O que aconteceu
Econoroeste: quase um mês, três reclamações e um animal que parece ter sido incorporado à paisagem
Vamos à cronologia, para que não haja dúvidas.
30 de setembro: encaminhei uma reclamação por e-mail à Econoroeste.
9 de outubro: registrei uma segunda reclamação, por meio do Reclame Aqui.
14 de outubro: diante da ausência de solução, registrei uma terceira reclamação, novamente pelo Reclame Aqui.
O motivo? O cadáver de um animal, em avançado estado de decomposição, permanece no acostamento da rodovia SP-333, sentido oeste, entre os quilômetros 120 e 121.
Três manifestações. Dois canais de atendimento. Quase um mês de espera desde o primeiro contato.
E o animal continua lá.
Diante de tamanha persistência, começo a me perguntar se a Econoroeste estaria aguardando algum fenômeno extraordinário. Talvez imagine que, com o passar dos dias, o animal deixe de exalar mau cheiro, desapareça misteriosamente ou, quem sabe, seja incorporado ao próprio asfalto. Seria uma solução bastante econômica, embora a realidade ainda não tenha demonstrado qualquer disposição para colaborar.
Na vida, estamos sempre diante de escolhas: sim ou não, branco ou preto, verdade ou mentira, certo ou errado. Também precisamos escolher entre agir diante de um problema ou permanecer em silêncio enquanto ele continua existindo.
Neste caso, depois de três reclamações, o silêncio da empresa já não pode ser tratado como um simples detalhe administrativo. O que se vê, na prática, é que as manifestações feitas até agora não produziram o resultado mais elementar que se poderia esperar: a remoção do animal.
É curioso observar como uma concessionária responsável por serviços rodoviários pode conviver por tanto tempo com uma situação tão concreta, visível e desagradável, enquanto o cidadão precisa insistir repetidamente para tentar obter uma providência básica.
Fala-se muito em profissionalismo, qualidade dos serviços e responsabilidade social. São expressões importantes, mas que perdem o sentido quando não se traduzem em ações. Afinal, existe uma distância considerável entre apresentar-se como uma empresa profissional e demonstrar profissionalismo na execução dos serviços.
Por isso, pergunto à Econoroeste:
Quantas reclamações são necessárias para que uma providência seja tomada?
Existe algum prazo para a remoção do animal ou devemos aguardar que a natureza conclua, sozinha, um serviço que permanece pendente?
E, depois de três manifestações, a empresa pretende finalmente resolver o problema ou continuará apostando no silêncio como estratégia de atendimento?
Não espero outra resposta padronizada, tampouco uma justificativa genérica. Espero uma providência concreta: a remoção do animal, a limpeza adequada do local, se necessária, e uma resposta que informe o que efetivamente foi feito.
Afinal, entre profissionalismo e amadorismo existe uma diferença fundamental: não é o nome que se dá ao serviço, mas a qualidade do resultado que se entrega.
A Econoroeste já teve três oportunidades de tomar conhecimento do problema. O que ainda falta para que tenhamos a oportunidade de ver uma solução?
Porque o animal continua lá. E o mau cheiro, infelizmente, não parece ter recebido a orientação de aguardar o prazo de resposta da empresa.
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Problema foi resolvido?NãoVoltaria a fazer negócio?NãoNota do atendimento0Perhaps you only understand English; here you go:Econoroeste: nearly a month, three complaints, and an animal that seems to have become part of the landscape.Lets look at the timeline, toправление any confusion.September 30: I sent a complaint via email to Econoroeste.October 9: I filed a second complaint through the platform *Reclame Aqui*.October 14: Given the lack of a solution, I filed a third complaint, once again via *Reclame Aqui*.The reason? The carcass of an animal, in an advanced state of decomposition, remains on the shoulder of the SP-333 highwayheading west, between kilometers 120 and 121.Three formal complaints. Two different communication channels. Nearly a month of waiting since the initial contact.And the animal is still there.Faced with such persistence, I begin to wonder if Econoroeste is waiting for some extraordinary phenomenon to occur. Perhaps they imagine that, as the days pass, the animal will stop emitting a foul odor, vanish mysteriously, orwho knowsbecome incorporated into the asphalt itself. That would certainly be an economical solution, though reality has yet to show any willingness to cooperate.In life, we are constantly faced with choices: yes or no, black or white, truth or lies, right or wrong. We also have to choose between taking action when faced with a problem or remaining silent while it continues to exist.In this case, after three complaints, the companys silence can no longer be dismissed as a mere administrative oversight. In practice, it is clear that the complaints filed thus far have failed to produce the most basic outcome one would expect: the removal of the animal.It is curious to observe how a concessionaire responsible for highway services can coexist for so long with such a concrete, visible, and unpleasant situationwhile a citizen is forced to insist repeatedly just to get a basic measure taken. There is much talk about professionalism, service quality, and social responsibility. These are important terms, but they lose their meaning when they are not translated into action. After all, there is a significant gap between presenting oneself as a professional company and actually demonstrating professionalism in the delivery of services.Therefore, I ask Econoroeste:How many complaints are required before any action is taken?Is there a set timeframe for the removal of the animal, or are we expected to wait for nature to resolve, on its own, a matter that remains pending?And, after three separate communications, does the company intend to finally address the issue, or will it continue to rely on silence as its customer service strategy?I am not looking for another canned response or a generic justification. I expect concrete action: the removal of the animal, proper cleaning of the area (if necessary), and a response detailing exactly what has been done.Ultimately, there is a fundamental difference between professionalism and amateurism: it is not what you call the service, but the quality of the result delivered.Econoroeste has already had three opportunities to become aware of this problem. What more is needed for us to finally see a solution?Because the animal is still there. And the foul odor, unfortunately, does not seem to have received instructions to wait for the companys response timeline.