O que aconteceu
Apropriação indébita e retencção indevida de bem.
No dia 31 de janeiro de 2026, procurei a empresa ACM Computadores, para realizar o conserto do meu notebook, modelo Acer Nitro 5, com as seguintes especificações: 1TB SSD, 128GB SSD, 16GB de memória RAM e placa de vídeo GTX 1650.
O equipamento apresentava o seguinte problema: ligava normalmente, porém permanecia com a tela preta.
Encontrei a referida empresa por meio de pesquisas na internet (Google Maps). Após contato inicial, enviei o dispositivo ao responsável, identificado como Augusto C.., que confirmou o recebimento do equipamento.
Após análise, fui informado de que o defeito seria na "Placa Mãe", sendo cobrado o valor de "R$ 885,00 em 10x" pelo conserto. Durante a conversa, informei ao mesmo que tinha interesse em vender o notebook. O responsável demonstrou interesse em intermediar a venda e afirmou que conseguiria vendê- lo pelo valor de R$ 2.500,00 e não cobrando o custo do conserto.
Concordei com a proposta, e o aparelho permaneceu sob posse do referido técnico para realização do conserto e posterior venda.
Entretanto, após aproximadamente um mês, passei a solicitar informações sobre a venda do equipamento. O responsável passou a apresentar diversas justificativas inconsistentes, como:
Alegação de venda com pagamento em análise que não foi concluída; Suposto interesse de comprador cujo cartão não teria sido aprovado;
Outro comprador que teria pago parte do valor, mas não finalizou o pagamento;
Essas justificativas foram apresentadas de forma repetida, sem qualquer comprovação concreta.
Diante da demora e da necessidade do equipamento para minhas atividades acadêmicas, passei a solicitar a devolução do notebook ou o pagamento do valor acordado.
Ressalto que, inclusive, me dispus a pagar o valor do conserto para reaver o equipamento, caso a venda não tivesse sido concluída.
No dia 18 de março de 2026 ás 16:54. março ás 16:54, informei ao responsável que não haveria problema caso o notebook não tivesse sido vendido, solicitando formalmente a devolução do meu bem ou o pagamento correspondente, sob pena de adoção das medidas legais cabíveis.
Até a presente data, o responsável não devolveu o o equipamento, nem efetuou qualquer pagamento, permanecendo em posse do meu notebook sem autorização.
No momento, estou recorrendo à Justiça, inclusive o indivíduo não compareceu à audiência. Por mais que os processos sejam lentos, continuo buscando a solução por todos os meios legais disponíveis, recorrendo à delegacia, à Justiça ao Procon.. Não importa quantas vezes eu tenho que pisar nesses lugares, uma hora, as coisas vão acontecer e espero conseguir resolver essa situação.
Deixo aqui, portanto, o meu alerta para que outros consumidores tenham cuidado e estejam atentos.