O que aconteceu
Em continuação à reclamação já feita anteriormente sobre essa empresa, no dia 29/09 fomos retirar meu avô do local e encerrar os serviços. Havíamos informado por mensagens, no dia 26/09, que iríamos nessa data (29/09).
Fomos recebidas com hostilidade novamente. Segundo a dona do estabelecimento, deveríamos assinar um termo de responsabilidade e somente depois poderíamos retirar meu avô e seus pertences. Porém, por se tratar de uma questão administrativa, isso poderia ser resolvido após a retirada e também após a análise do nosso advogado, para que tivéssemos clareza sobre o que estávamos assinando.
Elian, proprietária do estabelecimento, não tinha o documento finalizado e não nos disponibilizou o documento para uma análise prévia. Mesmo assim, disse que não liberaria meu avô até que assinássemos o documento, o que faria com que tivéssemos que esperar por horas ou talvez até dias até a finalização do mesmo.
Em razão disso, chamamos a polícia, pois ela não poderia simplesmente segurar meu avô no local por uma questão administrativa. Não estávamos devendo nenhum dinheiro, pois tudo já havia sido pago antecipadamente, e nosso recibo de pagamento, inclusive, ainda não havia sido disponibilizado.
Quando a polícia chegou, explicamos a situação e ambas as partes foram ouvidas. Por escolha nossa, não assinamos o documento, pois ele ainda nem existia, e precisávamos retirar meu avô naquele dia, já que temos compromissos de trabalho e não podíamos simplesmente ficar esperando indefinidamente pela boa vontade da proprietária.
A situação foi mediada pela polícia e conseguimos retirar meu avô somente após horas em que a proprietária dificultou todo o processo, em uma situação que, para nós, demonstrou total falta de profissionalismo, ética e coerência.
E, como se tudo isso já não fosse suficiente, ainda fui novamente ofendida pela proprietária, que me chamou de sonsa.
Quando meu avô finalmente saiu junto com seus pertences, ele me informou que o celular dele que nós demos para que ele pudesse se comunicar diretamente com a gente havia sido tomado dele para que ele não atendesse às nossas ligações.
Elian agiu, na nossa visão, de completa má-fé. É inadmissível que uma pessoa que está responsável por cuidar de um idoso tome o celular dele e impeça que ele tenha contato com a própria família.
Como ela mesma disse e pediu para que eu viesse no Reclame Aqui para falar dela, aqui estou!
E para qualquer pessoa que busca uma empresa minimamente decente, com pessoas honestas e profissionais, NÃO VÁ NA BONAVITA RESIDENCE.
Não busco ser respondida por essa empresa, obviamente, pois, depois de tudo que aconteceu, não acredito que exista qualquer possibilidade de uma resposta profissional. Até agora, o que vivenciamos foi gritaria, ofensas, falta de respeito e uma enorme dificuldade até mesmo para retirar meu avô do local, mesmo com todos os serviços pagos.
Pagamos R$ 4.350,00 por mês. Todo esse valor para ter um atendimento horrível, ser recebida com hostilidade, ser ofendida por uma mulher que, conosco, demonstrou total falta de ética e desonestidade e, pior ainda, sair de lá com a sensação de que meu avô também foi desrespeitado, negligenciado e maltratado, enquanto estava sob os cuidados delas.
Estou deixando aqui registrada publicamente a minha indignação e a minha experiência para que outras famílias pensem muito bem antes de colocarem um familiar nesse local.
Porque, quando colocamos alguém que amamos sob os cuidados de uma empresa, esperamos o mínimo: respeito, responsabilidade, profissionalismo e, principalmente, que essa pessoa seja tratada com dignidade.
E foi justamente isso que não tivemos.