O que aconteceu
Tive meu carro colidido com o veículo de uma senhora associada à ADSC em 13/12/2025, do qual a Associação assumiu o conserto (via Oficina credenciada). Somente no ano seguinte fui retirar o carro, em 04/03/2026. Isso após longas cobranças e idas e vindas na Oficina. Chegou a gerar, por alguns momentos, certa desconfiança, não porque eu estava sendo chato e nem tanto pela demora, mesmo que excessiva, mas porque cada hora era um motivo que me falavam na Oficina. Ex: A peça da Associação veio de outro carro; estamos aguardando o vistoriador da Associação; a fechadura do capuz não encaixou, etc.
E após poucos dias de retirado da oficina, uns barulhos estranhos apareceram embaixo do carro. Reclamei no Whatsapp com a ADASC, mas negaram qualquer nova reparação, alegando ter sido desgaste de peças pelo uso e tempo. A bateria estava engasgando e causando interferência no painel (piscando direto e ascendendo 7 luzes de advertência). Era óbvio que a bateria estragou porque o carro ficou parado 3 meses na oficina e não ligavam. Só não era óbvio pra eles (Associação e Oficina, que diziam ter ligado). Mas insistiram também em negar a reposição da bateria, que era inclusive nova. Mas, posteriormente, consegui trocar a bateria por uma nova direto na loja que comprei, pois só tinha 5 meses de uso e estava na garantia.
Meses depois, agora em setembro/2026, precisei colocar o carro pra vender e o possível comprador pediu laudo/vistoria cautelar; que pra minha triste surpresa, resultou em REPROVADO (conforme Laudo anexo).
Na mesma semana, questionei a Oficina (por Whatsapp) e a ADASC (via e-mail), algumas dúvidas que, na verdade já tinha pelo Laudo da Vistoria, mas só queria confirmar com eles:
- Vocês trocaram as longarinas da frente ou repararam?
- O capô e outra peça, que foi pintada, foi trocado ou reparado com massa?
E pra surpresa de zero pessoas, Oficina e ADASC se contradisseram, pois esta informou que fizeram sim reparação nas longarinas (alinhamento) e aquela (Oficina) negou ter reparado as longarinas, tendo soldado apenas a caixa de rodas (ambas informações comprovadas nos anexos - Laudo; E-mail e Whatsapp).
Assim como comprovado via Laudo anexo e conversa hoje, via whatsapp, com o gerente e vistoriador da Vistoria Cautelar, corroborando que têm certeza, pelas fotos e conferência por 3 vistoriadores, de que as longarinas foram sim mexidas e soldadas, como consta no Laudo.
Diante disso, exijo da ADASC uma reparação financeira levando em consideração a desvalorização do meu veículo, ou seja, 30% do valor da FIPE, haja vista que não consigo vendê-lo mais nem próximo à Fipe, que na época do ocorrido era 87 mil e hoje, 83 mil, aproximadamente.
E caso neguem novamente, pleitearei além disso, danos morais e materiais, considerando que perdi um negócio quando na reprovação da vistoria em virtude do acidente. Além de traumas causados na minha filha de 2 anos que estava na cadeirinha no dia do acidente.
Aguardo resposta, dessa vez (já que a de março não obtive retorno), e uma solução, pacificadora se possível.