PROBLEMA ACÚSTICO GRAVE - RES. NEW YORK

Não resolvido
Brasília - DF
04/11/2016 às 10:27
ID: 21933179
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesEm 29 de setembro de *******, adquiri a unidade ******* do empreendimento New York by Victoria, em Águas Claras.
À época, o empreendimento ainda estava em construção.
No dia 30 de julho de *******, mudei definitivamente para o imóvel, ocasião em que comecei a perceber problemas acústicos graves na nossa unidade.
Tudo começou quando percebemos que a porta de entrada da residência não vedava som algum. Do quarto de casal, é possível ouvir o elevador se abrindo. Imagina o que não ouvimos quando existem pessoas conversando no corredor ou quando os apartamentos estão em obras. E, pior, a minha vida privada também é ouvida por quem estiver vagando no corredor.
Ocorre que percebemos outro problema acústico muito mais grave. A nossa parede do quarto de casal é encostada com a parede do quarto de casal do apartamento *******. Quando os corretores vem apresentar o apartamento *******, conseguimos ouvir toda a conversa no nosso quarto do casal. Aqui, ressalto, não ouvimos apenas ruídos distantes, mas a exatidão do que as outras pessoas estão conversando do outro lado da parede.
Toda esta situação foi notificada à construtora, via email, no dia 03 de outubro de *******.
Na oportunidade, requeri que a construtora arcasse com a vedação necessária para a mínima convivência dentro do meu apartamento.
No dia 04 de outubro de *******, recebia a seguinte resposta da construtora: Prezada Cliente, Sua solicitação foi encaminhada ao departamento responsável. O departamento de manutenção entrará em contato. Att.,
No dia 11 de outubro, recebi a visita do encarregado da Victoria e do engenheiro responsável.
O engenheiro adentrou meu quarto de casal, bateu na parede e disse simplesmente esta parede é de alvenaria, por isso não passa nenhum som. Ocorre que eu moro no local e sei a situação constrangedora que eu passo todos os dias, o que foi explicado a ele. Ainda assim, não foi feito nenhum teste por parte do encarregado, nem do engenheiro.
O engenheiro me passou o telefone de uma profissional da área de acústica para que eu providenciasse um laudo acústico para que ele pudesse passar o problema para a construtora.
Ocorre que, em contato telefônico com tal profissional, a mesma me informou que o laudo tinha o valor de R$ 4.*******,00. Na ocasião, também perguntou quando o empreendimento havia sido aprovado na administração.
Em seguida, entramos em contato telefônico como engenheiro responsável para perguntar tal informação, ocasião em que este pediu para que nós perguntássemos via email.
Ainda no mesmo dia, enviei o email perguntando quando o empreendimento havia sido aprovado na administração.
Obtive resposta somente no dia 18 de outubro de *******, informando que foi aprovado no dia 17/01/******* e, portanto, não foi submetido à norma de desempenho, a qual foi aprovada apenas em *******.
No dia 23 de outubro de *******, respondi o email, informando que tomei ciência de que a norma de desempenho não estava vigente à época em que foi aprovado o projeto do empreendimento na Administração.
Ainda assim, reiterei o pedido feito no meu primeiro contato, referente ao devido isolamento acústico na parede do meu quarto.
Como forma de embasar meu ******* ao email quatro vídeos.
No primeiro vídeo, o meu esposo se encontra no apartamento vizinho (*******), oportunidade em que, com as janelas fechadas, conseguimos nos comunicar perfeitamente pela parede. E, pior, levamos uma caixa de som para testar. O resultado é o pior possível: é como se a música estivesse dentro do meu quarto.
Já nos segundo e terceiro vídeos, fizemos os mesmos testes, mas com o meu esposo filmando no nosso apartamento (*******). O resultado desastroso foi o mesmo.
Por fim, o quarto vídeo foi feito apenas para reforçar que o isolamento acústico deste prédio é muito ruim. Neste, mostro como eu escuto a porta de incêndio abrindo no meu quarto. Toda vez que alguém passa pelas escadas e abre a referida porta, eu sou obrigada a escutar seu barulho dentro do meu apartamento.
Obtive resposta somente no dia 03 de novembro de *******, nos seguintes termos: Conforme orientado pelo departamento de engenharia, o empreendimento New York foi executado conforme os padrões e normas da construção civil, portanto, sua solicitação não será atendida.
Ora, tal atitude da empresa é um descaso enorme com o consumidor. Eu gastei meu tempo redigindo um email com várias informações, bem como filmei a situação, para receber uma resposta simples de três linhas?
A alegação, pura e simples, de que as paredes são de alvenaria não me convencem.
Os vídeos são uma prova inegável de que o som passa pelas paredes de uma forma além do razoável, que não pode ser aceita, mesmo que o empreendimento não tenha sido submetido à norma de desempenho.
Eu já morei em diversos locais, incluindo apartamentos na Asa Sul e em Águas Claras e NUNCA presencie tamanho desrespeito para com o consumidor.
Por óbvio, tal situação afronta diretamente a vida íntima do casal e de sua família. Não se trata aqui de barulhos ouvidos na sala ou na cozinha, mas no próprio QUARTO DO CASAL. Ora, isto é uma afronta a boa-fé que deve reger as relações consumeristas.
O problema que tenho enfrentado no meu apartamento tem me causado extremo constrangimento e angústia, pois tem ferido diretamente a minha intimidade. Todo dia fico à mercê da presença de terceiros no apartamento *******, temendo que tais pessoas ouçam momentos de intimidade ou conversas.
Embora não houvesse, à época, norma coercitiva que obrigasse as construtoras a respeitarem os limites de decibéis, não há como negar que estas já deviam se pautar pela boa qualidade do serviço. Principalmente empresas como a Victoria, que levantam a bandeira da boa qualidade, justificando os preços mais elevados.
Fica, então, registrada a minha indignação.
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Consideração final do consumidor
03/12/2017 às 09:10
Não resolvido.
Sequer entraram em contato!
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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