O que aconteceu
Primeiramente, eu gostaria de entender que tipo de treinamento a Benevida oferece aos seus colaboradores e quais são os critérios utilizados para colocar uma pessoa em uma posição de superioridade em relação às demais.
Eu trabalhei na empresa e presenciei uma situação envolvendo uma superior do RH, mais especificamente do setor de Recrutamento e Seleção. Essa pessoa possui subordinados e, segundo o que foi relatado e descoberto posteriormente, costuma falar mal de seus próprios subordinados para outros superiores do hospital.
Além disso, são feitos comentários ofensivos relacionados à aparência das funcionárias, inclusive sobre cabelo. Atualmente, uma das funcionárias tomou conhecimento de todas essas ofensas feitas por sua superior e ficou extremamente chateada com a situação.
É inadmissível que uma pessoa em posição de liderança faça comentários sobre a aparência de uma funcionária, inclusive dizendo que ela deveria alisar o cabelo por ter cabelo cacheado. O que a vida pessoal e a aparência de uma funcionária têm a ver com o desempenho profissional dela?
A função de uma liderança deveria ser orientar, desenvolver e respeitar seus subordinados, e não falar mal deles para outras pessoas, muito menos fazer comentários que possam prejudicar sua imagem e credibilidade dentro da empresa.
Diante disso, fica o questionamento: que tipo de treinamento e orientação a Benevida oferece aos seus líderes? A empresa já avaliou os riscos e as consequências de permitir esse tipo de comportamento no ambiente de trabalho? Existem diversas situações que podem caracterizar assédio moral e que precisam ser tratadas com seriedade.
Essa é uma conduta extremamente inadequada e prejudicial para a empresa e, principalmente, para os colaboradores que são submetidos a esse tipo de situação.
Estou realizando esta reclamação diretamente por meio da Ouvidoria da Benevida, porém também estou encaminhando a situação à Secretaria do Trabalho, para que os fatos sejam devidamente analisados e não somente eu, mas sim algumas pessoas que ela comentou os absurdos também como testemunhas.
Os comentários que surgiram em relação à funcionária são extremamente graves, constrangedores e inadequados. São comentários grotescos, que não deveriam partir de nenhum funcionário da empresa, principalmente de uma pessoa que ocupa uma posição de liderança e possui responsabilidade sobre outros colaboradores.
Inclusive, essas pessoas chegam a sair juntas para barzinhos e outros ambientes fora da empresa e continuam fazendo comentários e falando sobre a funcionária. Então, fica o questionamento: onde está a conduta da empresa diante desse tipo de comportamento?
A empresa precisa se posicionar e apurar esse tipo de situação, principalmente quando envolve uma pessoa que ocupa uma posição de liderança. Não é aceitável que comportamentos como esse sejam tratados como algo normal ou como simples conversas entre funcionários.