Negligência médica e recusa de informações sobre tratamento infantil no consultório Barakat

Não respondida
São Paulo - SP
12/11/2025 às 21:30
ID: 231761203
Médico Barakat nega informações, criança de 10 anos com 14 comprimidos por dia e exames só pioram.
Reclamação:
Minha filha de 10 anos está em acompanhamento no consultório do Dr. Barakat desde abril de 2025, levada sem meu conhecimento e sem meu consentimento pelo pai, o que já é extremamente grave, mas de total responsabilidade dele. Fui a primeira consulta apenas porque minha filha me ligou no dia.
Após a conduta médica, o consultório se recusou passar informações de mudanças e propósitos das medicações, falava só para o pai, informei ao consultório que, como mãe, deveria receber todas as informações sobre consultas, prescrições e condutas médicas, especialmente por se tratar de uma criança. No entanto, o consultório, por meio do gerente *****, comunicou que não me forneceria nenhum tipo de informação, orientando que eu tratasse com a advogada deles. Ou seja, negam informações essenciais sobre a saúde da minha filha, violando qualquer princípio ético básico.
Desde abril até novembro, minha filha vem sendo medicada com 14 comprimidos por dia, sob o argumento de que isso resolveria problemas de insulina, atenção e sono.
O resultado?
Nenhuma melhora. Na verdade, os exames dela pioraram consideravelmente.
De uma criança saudável, passou a apresentar infecção urinária de repetição, possivelmente pela sobrecarga de medicamentos nos rins, segundo outras médicas que a avaliaram.
O consultório já recebeu mais de R$ 40 mil do pai com a promessa de emagrecer uma criança de 10 anos algo que, por si só, já deveria ser visto com total responsabilidade ética por qualquer profissional sério. Além disso, a insulina da minha filha foi negligenciada, mesmo após tantos meses e altas doses de remédios, os exames pioraram consideravelmente.
Quando, como mãe, questiono e peço informações, sou tratada como se reclamar fosse errado.
Errado é:
medicar uma criança de forma ecessiva;
ignorar piora nos exames;
negar informações à mãe;
colocar o faturamento acima da saúde de uma menor;
transformar um tratamento em um processo de desgaste emocional da menina, tendo em vista que a ansiedade dela só aumentou nesse período, e risco físico.
Estou registrando aqui porque sequer consigo exercer meu direito básico de ser informada sobre o que minha filha está tomando. E, principalmente, para alertar outros pais: o consultório se recusa a prestar informações, mesmo quando a saúde da criança está se deteriorando.
Quero uma resposta formal, transparente e imediata do consultório.