Metabisulfito de sódio é veneno.

Não resolvido
Apiúna - SC
24/02/2024 às 09:38
ID: 183234367
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesComprei da marca Vapza alimentos por causa de sua praticidade e em teoria produtos saudáveis, orgânicos, não transgênicos..
Após perceber minha saúde definhando fui ler os ingredientes e eis que está amplamente introduzido o METABISULFITO DE SÓDIO.
Mandioquinha, seleta de legumes, batatinha, grão de bico..
Solicito a devolução da compra feita em 12/02/24 e recebida a poucos dias depois
Compra #*******38-01
Dando um testemunho, comecei a apresentar alergia alimentar ao camarão.
Porém, a ingesta dos camarões que cultivo em minhas lagoas, esses alimentos não produziam tais efeitos negativos na saúde.
Conforme estudos, comprovei na pele que o problema é esse veneno disfarçado de coisa boa que também adicionam no camarão, mas ao invés de chamarem de antioxidante conforme a Vapza o chama, chamam de conservante quando o metabisulfito de sódio é adicionado ao camarão.
Reações alérgicas muito semelhantes e idênticas a quem tem problema com o camarão, mas causadas por esse veneno que até a ANVISA limita a quantidade permitida de adição por causa desse fato: É VENENO, principalmente se ingerido em quantidades X, Y, Z (segundo a Anvisa)
Se conservante fosse bom, comeríamos de colheradas, compreendem!!?
Conservante faz o quê, senão matar e inibir o desenvolvimento da vida (microvida)?
E o que temos em intestinos saudáveis, senão mais seres vivos do que células no corpo inteiro?
Eis que a indústria alimentícia faz um uso distorcido de palavras para transformar algo negativo em positivo.
Continuarei ingerindo outros Vapza que nada contém de porcariantes em seus ingredientes.
Porém ficarei ligado nas próximas compras, já sabendo que estão contribuindo em partes ao envenenando da humanidade.
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Resposta da empresa
26/02/2024 às 18:01
Olá, Moacir. Tudo bem?
Agradecemos por entrar em contato com a gente!
Em nosso processo não utilizamos o metabissulfito como conservante. A concentração que utilizamos é muito baixa e se enquadra como antioxidante, de acordo com a legislação.
O metabissulfito é diluído e utilizado em um banho de imersão em que alguns vegetais são imersos por um breve período, com o objetivo de apenas de preservar a cor do vegetal durante o cozimento/esterilização do produto em altas temperaturas. A conservação dos produtos Vapza se dá pelo processo térmico de esterilização em embalagem hermeticamente fechada.
De todo modo, nosso time entrará em contato para poder atender seu caso com cuidado.
Caso tenha alguma dúvida, não deixe de falar com a gente pelo telefone ******* ******* ******* ou *******
Agradecemos o contato e compreensão.
Réplica do consumidor
26/02/2024 às 19:12
Poderiam passar dados relativos ao limiar das quantidades de metabisulfito de sódio em que a legislação muda de antioxidante p/ conservante? E junto qual seria a quantidade relativa ao peso/proporção de alimento também do limiar máximo de metabisulfito de sódio permitido em alimentos?
E ainda, se possível e permitido pela empresa que representas, citar, em comparação e proporção, quanto que vai como ingrediente no metabisulfito de sódio nos diferentes tipos de alimentos que a Vapza fornece?
Aguardo
Grato
Réplica da empresa
29/02/2024 às 10:54
Olá, Moacir. Tudo bem?
Infelizmente não podemos divulgar nossos parâmetros de processo, visto que são formulações exclusivas da empresa e são confidenciais.
Mas ressaltamos que a Vapza é periodicamente fiscalizada pelos órgãos reguladores competentes e cumpre com todas as legislações pertinentes. Quanto ao metabissulfito, utilizamos esse aditivo como antioxidante. Esse aditivo é adicionado/diluído em água em um banho onde alguns vegetais são emergidos por tempo determinado apenas para auxiliar na preservação da cor do vegetal durante processo de cozimento/esterilização, ou seja, para não oxidar (escurecer). A legislação que utilizamos é a Instrução Normativa - IN N *******, de 01/03/*******, onde nossos produtos são enquadrados no item 04.14 Vegetais submetidos a tratamento térmico em conserva (incluindo cogumelos comestíveis), onde se observa que não é permitido o uso de metabissulfito como conservante. Como antioxidante o seu residual é expresso em SO2 (dióxido de enxofre - sulfito), pois este é o componente produzido quando o metabissulfito entra em contato com a água. O máximo de residual permitido para nossos produtos é de 50mg/Kg ou mg/L.
Esperamos ter esclarecido e ajudado.
Caso tenha alguma dúvida, não deixe de falar com a gente pelo telefone ******* ******* ******* ou *******
Agradecemos o contato.
Réplica do consumidor
01/03/2024 às 16:50
Afirmas em um máximo residual de 50mg/kg de alimentos Vapza.
Para camarões é 100mg/kg. Não muito diferente, né!?
As recomendações do JECFA seguido pelo brasil estipula uma ingestão diária aceitável de 0,7mg por quilograma de peso.
Por exemplo, se uma pessoa pesa 70Kg, isso dá um máximo diário de 49mg do metabisulfito.
Se essa pessoa do exemplo num único dia almoçar e jantar certos alimentos Vapza, já estará ultrapassando essa quantidade a níveis tóxicos.
A verdade é a verdade.
Analisa comigo:
Normalmente o corpo humano é muito poderoso e inteligente em se limpar.
Há uma certa tolerância de quantidades X que possamos ingerir de certos venenos, toxinas, metal pesado, agrotóxicos...
Porém o ideal é ZERO ingesta.
Concordas!!?
Com base nesse raciocínio é que não mais comprarei Vapza que contenham porcariantes
E ainda ficarei com um pé atrás ao comprar outros orgânicos Vapza, visto a índole expressa da empresa.
Réplica da empresa
07/03/2024 às 16:19
Olá, Moacir. Tudo bem?
Como comentado, infelizmente não podemos divulgar nossos parâmetros de processo, visto que são formulações exclusivas da empresa e são confidenciais.
Ainda assim, reforçamos que a Vapza é periodicamente fiscalizada e auditada pelos órgãos reguladores competentes e cumpre com todas as legislações pertinentes, incluindo a utilizados/declaração dos ingredientes.
Esperamos ter ajudado e agradecemos o contato. E claro, continuamos à disposição
Consideração final do consumidor
07/03/2024 às 18:47
Órgãos reguladores e fiscalizadores nem sempre fazem coisa boa.
Permitem adição de venenos e ainda permitem chamarem esses venenos de conservantes.
Se conservante fosse bom, comeríamos de colherada...
ATENÇÃO
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Sim
Nota do atendimento
7