O que aconteceu
Minha tia foi atendida em ***** na unidade Jardins do CEOT (Centro Especializado de Ortopedia e Traumatologia) pelo ortopedista *****, após procurar ajuda por fortes dores ortopédicas.
Durante a consulta, ela informou que trabalha sozinha em um material de construção, exerce atividade física pesada diariamente e contribui regularmente com o INSS. Após o atendimento, foi oferecido um procedimento de infiltração no valor aproximado de R$ 18 mil. Ela não aceitou.
Além disso, nos causou estranheza o fato de informarem que não emitem nota fiscal do atendimento.
Mesmo após um mês, ela continua com dores importantes e buscou orientação sobre afastamento das atividades laborais e possível auxílio por incapacidade temporária. Porém, por WhatsApp, a secretária/recepcionista afirmou simplesmente que a patologia não dá direito a auxílio-doença, sem qualquer nova avaliação médica, e voltou a oferecer o procedimento de infiltração.
A situação gerou enorme desconforto porque:
houve sensação de foco comercial excessivo no procedimento;
não houve orientação adequada sobre incapacidade laboral;
a afirmação sobre auxílio-doença foi feita por pessoa sem competência técnica para decidir isso;
e ainda persiste a dúvida sobre a não emissão de nota fiscal.
Gostaria de um posicionamento formal da clínica sobre:
a política de emissão de nota fiscal;
a orientação passada à paciente;
e o acesso ao prontuário e relatório médico da consulta.