Constrangimento e tratamento inadequado por parte do motorista da Viação Penha

Não respondida
Londrina - PR
15/08/2026 às 18:54
ID: 256562561
Reclamação Constrangimento e tratamento inadequado por parte do motorista
No dia 14/08/2026, embarquei em Cascavel com destino a Londrina, no ônibus da Viação Penha, linha Londrina x Foz do Iguaçu Cama, com saída às 23h55. Comprei especificamente uma poltrona do serviço Cama (poltrona 52) porque estava cansado e precisava dormir.
Na primeira parada após Cascavel, o motorista me acordou informando que eu ou o passageiro ao meu lado estávamos sentados em poltronas erradas. O passageiro ao meu lado apresentou imediatamente o bilhete. Eu estava bastante sonolento e tive dificuldade para localizar o meu, além de estar com dificuldade para enxergar naquele momento.
Mesmo sem ter confirmado a informação, o motorista afirmou de forma grosseira que a minha poltrona não era aquela e que eu deveria estar na parte de cima. Disse que eu deveria ir logo porque precisava liberar o ônibus. Ou seja, fui acusado de estar ocupando uma poltrona que não havia comprado antes que o motorista verificasse adequadamente os dados da minha passagem.
Depois de procurar, encontrei o bilhete e ficou comprovado que eu estava, de fato, na poltrona correta. O próprio motorista constatou o erro, mas o constrangimento já havia ocorrido, inclusive diante de outros passageiros.
O que mais me incomoda é que essa situação poderia ter sido facilmente evitada. Quando o passageiro embarca, a empresa fica com uma via do bilhete. Bastaria conferir essa informação antes de acordar um passageiro e acusá-lo de estar ocupando uma poltrona indevida.
Além do constrangimento, o episódio prejudicou diretamente a viagem. Eu havia pago por uma poltrona-cama justamente para conseguir descansar durante o trajeto. Depois de ser acordado daquela maneira, com uma acusação que posteriormente se mostrou equivocada, não consegui mais dormir durante a viagem.
Espero que a Viação Penha reveja a orientação e o treinamento de seus motoristas, especialmente quanto à abordagem dos passageiros e à necessidade de confirmar uma informação antes de fazer uma acusação ou exigir que o passageiro deixe seu lugar.
Uma falha de conferência da própria empresa não deveria ser transferida ao passageiro, muito menos acompanhada de uma abordagem grosseira e constrangedora.
Depois dessa experiência, perdi completamente a confiança no serviço da empresa e não pretendo utilizá-lo novamente.