Problemas com Revisão, Banco Traseiro, Pintura e Freio de Mão em um Chevrolet Onix

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Vila Velha - ES

22/04/2026 às 16:11

ID: 246683011

Em 2024, eu possuía um Jeep Renegade, que utilizava basicamente para fazer compras e passeios após o trabalho. Para atividades do dia a dia e trabalho, utilizava minha motocicleta.Ao planejar engravidar, decidi trocar de carro devido ao consumo de combustível. Iniciei pesquisas e cheguei à conclusão de que compraria um Kwid, da Renault, pois, segundo usuários, trata-se de um veículo bastante econômico. Como meu marido já possuía outro carro mais espaçoso, utilizado por ele para o trabalho, um veículo compacto não seria um problema. No entanto, ele optou por não adquirir o Kwid, por entender que, mesmo sendo novo, poderia apresentar muitos problemas.Diante disso, passamos a buscar outros modelos que fossem mais confiáveis que o Kwid e mais econômicos que o Jeep, para que eu pudesse utilizá-lo no dia a dia durante a gestação.Já em 2025, sem pressa para a compra, chegamos aos modelos HB20 e Onix como opções de interesse. Após análise, concluí que o HB20 seria mais vantajoso, pois ambos apresentavam características e consumo semelhantes, porém as revisões do HB20 tinham custo médio inferior. Meu marido, por sua vez, preferia o Onix pelo aspecto visual. Para equilibrar a decisão, a concessionária ofereceu benefícios, como as duas primeiras revisões gratuitas, devidamente registradas no contrato de compra. Assim, diante das condições apresentadas pela Vessa Veículos de Vila Velha, adquiri o carro em março de 2025.Como eu ainda não havia engravidado, continuei utilizando a motocicleta como principal meio de transporte, deixando o carro para usos pontuais, como saídas após o trabalho ou compras. Ocorre que, com menos de 3.000 km rodados, percebi que a embreagem estava mais pesada e emitindo um ruído. Levei o veículo à concessionária, e a peça foi substituída dentro da garantia.Optei pela compra de um carro zero quilômetro justamente por acreditar que não enfrentaria problemas durante a gestação, período em que dependeria exclusivamente do carro para locomoção, evitando os riscos do uso da motocicleta.Engravidei em janeiro de 2026 e passei a utilizar o carro para todas as atividades, conforme planejado. Além disso, assumi o compromisso de buscar minha sobrinha na escola, tornando o veículo ainda mais essencial. Durante minhas férias, em janeiro, recebi familiares de outro estado e passei a utilizar o carro com maior frequência, muitas vezes com quatro ou cinco ocupantes.Foi nesse período que percebi um barulho estranho no banco traseiro, como se houvesse uma chapa metálica amassando e retornando à posição original sempre que alguém se sentava no assento central. Além disso, ao pegar o carro que estava estacionado na rua, sob sol forte, notei que o capô apresentava diversas marcas semelhantes a polimento mal feito embora eu nunca tenha realizado esse procedimento no veículo. Ressalto que o carro foi entregue em ambiente fechado, sempre foi guardado em garagem coberta e, até então, utilizado majoritariamente em horários de menor incidência de luz, o que dificultou a identificação prévia do problema.Como esses defeitos não impediam o uso do carro, planejei levá-lo à concessionária posteriormente, possivelmente na revisão, quando poderia ficar sem o veículo, pois meus familiares já teriam ido embora.Contudo, descobri a gravidez antes de retornar ao trabalho, em fevereiro, e passei a depender exclusivamente do carro, o que me impediu de levá-lo antes à concessionária. Assim, aguardei a primeira revisão.No dia 16/03/2026, ao ser contatada pela Vessa para agendamento da revisão, relatei todos os problemas identificados e agendei o serviço para a semana do dia 06/04/2026, período em que estaria fora do estado. Informei que meu marido levaria o veículo, o que foi aceito pela atendente, que também garantiu o registro de todas as reclamações.Na data agendada, meu marido levou o carro à concessionária. No entanto, o veículo foi devolvido sem solução para o problema do banco traseiro que claramente não é normal em um carro novo e sem qualquer avaliação da pintura do capô. Além disso, foi cobrado o valor da revisão, que havia sido prometida como gratuita.Ao entrar em contato com a concessionária, fui informada de que o ar-condicionado não apresentava problemas, o banco havia sido apenas regulado e lubrificado, e que, para avaliação da pintura, seria necessário agendar atendimento com a funilaria. No momento, eu estava em Brasília a trabalho, com comunicação limitada, e meu marido, sem orientações claras, acabou pagando a revisão e retirando o veículo.Como resultado, a pintura não foi avaliada apesar de ter sido previamente relatada sob a alegação de que caberia ao cliente realizar o agendamento com a funilaria. O banco, que já apresentava defeito, continuou com o problema após a suposta intervenção. E a revisão, vendida como gratuita, foi cobrada integralmente.Além disso, surgiram novos problemas, como a recorrente mensagem de erro 84 após a revisão (que só desapareceu após atualização do sistema feita por mim em casa quando apareceu a mensagem de atualização) e uma falha no freio de mão, que permitiu que o carro se deslocasse em uma subida, mesmo estando acionado, por sorte eu estava a bordo do veículo e usei o freio de pedal, evitando um acidente.Dessa forma, para solucionar questões que já foram previamente comunicadas, sou novamente obrigada a retornar à concessionária, agendar novos atendimentos e ficar sem o veículo, dependendo de alternativas como transporte por aplicativo, ônibus ou até mesmo motocicleta exatamente o que busquei evitar ao adquirir um carro zero quilômetro antes da gestação.

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