O que aconteceu
Solicitamos a demissão de Carlo Ancelotti com devolução do salário porque recebe muitas vezes mais do que técnicos de futebol de elite e de outras seleções que são infinitamente melhores que o Brasil. Percebemos que o Brasil não pode ter o melhor futebol do mundo porque o técnico Acelotti está vazando informações privilegiadas para facilitar o futebol italiano. Tanto que a seleção italiana descobriu que os africanos são melhores no futebol e inseriram na seleção deles. A CBF está formulando pessimamente os contratos e facilitando vazamento de informações confidenciais brasileiras por estrangeiros e isso é traição à pátria. O Máximo do salário mensal de Ancelotti deveria ser R$ 2.666.666.67 (dois milhões seiscentos e sessenta e seis mil e seiscentos e sessenta e seis reais e sessenta e sete centavos) por mês (R$ 32 milhões por ano). O técnico espanhol que venceu a copa do mundo recebe 5 milhões de euros por ano enquanto Lancelotti que odeia o Brasil e vaza informações de técnicas do futebol para a Itália recebe 12 milhões de euros por ano. A controladoria deveria fazer abordagem primária com supervisão contínua/reativa e monitorar se o dono colocará a garantia exigida com filtro preventivo/proativo e exigir comprovação de caixa antes de autorizar a entrada na liga. A origem do Capital de Garantia deveria ter aporte direto ou garantia do investidor majoritário/proprietário e as receitas operacionais orgânicas ou reservas de capital de giro pré-existentes. As restrições de contratação ou rebaixamento administrativo coercitivo e a negação sumária da licença antes do campeonato ou perda de pontos imediata é consequência do rombo de caixa. Falta proteção ao investimento da Liga e proteger os credores ao expulsar clubes insolventes e eliminar a insolvência preventiva mantendo 100% dos clubes hígidos durante o torneio. O modelo de recrutamento deveria ser formação interna/High ROI) com promoção de profissionais da casa (oriundo das seleções Sub-19 e Sub-21) porque isso reduz o custo de aquisição e a pedida salarial inicial, gerando elevado retorno sobre o Investimento (ROI) quando ocorrem conquistas esportivas. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não pode colocar o Brasil em melhor investimentos que união europeia. O salário do atual de Ancelotti supera o orçamento doméstico e representa investimento superior ao teto salarial da comissão técnica da grande maioria dos clubes da Série A e europeus de alta performance. Falta estabilidade contratual e redução de Turn-over (manter técnicos brasileiros para seleção brasileira e técnicos brasileiros/estrangeiros para times brasileiros). Porque ciclos longos com o mesmo treinador eliminam multas rescisórias recorrentes e custos de transição de processos, otimizando o gasto relativo por título ganho ou final atingida ao longo do tempo. A Folha Profissional não pode ter contas de alta performance (técnicos, comissão técnica fixa, diretoria executiva) geridas como empresa corporativa tradicional. O caixa deveria ser alimentado por Direitos Comerciais e Patrocínios (40% - 60% do caixa); contratos corporativos globais (ex: Nike, Adidas, etc); Direitos de Transmissão e Mídia (20% - 35%) com venda de direitos de jogos amistosos e eliminatórias locais; premiações e repasses de torneios (15% - 30%); bônus pagos por FIFA, CONMEBOL pelo desempenho em Copas do Mundo, Eurocopas e Copa América, etc; licenciamento e matchday (5% - 15%) com venda de ingressos para jogos em casa e produtos oficiais. A FIFA não pode ajudar a Conmebol e a CBF como faz com a UEFA. Falta Técnicos e Comissão Técnica firmarem contratos de trabalho (CLT ou contrato corporativo de prestação de serviço PJ) com salários fixos mensais e gatilhos de bônus por metas (ex: classificação para Copa, títulos). Os atletas em vez de receberem salário fixo da federação deveriam ser empregados dos seus respectivos clubes. Na seleção, receberem: diárias de convocação; valor fixo diário para cobrir direitos de imagem e estadia; premiações de desempenho ("Bicho"); bônus negociados por torneio (muitos atletas de elite doarem esses valores para fundos de formação da base). Os dirigentes (presidentes eleitos/diretorias executivas profissionais remuneradas (CEO, CFO, Diretor de Futebol) teriam salários alinhados ao mercado corporativo. Falta dos uso de recursos públicos somente para futebol amador, formação de árbitros e projetos sociais (como FAFA - Fonds d'Aide au Football Amateur) e integração e infraestrutura olímpica/de base. Falta barreira regulatória (chinese wall) que impede o uso de R$6 de verba fomento no futebol de elite. Falta spin-off como fez a DFB GmbH Co. KG empresa comercial privada controlada pela federação alemã. A principal fonte de custeio da Comissão Técnica deveria vir de direitos de mídia e patrocínios e/ou ativos comerciais, Licensing, Copa do Brasil. Falta auditoria privada com prestação de contas ao Ministério do Esporte e auditoria fiscal rígida (Fiscus). Topo seria 200milhoes por ano e clubes médios por 30 milhões por ano, o salário médio de técnico do topo seria 7 milhões por ano e técnicos médios seria 1,5milhão por ano. A estrutura de receita dos clubes deveria ser: matchday (bilheteria, sócio-torcedor), direitos TV (broadcast nacional e internacional), comercial (sposorship, licensing, etc). Depender de player trading para fechar demonstrativo do resultado do exercício é furada. Falta modelo baseado em estádios lotados e receita comercial interna com Matchday altíssimo (ingressos mais baratos com consumo massivo em estádio milhões de torcedores em vez de milhares) e faltam patrocinadores corporativos sustentar a estabilidade do caixa. Falta modelo altamente dependente de direitos de TV e vendas de jogadores, além de aportes de acionistas em clubes controlados por grupos internacionais. O Brasil deveria ter propriedade Municipal de Estádios e subvenção infraestrutural dos estádios públicos fazer todos os estádios brasileiros pertencerem aos municípios. Os clubes pagariam aluguel para as prefeituras e para utilizar a estrutura. Falta aporte em infraestrutura e formação prefeituras subsidiariam a manutenção de centros de formação e categorias de base com promoção social da juventude e esporte comunitário. Falta injeção estrangeira de Fundos soberanos com dinheiro estatal estrangeiro como faz o Catar. Falta banir que verbas públicas sejam utilizadas para salvar times brasileiros em crise ou financiar suas operações e deveria haver punição por concorrência desleal. O setor público deveria colaborar exclusivamente com infraestrutura do entorno (linhas de trem, rodovias de acesso aos estádios e policiamento urbano). Poderia ter isenção e terreno para alguns clubes que se destacarem com concessões de direito de uso do solo municipal por prazos longos (79 anos) a taxas simbólicas para a construção de seus complexos esportivos. Falta inserir a regra do 50+1 que sócios mantêm 50%+1 dos votos, vetam controle total por bilionários. Falta auditoria financeira implacável e inserir risco de rebaixamento por dívida/déficit. A Liga Brasileira deveria exigir que o clube social (associação sem fins lucrativos) detenha pelo menos 50% mais 1 voto da empresa de futebol profissional. Porque isso impede a compra total do clube por fundos internacionais ou investidores individuais e mantém o endividamento sob rígido controle corporativo, resultando nas folhas de pagamento mais sustentável. Falta estrutura para clubes operarem como sociedades comerciais (SAS - Société Anonyme Sportive). Falta órgão regulador de controle e gestão como se fosse tribunal de contas interno e se o plano financeiro do clube apresentar déficit operacional, não coberto por garantias bancárias do dono, a controladoria veda contratações ou rebaixa o clube administrativamente (como ocorreu com o tradicional Bordeaux e ameaças ao Lyon). A forma jurídica predominante dos times brasileiros poderia ser sociedade anônima e/ou (mista) sociedade comercial sob a regra 50+1.