Não resolvido

SE VC TEM AMOR AO SEU ENTE QUERIDO, NÃO INTERNE NESSA CLÍNICA

COMUNIDADE TERAPEUTICA RESTAURACAO

cidade: São Paulo

O que aconteceu

ESPERO AJUDAR VÁRIAS FAMÍLIAS QUE AMAM SEU ENTE, A ESCOLHER UM BOM LUGAR PARA TRATAR DA SAÚDE MENTAL. LEIAM COM ATENÇÃO E TOMEM UMA DECISÃO CONSCIENTE!!!

No 01/05/******* pesquisei pela internet uma clínica para tratamentos psicológicos para um familiar. Encontrei o Grupo Águias da Vida, onde fiz uma triagem pelo aplicativo deles, o qual um atendente (Sr. Alexander), após ter conhecimento da saúde mental, diagnosticada pelo médico como esquizofrenia, pela qual procurávamos um tratamento especializado, nos encaminhou para a "Clínica": Comunidade Terapêutica Restauração/ Suzano.

Nessa triagem, apresentaram a seguinte "Metodologia de tratamento":

* Psiquiatria;

* Psicólogo;

* Terapia:

* Equipe de enfermagem:

* Monitoramento 24 h.

Disseram ainda que o tratamento é de 6 meses recomendado pela OMS, porém temos o período mínimo de 3 meses. Podendo ser feita a renovação de contrato caso a família e equipe achem necessário. Para esses serviços acima descrito cobraram um valor (X), porém cobraram um valor a parte para o serviço de "lavanderia" e outro valor alegando ser para o "teste Covid-19", dizendo ser obrigatório pela vigilância sanitária. Informaram que seriam realizados dois testes na entrada do paciente na unidade.

Mediante a toda essa informação, explicações e metodologia, optamos por visitar para uma possível internação, pois aparentava ser um local que fosse oferecer um bom tratamento ao sr. Maurício (ente querido).

No dia 05/05/*******, fizemos a visita no estabelecimento, sem a presença do paciente. Foi tudo agendado, com suporte do grupo Águias da Vida, onde fomos atendidos pelo Sr. Daniel.

Na visita foi tudo muito "lindo e maravilho", o Daniel falava com muita propriedade e mostrava um certo conhecimento no assunto. Visitamos parte do estabelecimento e demos uma prévia do diagnóstico clínico do paciente (Sr. Maurício). Após relatarmos o estado clínico do paciente, o Daniel disse que eles "clínica" teriam competência e conhecimento técnico para receber o Maurício e iniciar um tratamento clínico nele, pois também tinham outros pacientes com o mesmo diagnóstico.

Nesse mesmo dia, acabamos assinando o contrato, após uma "certa pressão", alegando não ser possível segurar a vaga até a quinta-feira (09/05/*******), pois era o dia que pretendíamos internar o Maurício.

Devido termos assinado o contrato no próprio dia (domingo) e já ter feito o pagamento da primeira parcela (mensalidade + exame covid + lavanderia), optamos por antecipar a internação do Mauricio e entramos com ele na segunda-feira (06/05/*******), à noite.

A regra do tratamento, cláusula de contrato, é que a primeira visita se daria apenas após 30 dias, onde com apenas 11 dias de internação, o Sr. Daniel entrou em contato com a Sra. Valdenir (mãe), que fosse retirar o Maurício urgente, pois ele estava mutilando seu órgão genital.

No dia seguinte, logo pela manhã, estivemos na "clínica" para entender o que estava acontecendo. Falamos com o Sr. Daniel, o qual com muita convicção afirmou a "tal mutilação" e ainda apresentou fotos. Também alegou que o Maurício tinha tido 4 convulsões numa única noite ao ponto de cuspir sangue.

Achamos tudo muito estranho, pois o Maurício nunca tinha se mutilado, ele tem 50 anos, e muito menos teve convulsões. Ao encontrarmos o Maurício, apenas 11 dias depois, deparamos com uma pessoa totalmente dopada e definhada. Encontramos hematomas do corpo dele, e reclamava de dores na costa e a língua dele estava toda "machucada".

Enfim, tivemos uma frustração, tristeza, amargura e impotência ao encontrar nosso ente querido em condições deploráveis, diferente de quando deixamos a 11 dias atrás.

Em relação a questão financeira, questionamos com o Daniel sobre o nosso reembolso, pois eles quem solicitaram a retirada do paciente, antes do prazo do contrato (apenas 11 dias). Ele disse que iria falar com o responsável pelo financeiro (Sr. Márcio). Daniel disse que tínhamos que retirar o Maurício para fazer uma microcirurgia, e disse que no momento não poderia ficar mais com o Maurício, pois ele oferecia "risco a sua própria saúde".

PRESTEM ATENÇÃO NESSA CONCLUSÃO:

Saímos da "clínica" e fomos diretamente no pronto socorro do Hospital Mandaqui/ Zona Norte - SP com o Maurício para tratar da "tal mutilação e cirurgia", onde para nossa surpresa e conforto, se tratava apenas de uma infecção. O médico também constatou uma infecção na língua dele, a qual pode ser decorrente de alimentos e bebidas sem as devidas higienizações. O médico (Dr. Daniel Medeiros - CREMESP: *******), passou alguns medicamentos e liberou-o.

Chegando em casa, constatamos que suas roupas vieram menos da metade, e totalmente sujas e com odor insuportável, para um lugar que oferecia serviço de lavanderia, isso é inadmissível! Os medicamentos, que deixamos para continuidade do tratamento, os quais são totalmente controlados, não foram devolvidos em sua integridade.

Entrei em contato por algumas vezes, com o Sr. Márcio (financeiro), mas não tive êxito na solução do reembolso. Sr. Márcio disse: "não temos porque se assustar com suas ameaças, ou de quem for".

Estamos tomando as devidas providências..

Interações da reclamação

  1. Reclamação encerrada e avaliada pelo consumidor

    Avaliação do consumidor

    Problema foi resolvido?Não
    Voltaria a fazer negócio?Não
    Nota do atendimento0

    Nada foi resolvido