O que aconteceu
Denúncia Grave [Editado pelo Reclame Aqui] Rescisória, Retenção Ilegal de Tributos, Violação de NRs e Assédio Moral com Acionamento Policial IndevidoRelato dos Fatos:Venho registrar esta denúncia formal perante este canal de Compliance para expor uma sucessão de atos ilegais, [Editado pelo Reclame Aqui] fiscais e assédio moral gravíssimo praticados pelo setor de Recursos Humanos e pela Gerência Regional contra a minha pessoa. Sou Coordenadora de Filial, sofri um Acidente de Trabalho Típico e retornei ao emprego sob o amparo de Estabilidade Provisória Acidentária (B91).Desde o meu retorno, a empresa descumpriu frontalmente a minha readaptação profissional e as normas ergonômicas da NR-17, mantendo-me em uma filial com graves falhas estruturais, goteiras crônicas e infiltrações sobre a mesa de trabalho, o que agravou severamente minhas dores e sequelas.Diante do quadro, a empresa propôs um acordo para o meu desligamento, comprometendo-se a indenizar o meu período de estabilidade. Ocorre que o Recursos Humanos agiu de má-fé e [Editado pelo Reclame Aqui] o cálculo do meu TRCT: aplicou uma retenção ilegal de R$ 15.733,27 de Imposto de Renda (IRRF) sobre verbas puramente indenizatórias o que é expressamente proibido pela Súmula 215 do STJ , além de suprimir o terço constitucional de férias e o Vale Alimentação (VA).Ao constatar o prejuízo, contestei os cálculos, mas o RH e o Jurídico foram completamente irredutíveis em pagar a complementação devida. Em decorrência dessas ilegalidades e da falta de retificação, eu NÃO cumpri os trâmites formais da demissão: não assinei o Aviso Prévio, não compareci à homologação e cancelei o exame demissional por perda de objeto legal, mantendo o meu vínculo empregatício 100% ativo.No dia de hoje (18/09/2026), exercendo meu direito legal, compareci ao meu posto de trabalho para cumprir minha jornada regular. Fui impedida de bater o ponto devido ao bloqueio unilateral do sistema pelo RH, mas realizei registros fotográficos e em vídeo de todas as telas com data e horário.Diante da minha presença pacífica, a Gerência Regional agiu com abuso de poder e acionou a Polícia Militar para tentar me retirar do prédio de forma vexatória perante clientes e colegas. A autoridade policial compareceu, ouviu o meu relato, constatou que se tratava estritamente de uma questão do direito do trabalho e que não havia nenhum [Editado pelo Reclame Aqui] ou irregularidade da minha parte. Os policiais civis e militares não me compeliram a sair, resguardaram o meu direito de permanência e ainda permitiram filmar o ato, declarando que o caso era de competência da Justiça Trabalhista.Diante do exposto, exijo a auditoria imediata deste processo de desligamento [Editado pelo Reclame Aqui], a destituição das penalidades aplicadas e a apuração do assédio moral corporativo praticado pela gestão regional. Informo que o caso já está sob os cuidados do meu advogado e em vias de denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT).