Negligência da Vital Care Recusa Emissão de Receita e Coloca Paciente em Risco

Não respondida
Salvador - BA
13/10/2025 às 12:20
ID: 229194121
Reclamação: Atendimento negligente da Vital Care que coloca a vida de paciente em risco
Sou responsável pelo meu filho, DVSM, em regime de Home Care judicializado pela operadora, atualmente atendido pela empresa Vital Care (Grupo VitalMed). Desde a migração da antiga prestadora (SOS Vida e cuja assistência era excelente) para a Vital Care, a assistência tem sido repleta de falhas, omissões e negligências, inclusive em situações emergenciais.
No feriado de 12/10/2025, meu filho apresentou quadro clínico agudo (letargia, dessaturação e secreção respiratória). O médico assistente, remotamente, indicou início imediato de antibiótico (Clavulin), como forma de evitar piora do quadro e internação hospitalatr. Solicitamos à base da Vital Care suporte apenas para a emissão da receita (digital ou física), essencial para o início da medicação, e a resposta foi negativa: disseram que não poderiam enviar e que precisaríamos buscá-la pessoalmente (!), o que é incompatível com o modelo de Home Care e totalmente desumano.
Só conseguimos iniciar o tratamento porque o pai do paciente trabalha na área da saúde, estava de plantão e conseguiu a receita com um médico plantonista algo que nenhuma família deveria ter que fazer para garantir um direito básico.
Essa não foi a primeira falha, tem sido omissões recorrentes e em uma delas por exemplo, este ano, tivemos que transportar nosso filho ao hospital por meios próprios, com torpedo portátil, porque a remoção de urgência não foi providenciada pela Vital Care. Tudo foi reportado à SulAmérica e à Vital Care sem providências concretas.
A recusa da receita digital, mesmo com previsão legal (Resolução CFM 2.314/2022), e o descaso contínuo da equipe operacional configuram risco à vida e descumprimento das obrigações judiciais.
Exigimos:
Apuração e responsabilização pelas falhas graves;
Garantia de suporte adequado, inclusive em feriados;
Cumprimento da decisão judicial com ética e dignidade.
Não buscamos privilégios apenas que nosso filho tenha o cuidado digno e seguro que a prestadora de serviços tem obrigação de garantir.
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