O que aconteceu
Senta que lá vem história. Como inquilino tive a experiência de passar 4 anos brigando pra que fossem feitos reparos na casa da rua *****, Alto da XV, aliás, que tanto proprietária como imobiliária sabiam ser velhos e que nunca passaram por devida manutenção. No decorrer da locação descobrimos (da pior forma possível: molhando móveis) que haviam telhas quebradas, faltantes. e desculpa da imobiliária era sempre: São as calhas e a manutenção delas é responsabilidade do inquilino. Até aí, problema comum à má aplicação da lei do inquilinato -- que acontece em tantas outras imobiliárias. Porém, a Casarão tem algo a mais: foram sempre extremamente incompetentes em administrar o imóvel, o que imagino não ser diferente para outros que administrem. Mas isso nem foi o pior. Descobrimos ano passado, por conta de uma enxurrada dentro de uma das salas, que a caixa d'água, a qual não tínhamos acesso, pois só se pode entrar pelo imóvel ao lado, mantido por outra imobiliária, é feita de tijolos, e estava imunda, com vazamentos, sem tampa. nojenta. A solução da imobiliária, motivada pelo proprietário, foi nos despejar em setembro de 2024. E aí, entre tantos outros detalhes de pedidos absurdos de reparo numa casa caindo aos pedaços, veio a cereja do bolo. Me infomaram não ser preciso pedir o desligamento da água, que eles mesmos fariam. a luz, eu pedi o corte. Ontem, abril de 2025, descobri uma restrição em meu cpf ao tentar fazer financiamento; existiam débitos em meu nome na sanepar. adivinha? Esqueceram de cortar a água, o que gerou 7 meses de débitos. Ao entrar em contato com eles, resolveram pagando as contas, mas ainda tiveram a audácia de me cobrar a taxa de desligamento (R$*****). A resposta para o porquê dessa taxa foi: "esquecemos de solicitar o desligamento mas teria a taxa e informaríamos sim desculpe nossa falha". Isto que em setembro de 2024 ainda perguntei: "Ok. Não preciso trocar a titularidade da Sanepar para evitar cobranças em meu nome, certo?". Ao que fui respondido: "não nós faremos isso com desligamento e retirada do relogio". Não f izeram. Geraram um grande transtorno, um atraso no financiamento de um apartamento que estou comprando e, de lambuja, na vida de outros participantes deste empreendimento que aguardam a resolução da restrição do meu cpf. O mínimo que deveriam fazer, por decência, seria não cobrar a taxa, a qual só paguei para resolver rapidamente o problema da restrição.