O que aconteceu
Em meados de maio de *******,
procurei a ASSOCIAÇÃO DOS MUTUÁRIOS DE MINAS GERAIS (AMMINAS),
representada pela DR. ELOISA FERREIRA NOGUEIRA, brasileira, casada,
advogada, inscrita na OAB/MG sob o número 93.*******; atualmente com escritório na *******.******* salas ******* e *******- Bairro Barro Preto Belo Horizonte/MG CEP: 30.************** Telefones:******* e ******* **************, e-mail: *******, para que fosse feita uma ação judicial para revisão das prestações de um imóvel que eu possuía na cidade de Lagoa Santa.
O processo foi aberto. Fui orientado a abrirmos uma conta judicial para os depósitos mensais de valores incontroversos relativos à prestação do imóvel.
No decorrer do período eu perdi a ação, foi feito recurso entretanto
eu perdi também o imóvel, pois, este foi consolidado pela Caixa Econômica
Federal e ele já foi até vendido em leilão. O processo continuou em vigor na tentativa de retomada, sem sucesso, porém em novembro de *******, solicitei o cancelamento do processo para que eu pudesse ter meu dinheiro de volta.
Importante frisar que o valor não se trata de indenização ou de danos ou algum êxito sequer na ação, e sim valores que tirei do meu bolso para
pagar a prestação através de deposito judicial. Informo ainda que paguei a
associação pelo serviço prestado.
A partir deste período comecei a acompanhar de perto a liberação do alvará, até que o juiz liberasse o valor montante que estava na conta judicial.
Foi um longo processo, em que eu ficava acompanhando passo a passo do
processo, várias ligações e e-mails trocados, inclusive eu mesmo enviei
e-mail a secretaria da vara federal onde estava meu processo, com o intuito de resolver o mais breve o possível. Veio a pandemia e comecei a necessitar mais ainda do valor, pois sou representante comercial (autônomo), tenho um filho de 04 anos,
pago aluguel e sou arrimo de família.
Assim na data de 14/12/******* o valor apurado na conta judicial de
R$ 25.*******,10, foi creditado na conta da Dr. Eloísa Ferreira Nogueira. No dia 17/12/******* comecei a fazer diversos contatos na Amminas para que pudessem me orientar sobre a efetivação da transferência em minha conta, já informado a Amminas em e-mails trocados.
Neste mesmo dia 17/12/*******, a Dr. Eloisa mencionou em contato
telefônico que estava tendo problemas na conta da CEF para transferir o valor total, disse que tinha um limite de até R$ 5.*******,00 por dia para fazer um Pix.
Propus a ela que poderia então fazer todos os dias esta transferência de seu
limite diário, até acabar o valor total a me pagar. Ela ficou de acordo, porém
passaram-se alguns dias e nada do dinheiro cair em minha conta. No dia
21/12/******* ela transferiu via Pix, o valor de R$ 3.*******,00 e após esta data mais nenhum outro valor até o momento.
No início de janeiro de ******* retomei os contatos com a Amminas,
e o recepcionista Martins, mencionou que a Dra. Eloisa estava de Covid-19
desde o Natal e que passaria o recado a ela para que pudesse me retornar.
Foram várias tentativas de contato sem êxito. No decorrer desses contatos,
propus também, além do pagamento parcial, um boleto no valor total, já que estava tendo problemas na transferência, entretanto sem lograr êxito.
Com o silêncio da Dr Eloísa, em não me retornar e nem responder
aos meus e-mails, tudo isso começou a me levar a crer que a mesma está agindo de má fé com apropriação indébita de um bem que é meu por direito.
Até hoje, dia 03/01/*******, um pouco mais de 2 anos, após assumir que [Editado pelo Reclame Aqui] meu dinheiro, eu ainda não recebi o valor total.
Inadmissível que a OAB ainda esteja de acordo com as atitudes desta advogada que deveria perder seu direito de exercer sua profissão.