O que aconteceu
Em março de 2026, contratei um plano familiar de 12 meses no Clube Esperia, no valor mensal de R$ 549,00, incluindo titular e dependente, sem aquisição de Título do Fundo Social.
Em 18/09/2026, o clube comunicou a aprovação de uma taxa para quitar uma dívida (ou algumas dívidas) que o Clube Esperia tem e emitiu 8 boletos de R$ 352,93, totalizando R$ 2.823,44. O primeiro venceu em 25/09, o segundo, em 10/10; e os demais, no dia 10 de cada mês.
No momento da contratação, não recebi informação clara e destacada sobre a possibilidade de cobrança adicional dessa magnitude. Embora o contrato mencione genericamente uma taxa extraordinária, não estabelece valor máximo, periodicidade ou critério objetivo.
O clube também informou que o não pagamento impedirá o acesso do titular e da dependente. Ainda tenho cinco meses do plano a usufruir e pretendo manter as mensalidades regulares de R$ 549,00 em dia. Assim, o clube pretende impedir o uso de um serviço contratado e pago por causa de uma cobrança adicional expressamente contestada.
Cerca de 100 consumidores encontram-se na mesma situação.
Solicito ao Procon:
1. Cancelamento dos 8 boletos e da cobrança total de R$ 2.823,44;
2. Manutenção do acesso de toda a família durante o período regularmente pago;
3. Proibição de bloqueio, negativação ou penalidade relacionada à taxa contestada;
4. Cancelamento de parcelas posteriores ao término do plano;
Resposta formal e fundamentada do clube