O que aconteceu
No dia *****, acompanhei minha esposa Audiocomp (Rua *****, *****, Santa Efigênia, BH) para a realização de um exame médico agendado para as 7 horas da manhã. Chegamos pontualmente e fomos os primeiros a chegar, mas a empresa ainda estava fechada. Após nossa chegada, outras pessoas com horários posteriores foram chegando, incluindo uma moça com agendamento para as 8 horas e um rapaz para as 7h30.
A recepcionista informou que a empresa só abriria às 8 horas, embora minha esposa tivesse um agendamento para as 7 horas. Aceitamos aguardar. Quando começaram a chamar os pacientes, percebemos que pessoas que chegaram depois e com horários posteriores foram chamadas antes dela.
Logo no início, a recepcionista mencionou três nomes (incluindo uma mulher chamada *****), afirmando que essas pessoas não estavam agendadas. A *****, no entanto, mostrou um e-mail confirmando o horário, e, após a recepcionista verificar no computador, rapidamente elas foram encaixadas e chamadas para a sala.
minha esposa não foi mencionada em nenhum momento. Acreditamos que estávamos agendados, já que o nomes não foram citados como não agendados. Após perceber que todos já tinham sido atendidos, inclusive um rapaz que também não foi citado inicialmente, minha esposa foi perguntar à recepcionista o motivo de não ter sido chamada. Nesse momento, apareceu um homem que se identificou como diretor, chamado *****, dizendo que ela não estava agendada, sem sequer conferir no sistema.
ele pediu que eu saísse da recepção e aguardasse do lado de fora, mesmo o local estando praticamente vazio. Isso foi extremamente constrangedor, já que não havia motivo para que eu não permanecesse ao lado dela. Mesmo assim, fui para o corredor e fiquei aguardando.
Pouco tempo depois, o senhor ***** e uma funcionária não identificada vieram até nós acusaram de tirar fotos na recepção. Isso nunca aconteceu! Achei a acusação absurda e pedi provas, pois, se estavam afirmando algo tão grave, deveriam apresentar imagens das câmeras. Além disso, mesmo que alguma foto tivesse sido tirada, a recepção é um local público, e não há proibição legal para isso.
Diante do clima de humilhação, minha esposa se sentiu muito mal e ameaçou chamar a polícia, momento em que o senhor ***** mudou de postura e disse que iria encaixá-la. Mesmo assim, já estávamos profundamente abalados e indignados com o tratamento preconceituoso e desrespeitoso.
Essa experiência foi extremamente desgastante. Saímos de lá emocionalmente abalados, minha esposa chorou muito ao chegar em casa e até agora estamos nos sentindo injustiçados. Foi uma situação que deixou claro o preconceito, já que eu e minha esposa somos negros, enquanto as outras três pessoas que foram rapidamente atendidas eram brancas.
Esse tipo de atitude é inaceitável, e espero que a empresa tome providências quanto à postura do funcionário e à organização do atendimento. O que passamos foi revoltante e não deve se repetir com mais ninguém.
Reclamações parecidas
4Interações da reclamação
Audiocamp respondeu
22/03/2026 às 20:29
Prezado Matheus Henrique da costa, boa noite
Apesar de não ser da nossa empresa que vocês estão falando em sua reclamação pois somos a empresa AUDIOCAMP (atuamos na adaptação de aparelhos auditivos em cidades do interior paulista - www.audiocamp.com.br) e vocês pelo que lemos na reclamação estão falando da empresa AUDIOCOMP (que é uma empresa de Belo Horizonte e atua em saude ocupacional).
Nos sensibilizamos com sua reclamação e torcemos para que seja feito o melhor para ambos (empresa e cliente) mas não é justo que a queixa seja direcionado para uma empresa que tem o nome parecido, sendo assim pedimos a moderação da reclamação ao Reclame Aqui por de fato se tratar da queixa direcionada a outra empresa.
Desejamos sorte em sua reclamação que seja feito o melhor.
Atenciosamente
Departamento Comercial e clínico da Rede de clínicas AudioCamp - Aparelhos Auditivos
www.audiocamp.com.br