integralmente o tratamento do meu filho, respeitando a carga horária e as especialidades prescritas; **ou**
* Caso não possua prestador equivalente disponível, autorize e custeie integralmente a continuidade do tratamento na própria clínica Espaço Clínico Especial ou em outro prestador particular de minha escolha.
Já possuo laudo médico atualizado que comprova a necessidade da continuidade das terapias.
Espero uma resposta imediata e uma solução efetiva. Caso contrário, registrarei reclamação junto à ANS, Procon e adotarei as medidas judiciais cabíveis para garantir o direito do meu filho à continuidade do tratamento.
É inadmissível que uma criança com TEA tenha seu tratamento interrompido por falta de pagamento da operadora à clínica. Quem não pode arcar com as consequências desse conflito é o paciente.