Negligência e falta de acolhimento da enfermagem pós-parto; demora no atendimento ao recém-nascido com dificuldades respiratórias.

Reclamação em réplica

Em réplica

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Jarinu - SP

03/01/2026 às 20:55

ID: 236529701

Tenho uma reclamação a fazer. No dia 29 de dezembro, dei entrada no pronto-socorro, grávida com 37 semanas e 4 dias, com pico de hipertensão muito alto. Fui muito bem atendida pela recepção médica e toda a equipe de enfermagem. Não tenho que reclamar. Após esse atendimento maravilhoso, a ginecologista resolveu pedir minha internação.

Subi para a internação e a equipe que estava à noite no dia 29 foi maravilhosa. No dia 30, também foi ótima, porém, no plantão após as 19h00 do dia 30, não tenho boas coisas para falar, principalmente da enfermeira.

Vamos lá, sou mãe de primeira viagem. Meu filho nasceu dia 30/12 às 9h38 da manhã. Pois bem, em um certo momento na madrugada, já na virada de 30/12 para 31/12, às 02h00 da manhã, meu filho chorava sem parar. Pedi para minha mãe ir até a enfermeira e chamá-la, porque se eu tocasse, a companhia iria vir a técnica e eu queria falar com a enfermeira responsável! Minha mãe chamou-a, e ela estava sentada, mexendo no computador.Iria!! Porém, não veio. Mesmo ouvindo o menino esgoelando de chorar, eu me levantei de cesárea e fui até lá. Falei: "Enfermeira, meu filho não para de chorar, eu acho que ele está com problema para respirar. Você pode chamar o pediatra?" A técnica de enfermagem respondeu que tinha que aguardar, pois a enfermeira já ia avaliar. Eu falei: "Mas preciso do médico, está acontecendo alguma coisa." A enfermeira disse: "Não temos pediatra aqui." Eu falei: "Mas lá embaixo tem. Posso descer ou o médico pode subir?" Ela falou que não podia, e o menino chorando muito. Fiquei desesperada, resolvi então ligar para o PS infantil e pedi para falar com uma enfermeira responsável. Mas quem me atendeu foi a recepcionista, e eu expliquei o caso para ela, que relatou que iria resolver. Às 03h00 da manhã, foi enviado um médico pediatra lá, que relatou que meu bebê estava com rinite e precisava fazer lavagem nasal, e solicitou um banho. A enfermeira, que não quis ir até mim, falou: "Mas doutor, ele não tem 24 horas."Ainda, o doutor respondeu que não tem problema, e pode dar um banho. A mesma falou para ele que iria solicitar a equipe de enfermagem, mas ninguém apareceu. Após a minha indignação, elas evitaram entrar no quarto para fazer seu trabalho corretamente.

A minha maior indignação é: cadê o acolhimento que tanto se preza na saúde? As pessoas perderam o amor ao próximo. Agora vai ficar minha palavra contra a dela, mas lá tem câmera, é só puxar e ver que estou falando a verdade.

Tirando essas duas da equipe, o restante está de parabéns. E tem também o caso do episódio da medicação, porém tenho certeza de que na minha ficha vai estar escrito "negado".

Só resolvi relatar para que não venha a acontecer com mais gente. Foi um momento mágico para mim, porém passei por esse estresse.

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Resposta da empresa

14/01/2026 às 13:58

Olá, Elizete!

Agradecemos por ter compartilhado sua experiência conosco.

Sua manifestação foi recebida e tratada pela nossa Ouvidoria, que tem o compromisso de ouvir com atenção, compreender cada relato e buscar soluções de forma ética e humanizada.

Esperamos ter conseguido esclarecer e resolver sua situação da melhor maneira possível.

Se desejar, gostaríamos muito que você avaliasse o atendimento prestado pela Ouvidoria, pois sua opinião é essencial para o nosso aprimoramento contínuo.

Conte sempre com o Sabin Atibaia. Estamos à disposição para acolher, ouvir e cuidar.

Ouvidoria Sabin Atibaia

Réplica do consumidor

08/05/2026 às 02:29

Recebi apenas uma resposta automática, sem qualquer sinal de que minha reclamação tenha sido realmente analisada ou investigada. O problema relatado continua sem solução.

Minha intenção ao registrar a reclamação era justamente que a situação fosse avaliada com atenção, principalmente por não ser a primeira vez que ocorre esse tipo de atendimento. Respostas prontas não resolvem o problema e passam a sensação de descaso com o paciente.