Contrato abusivo de programa de férias com táticas de venda agressivas e dificuldade de cancelamento.

Não respondida
Nilópolis - RJ
28/08/2026 às 14:46
ID: 257643619
No dia 25 de agosto de 2026, em viagem de férias em família pelo Ceará acompanhado da meu esposo. ***** do meu irmão ***** e da minha cunhada ***** fomos à Barraca Chico do Caranguejo, na Praia do cumbuco
Logo na entrada, fomos abordados por uma promotora de vendas , que prometeu uma apresentação de apenas 40 minutos sobre os produtos do Beach Park em troca de cortesia (voucher de 100,00 reais ). Diante da insistência aceitamos e fomos levados a um stand climatizado.
Fomos atendidos inicialmente pelo consultor *****, que colheu dados pessoais e iniciou a apresentação. A apresentação ultrapassou 1 hora sem menção de valores. Ao ser questionado, repassou o atendimento ao supervisor acho que é ***** o nome dele.
O supervisor estendeu a conversa por mais de uma hora. No local, eram servidas bebidas (inclusive alcoólicas) e petiscos. Inicialmente, apresentaram propostas superiores a R$ 60,000,00 Diante das recusas, o supervisor reduziu progressivamente os valores até chegar a um "plano teste" de 5.000 pontos, com condições extremamente restritas.
E uma abordagem que ficava falando em perder a oferta e não aceitando o não como resposta. A pessoa vai ficando tão cansada por não conseguir sair daquele ambiente e ir curtir a praia. Um ambiente muito barulhento, que não se consegue nem pensar, só fica doido pra sair e curtir a praia acabamos por assinar digitalmente um contrato extenso via tablet, sem tempo para leitura adequada dos termos. E se quer temos um contrato físico.
Em nenhum momento tivemos contato, além de assinar, a esse tablet que continha todas as informações e cláusulas.
Cansados e constrangidos após mais de duas horas de retenção, concordamos em assinar o contrato (meu marido ***** (CPF: 612.765.707-59), devido o meu cartão está com o nome dele e minha cunhada *****). A pressa era tanta, que rapidamente trataram de mudar os dados da pessoa titular. para encerrar a situação. A primeira parcela foi paga no cartão de crédito do meu esposo com parcelas no crédito em mais 23 parcelas recorrente.
Ao analisarmos os termos e as poucas informações que tínhamos com calma, confirmamos que o programa não atende às nossas necessidades e decorreu de prática abusiva de venda por cansaço. Apesar dos contatos dentro do prazo legal, a empresa impõe obstáculos e exige multas rescisórias descabidas, no valor de quase 3.000,00.
Ressalto que estamos prontos para acionar a empresa judicialmente, por não termos um contrato físico para poder ler as cláusulas, já que o vendedor fica o tempo todo com esse tablet, o acesso é somente para assinar, sem sequer ter a possibilidade de ler nenhuma cláusula, e em nenhum momento falamos sobre cancelamento.
Quando eu questionei sobre cancelamento, e multas a única resposta foi a de que a empresa deles era diferente.
Diante do exposto, solicito publicamente:
O CANCELAMENTO IMEDIATO E INTEGRAL do contrato e de qualquer adesão derivada, sem incidência de multa ou retenção de valores;
A SUSPENSÃO DE QUALQUER COBRANÇA futura no cartão de crédito (modalidade recorrente);
O ESTORNO INTEGRAL do valor debitado na primeira parcela;
A CONFIRMAÇÃO FORMAL E POR ESCRITO do cancelamento e da quitação irrestrita deste contrato.
Aguardo retorno e resolução imediata.
Espero que possamos resolver de forma amigável.