O que aconteceu
Quero reforçar uma preocupação séria e antiga sobre a alimentação escolar no Colégio Emecê Esse problema não é recente. Há anos as famílias reclamam da qualidade da comida, e inclusive muitas famílias já trocaram seus filhos de escola por causa desse ponto, o que mostra o quanto a situação é insustentável.
Hoje, minha filha tem apenas três opções e nenhuma delas é adequada:
Comer a comida do refeitório, que continua ruim, mesmo após anos de reclamações. O retorno que recebemos é que a empresa fornecedora não será trocada, mesmo sabendo que as crianças não gostam.
Levar comida de casa, mas sem poder esquentar. Isso faz com que, há três meses, minha filha passe a maior parte da semana sem uma refeição adequada.
Sair da escola para comer em um restaurante, atravessando uma rua movimentada algo totalmente impróprio para uma criança de 11 anos.
Nenhuma dessas alternativas garante o básico: uma refeição quente, segura e nutritiva. E já passou da hora de essa questão ser tratada com seriedade, porque ela afeta diretamente o aprendizado, o bem-estar e a saúde dos alunos.
Peço que a direção avalie com urgência uma solução real seja a melhoria do refeitório, a troca da empresa fornecedora ou, no mínimo, permitir que os alunos aqueçam sua própria comida de forma segura.