O que aconteceu
Oclocracia não é democracia. Brasil não pode deixar de ser Estado Fantoche porque os líderes são escolhidos, validados e controlados pelos EUA. Proibiram o Brasil de deixar de ser subordinado político de países estrangeiros como EUA e outras potências globais. Tanto que políticos envolvidos em organizações [Editado pelo Reclame Aqui] continuam sem punição e estão chamando o exército dos EUA para invadirem o Brasil é absurdo. Parlamentares não podem rejeitar assessores estrangeiros para reforma do Estado Brasileiro. Dizer que não há técnico com capacidade para assessorar o Congresso ataca a soberania brasileira. Solicitamos a investigação de Valdemar Costa Neto por envolvimento de espionagem para favorecer os EUA e prejudicar a segurança, a economia brasileira e as instituições públicas. Os cargos, empregos e funções públicas deveriam ser acessíveis somente aos brasileiros. Os EUA proibiram o Brasil de reindustrializar com hegemonia global e interdependência soberana devido ao governo Fantoche (independente de ser de direita ou esquerda). Por isso que o Brasil não pode deixar de ser mero neocolonizado. Impediram o Brasil se posicionar como o garantidor universal de segurança global (alimentar com agronegócio e tecnologia agrícola), Energética e Climática com energia verde e limpa e segurança tecnológica com terras raras e minerais críticos. Falta todas as nações do mundo investirem no parque industrial brasileiro e garantir o próprio abastecimento do Brasil. Isso foi proibido de ocorrer porque os EUA elege os políticos que eles querem por infiltração e espionagem como se o Brasil fosse ditadura e deveria fazer isso com Cuba e Nicarágua que são ditaduras em vez de implantar protetorado no Brasil. Queremos saber porque o Brasil não pode ter soberania e reindustrialização. Falta agroglobal com alimentos e alta tecnologia levando segurança alimentar para o mundo todo. Falta energia verde com vetores limpos e segurança climática. As terras raras deveriam ser fabricados no Brasil ímãs e minerais críticos com segurança tecnológica. Estão exportando grãos in natura (soja e milho brutos) sem qualquer matriz tecnológica e industrial da alimentação global para todos os continentes. Falta industrialização dos Insumos e impor fim da dependência de Fertilizantes. Os EUA proibiram o Brasil ter plano global de Fertilizantes Verdes com matriz de energia limpa (hidrogênio verde) para produzir Amônia e Nitrato de Amônio Verdes. Os EUA querem que o Brasil fique escravizado importando mais de 85% dos fertilizantes que consome. O Brasil não pode industrializar os nutrientes no país e exportar fertilizantes descarbonizados (Zero-Carbon NPK) para a Europa, Ásia e América Latina porque teve a educação boicotada por países potências globais que o fazem de fantoche. Falta complexo Bioagrícola e PD Tropicais (Embrapa Global) e exportar soluções biológicas (biodefensivos, inoculantes, biofertilizantes) e biotecnologia agrícola tropical desenvolvida pela Embrapa em regime de licenciamento e franquia internacional, cobrando royalties tecnológicos de governos e corporações globais. Faltam máquinas agrícolas e agroindústria Processing e substituição de importações e exportação de máquinas e exigir que fabricantes mundiais de máquinas agrícolas (John Deere, Case, AGCO) transformem o Brasil em seu hub global de produção de colheitadeiras e tratores eletrificados/movidos a biomassa e biocombustíveis.
Falta agroprocessamento de Valor Agregado e vedar gradualmente benefícios fiscais para a exportação de grãos in natura desacompanhada de cota mínima de processamento nacional (óleos refinados, proteínas vegetais isoladas, rações de alta densidade e bioquímicos). Falta desenvolver megacomplexos industriais nos portos brasileiros (Cordeiro, Pecém, Suape, Açu, Rio Grande) alimentados por energia eólica e solar. O Brasil deveria exportar o vetor energético limpo para substituir o gás natural na indústria alemã, japonesa e norte-americana sob contratos de longo prazo (20 a 30 anos). Faltam combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e marítimos Converter o etanol de cana-de-açúcar, milho e óleos vegetais em SAF (Sustainable Aviation Fuel) e e-metanol. O Brasil deveria ser fornecedor compulsório para companhias aéreas e marítimas globais que precisam cumprir metas estritas de emissão. Falta substituição do carvão por energia limpa. Em vez de exportar minério de ferro bruto para ser fundido em altifornos a carvão na Ásia ou Europa, o Brasil deveria realizar redução direta do minério utilizando hidrogênio verde, exportando Ferro Esponjoso (HBI) e Aço Verde (exportar "energia limpa processada em forma de metal"). Qualquer país (EUA, membros da UE, China, Japão, Índia, Coreia do Sul) que desejar acesso ao lítio, nióbio, grafita, neodímio ou disprósio brasileiro deveria ser subordinado a regra de três estágios: Acesso ao Minério Bruto negado ou sobretaxado com alíquota de exportação coercitiva (ex.: 50% a 100%); acesso aos Óxidos e Metais Purificados permite mediante contrato de longo prazo (offtake), desde que a planta de separação química esteja instalada no Brasil; acesso a Ímãs e ligas (NdFeB, Lítio-Bateria) isento de tarifas e prioritário para parceiros que investirem em Joint Ventures no Brasil. Falta aliança dos minerais estratégicos com multilateralismo ativo e liderar a criação da Organização dos Países Exportadores de Minerais Críticos (OPEMIC) ao lado de Chile, Argentina, Austrália, Indonésia e República Democrática do Congo. Faltam regras comuns de proibição de exportação de concentrados brutos, impedindo a arbitragem internacional (dumping) operada por tradings e multinacionais. Faltam Acordos Tripartites de Segurança Multidimensional e troca direta de Alimentos e Energia Verde e Terras Raras por Tecnologia de Ponta mais capital de longo prazo. Falta instalação de centros de PD e fábricas de semicondutores, biotecnologia e maquinário avançado em solo brasileiro. O BNDES Internacional e Fundo Soberano de Minerais deveria financiar infraestrutura de exportação (portos, ferrovias) e projetos industriais condicionado ao uso de fornecedores e tecnologia brasileira e criação de grandes multinacionais brasileiras de engenharia, sistemas e serviços industriais. Falta Certificação Global ESG/Rastreabilidade Verde com criação do Padrão Brasil de Mineração e Agricultura Sustentável, rastreado via blockchain e auditoria soberana e bloqueio de concorrentes informais e imposição de um "Prêmio Verde" (Green Premium) sobre os produtos brasileiros. Falta interdependência por garantia de insumos críticos e exigir co-investimento e absorver tecnologia e exportar produtos industrializados de baixo carbono.