O que aconteceu
Título: Constrangimento, ofensas e tratamento desrespeitoso por parte da gerente de loja no Campinas Shopping
Venho registrar minha indignação com a forma como fui tratada em uma loja de maquiagem localizada no Campinas Shopping, identificada por mim como Além da Make.
Meu nome é Priscila Gomes e estive na loja para conhecer e comprar produtos de maquiagem e cuidados com a pele. No local, havia provadores de batons e maquiagens, além de um creme hidratante. Como não havia percebido nenhuma orientação que me impedisse de experimentar o hidratante, não sabia que aquele produto não poderia ser testado.
Nesse momento, uma mulher que se identificou como Andressa, que, segundo me foi informado, seria a gerente do período noturno, dirigiu-se a mim de maneira extremamente grosseira, apontando o dedo e dizendo: Escuta, isso não pode provar. Você é muito mal-educada.
Expliquei tranquilamente que não sabia dessa restrição. Em vez de esclarecer a regra de maneira educada, a funcionária continuou me constrangendo, questionando se eu levaria o produto e fazendo comentários desrespeitosos.
A situação se tornou ainda mais desagradável quando fui até o caixa. A funcionária continuou falando alto, debochando de mim e fazendo comentários diante de outras pessoas que estavam na loja. Inclusive, falou sobre mim para uma pessoa que me acompanhava, sem saber que éramos amigas.
Em determinado momento, decidi comprar um creme hidratante. Entretanto, a funcionária insistiu que eu deveria levar especificamente o produto que, segundo ela, eu havia experimentado, chegando a colocar outro creme em minhas mãos e afirmar que aquele era o que eu deveria comprar. Expliquei que não queria levar aquele produto, mas ela continuou insistindo e me repreendendo, como se tivesse o direito de decidir o que eu deveria comprar.
Também afirmou, em tom autoritário, que a loja era dela e que as regras eram dela.
Quero deixar claro que, em nenhum momento, me recusei a respeitar as regras da loja. Eu simplesmente desconhecia a restrição e poderia ter recebido essa orientação de forma educada e discreta. Se havia uma regra específica para o teste de hidratantes, bastava explicá-la com respeito.
Sou uma cliente e mereço ser tratada com dignidade. Não considero aceitável que uma pessoa responsável pelo atendimento ao público exponha uma cliente a uma situação humilhante, com ofensas e comentários em voz alta, diante de outras pessoas.
Mesmo diante do ocorrido, mantive a calma, não retribuí as ofensas e realizei o pagamento dos produtos que decidi comprar.
Diante disso, solicito:
1. A apuração formal do ocorrido pela administração da loja e pelos responsáveis pela marca.
2. A identificação e a avaliação da conduta da funcionária que se apresentou como Andressa, gerente do período noturno.
3. A verificação de eventuais imagens das câmeras de segurança e de outros registros que possam esclarecer os fatos.
4. Um posicionamento formal da empresa sobre o tratamento dispensado aos clientes e as medidas que serão adotadas para evitar que situações semelhantes se repitam.
Não estou questionando o direito da loja de estabelecer regras para a experimentação de seus produtos. Estou questionando a maneira desrespeitosa, constrangedora e inadequada como fui tratada.
Espero que a empresa leve esta reclamação a sério e compreenda que orientar um cliente é muito diferente de humilhá-lo.
Aguardo um retorno formal e uma resposta satisfatória.