Apartamento vendido com dois acessos, mas entregue com apenas um utilizável pelos moradores.

Não respondida
Maringá - PR
20/08/2026 às 14:58
ID: 256972677
Adquirimos um apartamento da VLP3 (BELLUS) com base, entre outras coisas, na planta e na configuração de acesso apresentada pela própria empresa durante a comercialização do empreendimento.
Na planta/anúncio, o bloco possuía dois acessos, sendo um pela parte da frente e outro pela parte dos fundos, ambos aparentando funcionar como entrada e saída dos moradores.
Porém, após a entrega do empreendimento, fomos surpreendidos com a informação de que a porta localizada na parte de trás do bloco é destinada exclusivamente à saída de emergência, não sendo permitida a entrada dos moradores.
O problema é que mais da metade dos moradores do bloco utilizaria justamente esse acesso, principalmente pela facilidade de circulação. Na prática, todos precisam dar uma volta completa no bloco para conseguir entrar pela porta da frente.
A situação fica ainda mais absurda em dias de chuva. Não existe uma entrada funcional pela parte de trás, então os moradores precisam sair correndo e contornar todo o bloco na chuva para conseguir acessar suas próprias unidades.
Não estamos falando de uma simples preferência ou comodidade. O imóvel e o empreendimento foram comercializados com uma configuração de acessos que não corresponde ao que efetivamente foi entregue.
Se a porta dos fundos não poderia ser utilizada como entrada pelos moradores, isso deveria ter sido informado de forma clara durante a venda e constar de maneira inequívoca na apresentação do empreendimento.
Não é razoável comprar um imóvel acreditando que haverá determinado acesso ao bloco e, depois da entrega, descobrir que esse acesso não pode ser utilizado da forma como foi apresentado.
Solicitamos que a VLP3 esclareça formalmente essa divergência e apresente uma solução efetiva para o problema, viabilizando um acesso adequado pela parte dos fundos ou indicando qual medida será adotada para solucionar a situação.
A expectativa é de que a empresa não simplesmente alegue que se trata de uma "saída de emergência", mas que considere a forma como o empreendimento foi efetivamente apresentado e vendido aos compradores.
Aguardamos uma solução, e não apenas uma justificativa.