Franqueado da ***** relata péssima experiência com falhas de engenharia, atrasos, desinformação e inclusão no *****

Em réplica
Maceió - AL
14/05/2026 às 21:38
ID: 248699929
Minha experiência com a ***** foi extremamente decepcionante.
Como franqueado, enfrentei diversos problemas: troca constante de supervisores, demora absurda nos retornos, falhas da engenharia e muita falta de alinhamento. O que era prometido no início acabou sendo totalmente diferente na prática.
Na época, um dos motivos que me fez fechar parceria foi a força da marca *****, mas depois perderam essa representação e tudo mudou. Hoje trabalham com marcas comuns do mercado e o suporte só piorou.
Além disso, ainda fui colocado no *****, mesmo tentando resolver as situações da melhor forma possível.
Fica aqui meu alerta para quem pensa em se credenciar: pesquisem muito bem antes de entrar. Analisem suporte, estrutura, compromisso e principalmente se a empresa realmente cumpre o que promete.
Minha experiência foi péssima e eu jamais indicaria.
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Resposta da empresa
15/05/2026 às 15:11
A Connect Energia Solar lamenta sua insatisfação, porém considera importante esclarecer alguns pontos mencionados em sua publicação, para que as informações sejam apresentadas de forma transparente.
Sobre a marca Elgin, esclarecemos que a Connect não perdeu qualquer representação. A própria Elgin encerrou nacionalmente a comercialização de módulos fotovoltaicos, fato que impactou todo o mercado solar, e não apenas nossa empresa. Inclusive, seguimos até hoje como assistência técnica autorizada da marca em nível nacional, mantendo nossa parceria ativa.
Em relação ao suporte e operação, a Connect segue atendendo normalmente sua rede de franqueados. Ressaltamos também que o senhor está há mais de 6 meses sem operação comercial ativa, sem realização de vendas, o que naturalmente limita sua vivência prática sobre os processos atuais da empresa, equipe e estrutura operacional.
Quanto às questões financeiras mencionadas, os valores relacionados ao apontamento no Serasa referem-se exclusivamente aos royalties mínimos previstos contratualmente, cláusula válida para toda a rede de franqueados, independentemente de faturamento. Esses valores existem justamente para manutenção da estrutura, suporte, sistemas, engenharia, marketing e demais custos operacionais da franqueadora.
Também esclarecemos que houve solicitações para isenção desses valores mínimos, porém não foi possível atender, uma vez que as regras contratuais são aplicadas de forma igualitária a toda a rede.
Por fim, reforçamos que nenhuma cobrança foi realizada de forma indevida, e que os vencimentos em aberto foram comunicados previamente diversas vezes antes de qualquer medida administrativa.
Seguimos à disposição para tratativas pelos canais oficiais, sempre com transparência, respeito e profissionalismo.
Réplica do consumidor
16/05/2026 às 12:30
Estamos surpresos com a narrativa apresentada por vocês de que teríamos permanecido mais de 6 meses sem atividade comercial ativa, pois os próprios registros demonstram o contrário.
Durante esse período, seguimos atuando comercialmente e cobrando suporte operacional em diversos projetos, incluindo os projetos ***** (*****), ***** (*****) e ***** (*****), entre outros, nos quais passamos dias solicitando informações à engenharia sobre aprovações, entradas e andamento dos processos, muitas vezes sem retorno adequado. Todas essas solicitações ficaram registradas nos canais e sistemas utilizados pela própria franqueadora, além dos nossos controles internos.
Inclusive, em 07/05/2026, enviamos documentação para solicitação de financiamento de um cliente (Depósito de Bebidas CNPJ *****), bem como houve movimentação comercial em 20/04 envolvendo cliente CPF *****. Portanto, a alegação de ausência total de operação comercial não reflete a realidade dos fatos.
Também é importante registrar que diversas dificuldades enfrentadas pela unidade contribuíram diretamente para a operação e para os resultados obtidos. O suporte de marketing sempre foi extremamente limitado, sem estrutura mínima de apoio à divulgação local. Nunca houve geração efetiva de demanda pela franqueadora, fazendo com que toda a prospecção dependesse exclusivamente da atuação do franqueado.
No aspecto operacional, enfrentamos problemas recorrentes com sistemas lentos, instabilidades e períodos fora do ar. Além disso, houve situações preocupantes relacionadas à exposição de informações comerciais dentro da plataforma. O sistema Sults, que funcionava adequadamente, foi substituído por outro sistema que não apresentou o desempenho esperado, tanto que posteriormente precisaram retornar ao Sults. Porém, após esse retorno, ficamos sem acesso, e nossa unidade foi desativada sem qualquer justificativa prévia.
No financeiro, também ocorreram atrasos em repasses que deveriam ter sido realizados, além de valores pendentes que só foram regularizados após cobranças insistentes da nossa parte.
Outro ponto que nunca ficou claro foi a desconsideração de vendas fechadas dentro do próprio mês. Tivemos casos em que a venda foi finalizada e o financiamento aprovado no último dia do mês e, ainda assim, fomos informados de que essa venda não seria considerada. Do nosso ponto de vista, a venda foi efetivamente realizada dentro do período correspondente.
Também tivemos prejuízos decorrentes da alteração da identidade visual da marca logo após o início da operação. Havíamos investido em uniformes e materiais impressos conforme orientação inicial e, pouco tempo depois, houve mudança da comunicação visual, gerando perdas financeiras adicionais para a unidade.
Por fim, reforçamos que nossa decisão de ingressar na franquia esteve diretamente relacionada à credibilidade e força da marca Elgin à época da contratação. Caso esse vínculo não existisse naquele momento, provavelmente não teríamos seguido com a adesão.
Existem ainda diversos outros pontos que poderiam ser relatados, mas acreditamos que os fatos acima já demonstram que houve, sim, atividade operacional da unidade, bem como uma série de dificuldades enfrentadas ao longo da parceria.