violação dos direitos do consumidor, má prestação de serviço, constrangimento, risco à integridade física e psicológica, omissão e negligência do resort e do gerente

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Osasco - SP

16/04/2025 às 17:26

ID: 214960363

Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano

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RECLAMAÇÃO AO PROCON MÁ PRESTAÇÃO DE SERVIÇO | RESORT VILA GALÉ CUMBUCO FORTALEZA/CE

Prezados,

Venho por meio deste relatar uma grave ocorrência envolvendo o Resort Vila Galé Cumbuco, localizado no estado do Ceará, durante uma viagem realizada entre os dias 09/04/2025 e 16/04/2025. A reserva foi feita por intermédio de uma agência de viagens, com pagamento integral antecipado no valor superior a R$ *****, referente a um pacote all inclusive para 7 dias, destinado à comemoração do meu aniversário.

Logo no primeiro dia da estadia, por volta das 18h30, tive uma discussão conjugal com meu marido, ocorrida dentro de um ambiente privado do hotel. A situação foi indevidamente invadida por um funcionário do resort, que tentou encostar em mim, mesmo sem envolvimento prévio ou necessidade de intervenção. O episódio se agravou, e logo se formou uma confusão com participação de outros colaboradores do local. Durante o tumulto, fui fisicamente agredida por um dos funcionários do resort, o que gerou desespero, pânico e muito constrangimento.

Ao invés de prestar apoio ou buscar uma solução civilizada, o gerente ***** do resort decidiu, de maneira autoritária e abusiva, nos expulsar da hospedagem sem nos ouvir, nos tratando de forma hostil e humilhante. Mesmo visivelmente abalada, dois seguranças homens me agarraram pelos braços com força excessiva, me machucando, enquanto eu estava apenas de biquíni na área da piscina, sem acesso às minhas roupas ou pertences pessoais. Meu marido foi conduzido ao quarto por outro segurança, que recolheu nossas malas e objetos.

Fomos colocados à força dentro do carro particular do gerente, acompanhados por dois seguranças no banco de trás, e levados até uma delegacia a cerca de 20 km do resort que, ao chegarmos, estava fechada. Fomos literalmente abandonados em um bairro considerado um dos mais perigosos do estado e do país, segundo fontes jornalísticas e informações de moradores locais, com forte atuação de facções [Editado pelo Reclame Aqui].

Estávamos descalços, com trajes de banho, sem dinheiro, sem celular, sem documentos e sem nenhum tipo de amparo. Ficamos expostos por horas em situação de total risco e vulnerabilidade. Posteriormente, uma viatura nos conduziu ao 31 Distrito Policial do Ceará, onde tentamos registrar boletim de ocorrência. Os agentes se recusaram a registrar os fatos, incluindo a agressão, a expulsão e o furto de nossos bens, alegando que esse tipo de ocorrência deveria ser registrada online ou pelo gerente do resort o mesmo que nos abandonou.

Ao solicitarmos apoio para voltar ao resort ou ao aeroporto, nenhum agente da Polícia Civil ou Militar prestou qualquer assistência, nos obrigando a caminhar por horas até encontrar um pequeno motel de estrada. Foi lá que, com ajuda de um funcionário, conseguimos contato com meu pai em São Paulo, que nos enviou um PIX emergencial para alimentação e abrigo.

No dia seguinte, meu pai solicitou um carro de aplicativo para que voltássemos ao resort na tentativa de obter ajuda. Fui até a porta do hotel ainda em roupas de banho e descalça, sendo mais uma vez exposta a constrangimento extremo. O gerente ***** é gerente ***** negou nossa entrada, não nos prestou suporte, tampouco forneceu explicações ou assistência. Nesse momento, também descobrimos que o gerente estava em posse do meu celular, mas só o devolveu após mais de 24 horas e após intervenção de um advogado local que localizamos com ajuda de um motorista de Uber.

Acionamos a agência de viagens, que inicialmente se limitou a informar que o setor com o qual falávamos era apenas de vendas e que não tinham acesso a nada. Mesmo explicando a gravidade da situação, o suporte foi negligente e ineficaz. Fomos informados que, para voltar para casa antes da data prevista, teríamos que pagar passagens do próprio bolso, pois o bilhete aéreo era não reembolsável e não seria possível usar os créditos do pacote.

Ficamos mais de 24 horas abandonados, sem roupas, sem comida, sem abrigo, com crise de ansiedade, tremores e em risco físico real, até que conseguimos ajuda externa. O resort, além de falhar gravemente com sua responsabilidade enquanto prestador de serviço, violou diversos direitos do consumidor, entre eles:
Falha na prestação do serviço contratado;
Agressão física e constrangimento moral;
Abandono em local de risco extremo;
Retenção indevida de bens pessoais;
Negligência e omissão diante de situação de emergência;
Exposição ao perigo e humilhação pública;
Desrespeito à dignidade, à saúde física e mental do consumidor.

Diante da gravidade dos fatos, requeremos a imediata apuração e responsabilização do Resort Vila Galé Cumbuco, bem como ressarcimento integral dos valores pagos, indenização por danos morais e materiais, e apuração de possíveis infrações ao Código de Defesa do Consumidor.

Anexarei a esta reclamação todos os comprovantes de pagamento, conversas com a agência, boletins online e demais documentos que comprovem o ocorrido e também os custos de vestimentas, alimentos,, medicamentos, carros para locomoção e o comprovante que pagamos o advogado que recuperou o meu aparelho telefônico que estava com o gerente do resort.

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Resposta da empresa

29/04/2025 às 15:15

Prezada Sra. Larissa.


Lamentamos o ocorrido e agradecemos por compartilhar seu relato. No entanto, gostaríamos de esclarecer que os fatos mencionados em sua reclamação não correspondem integralmente ao que, de fato, ocorreu.


No dia 09/04/*******, nossa equipe foi acionada devido a um desentendimento entre o casal em uma das áreas comuns do hotel. Comportamentos exaltados e linguagem inadequada geraram preocupação entre outros hóspedes e colaboradores, o que nos levou a tratar o assunto chamando as autoridades policiais para preservar um ambiente seguro e respeitoso para todos.


Após diálogo com o Sr. Anderson Medeiros, foi acordado, de forma consensual, o encerramento da hospedagem. Todo o processo foi conduzido com cordialidade, respeito e apoio da Polícia Militar sem qualquer situação vexatória ou constrangimento.



Atenciosamente,

Alano Sales
Gerente Geral

Réplica do consumidor

30/04/2025 às 13:36

Boa tarde,

Acredito que tenha um GRANDE EQUÍVOCO na sua mensagem de resposta, não foi NADA disso que aconteceu.
gostaria inclusive vc é saber em respeito ao que da policial militar ? pois o gerente forçou a gente entrar no carro e largou a gente em uma das praças mais perigosas do es tá do do Ceará onde é dominada por faccoes é uma semana antes disso foram mortos a tiros dois turistas nessa praça.
Acho que você não entende a gravidade do problema e do [Editado pelo Reclame Aqui] que foi cometido pelo GERENTE do resort.
O Anderson não aceitou sair do resort foi expulso e sem direito de chamar a polícia, eu fui colocada a força dentro do carro particular do gerente sem o auxílio de uma mulher ou das autoridades do estado ou local, fiquei 48 horas de biquíni até cons rugir contato contato com uma familiar para que pudesse me enviar $ para que eu tivesse ao menos uma veste adequada, fui segurada no banco de trás por dois homens funcionários do resort.
Fiquem tranquilos tudo será resolvido na justiça o processo tanto para o resort e para o gerente que foi um [Editado pelo Reclame Aqui].

Réplica do consumidor

30/04/2025 às 13:39

Engraçado que no dia seguinte o advogado que contratamos pegou o meu aparelho de celular com o gerente pois, ficou caído no carro dele.
Gostaria de saber qual foi o apoio que vocês tiveram das autoridades, se de repente vocês verem vídeos e imagens que compravam isso acho interessante já arquivarem e se precaverem pois o processo veeeem.
Já estamos em contato com a empresa Vila Gale e com o procon.

Como que o Anderson aceitou sair do resort e no dia seguinte a gente voltou para entrar no resort pois nossas coisas haviam sido furtadas na praça que o de rente abandonou a gente, e o mesmo gerente não deixou a gente entrar no resort.
Tudo foi gravado e temos todas as provas

Réplica do consumidor

30/04/2025 às 13:49

Sr Alano,

Existe tanto equívoco na sua resposta.
Nós fizemos um pacote através de uma agência de viagem (CVC) como que a gente aceitou ser expulso do resort sem ter para onde ir, em um estado extremamente perigoso e comandado por faccao.
Inclusive a praça que o gerente nos abandonou tem uma delegacia próximo, e essa delegacia foi pixada na semana passada por vandalos e integrantes de faccoes [Editado pelo Reclame Aqui], sabemos que onde é fomos jogados pelo gerente é o lugar MAIS PERIGOSO DO ESTADO DO CEARÁ, conforme fontes seguras de jornalismo e repórtetagens.

Se nós tivesse aceitado sair numa boa porque fomos impedidos de falar com a moça da CVC que fica na recepção do resort é porque fomos colocados à força no veículo próprio do Gerente?