O que aconteceu
Venho registrar uma reclamação formal e veemente contra a postura inaceitável da funcionária Diane (auxiliar) e a grave falha de atendimento deste estabelecimento, prestador de serviços contratado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no âmbito municipal.
No dia 1 de outubro de 2026 por volta das 19h30, acompanhei minha irmã para a realização de um exame de ressonância magnética. Durante nossa permanência na sala de espera, mantínhamos uma conversa estritamente particular e familiar. A referida funcionária, de forma completamente invasiva, interpretou erroneamente o teor de nosso diálogo, dirigiu-se a mim de maneira grosseira, arrogante e desrespeitosa, e me expulsou arbitrariamente da sala de espera.
Cabe ressaltar que a legislação brasileira garante de forma irrestrita o direito à presença de acompanhante para pacientes do sexo feminino em quaisquer procedimentos e exames médicos (Lei Federal n 14.737/2023). A expulsão arbitrária praticada pela funcionária constitui flagrante violação dos direitos da paciente e abuso de autoridade dentro de um ambiente de saúde.
É importante esclarecer, a título de registro prévio, que em nenhum momento houve descumprimento de normas técnicas de segurança: o questionamento feito à paciente limitou-se ao estranhamento quanto à exigência de troca de vestimentas, visto que a roupa utilizada não continha nenhum tipo de componente metálico (como zíperes, botões de ferro ou aço), preenchendo todos os requisitos habituais de segurança para o exame pois ela já realizou esse exames múltiplas vezes.
A abordagem evoluiu para um bate-boca desnecessário e vexatório provocado pela própria funcionária no recinto hospitalar. Ao exigir um pedido de desculpas pela conduta abusiva, fui alvo de deboche e risos jocosos por parte da profissional, que demonstrou total falta de preparo, empatia e ética profissional.
É inadmissível e revoltante constatar que a Prefeitura de São Paulo destina recursos públicos expressivos para remunerar laboratórios particulares que tratam os cidadãos usuários do SUS com tamanho desprezo, hostilidade e desrespeito.
Diante do exposto, exijo providências enérgicas e disciplinares em relação à funcionária Diane, bem como um posicionamento formal da instituição acerca deste episódio deplorável, reservando-me o direito de encaminhar esta denúncia aos órgãos competentes de fiscalização e à Ouvidoria da Saúde.