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Saiba como jogar games clássicos através de emuladores
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Saiba como jogar games clássicos através de emuladores

Atualizado em: 24/05/2025

Anda com vontade de aproveitar uns games clássicos? Ou de jogar algum battle royale mobile no desktop? Os emuladores servem justamente para isso. São capazes de rodar aplicações em um sistema para o qual não foram originalmente projetadas.

Os programas têm todo tipo de uso. Desenvolvedores podem ter a necessidade de testar aplicações Mac em um ambiente Windows, por exemplo. Em vez de procurar uma máquina com outro sistema operacional, basta apostar na emulação.

Um dos pontos fortes é o fato de o emulador ultrapassar limitações de hardware e controles, também sendo usados para produzir jogos novos em videogames descontinuados. Você já vai descobrir como apostar nos emuladores.


O que são emuladores?

Os emuladores aparecem com mais frequência no universo dos videogames e trazem à tona a possibilidade de rodar os jogos em outros hardwares. Já nos anos 90 existiam exemplos de emuladores, emulando parcialmente os consoles da Nintendo.

Assim, os programas mais avançados conseguiam reproduzir o NES, o SNES e o Game Boy. O avanço da internet popularizou a tecnologia, já que as imagens ROMs — versões virtuais dos jogos comercializados nos cartuchos — se tornaram acessíveis e compartilháveis.

Já no final dos anos 90, o UltraHLE, um emulador de Nintendo 64, foi lançado. Essa foi a primeira vez em que um programa de computador se mostrou capaz de rodar os jogos de um console atual, coisa que se repetiria outras vezes — principalmente em lançamentos da Nintendo.


O que pode ser emulado?

Atualmente, nenhum emulador disponível para o público é capaz de rodar jogos dos consoles da nova geração, lançados após 2019. Mas alguns consoles da geração passada, como Nintendo Wii U e Switch, podem ser emulados com uma qualidade razoável, revelando até onde vai a tecnologia.

Embora esses programas funcionem bem apenas em hardwares robustos, a maior parte dos emuladores voltados a consoles antigos tem bom desempenho em dispositivos extremamente modestos. Os celulares Android mais velhos, por exemplo, já são capazes de rodar emuladores de PS1.

O mesmo vale para o Nintendo 64 e para os consoles mais antigos: NES, SNES, Mega Drive, Atari e por aí vai. Portáteis, como o Nintendo DS, não costumam ser muito exigentes graficamente e também funcionam em quase todo tipo de dispositivo. Você ainda pode contar com uma jogabilidade completamente diferente em battle royales como Free Fire, graças a emuladores do sistema Android como o BlueStacks.


Em que pontos é preciso ficar de olho?

O primeiro ponto em que vale prestar atenção é na hora do download. O ideal é optar pelo site oficial e tomar cuidado com links maliciosos. Vale ter em mente que os emuladores em si são legais e não têm nenhum código patenteado.

Mas o mesmo não vale para a BIOS (uma espécie de reprodução do sistema original do videogame) e para as imagens ROMs e ISO, estando sujeitas aos direitos autorais. Uma forma de contornar isso é fazendo dumping de jogos que você já possui para uso pessoal ou adquirindo em uma loja oficial, como o Free Fire no BlueStacks via Play Store.

Os emuladores servem como uma alternativa para quem prefere jogos nostálgicos ou quer apostar no mobile com outra jogabilidade. Embora tenham exatamente as mesmas funções, os programas contam com interfaces diferentes e talvez você precise dedicar algum tempo para aprender a usar.


Agora que você já tem uma breve noção de como funcionam os emuladores, que tal dar uma curtida nos games que fizeram história? E para mais conteúdos, não esqueça de acessar a nossa página!


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Paguei o meu boleto e ainda não recebi minha compra. O que fazer?

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24/05/2025

Dicas Free Fire: comece mandando (muito) bem no jogo!

Apesar do sucesso comercial, Free Fire pode confundir quem não está acostumado aos jogos de battle royale. Geralmente, trazem referências de jogos online de sobrevivência em uma jogabilidade que se aproxima do gênero last man standing. Para os players acostumados com sucessos como PUBG, Fortnite e Apex Legends, a adaptação pode ser mais fácil. Ainda assim, existem algumas dicas de Free Fire que podem facilitar a sua vida. O jogo foi originalmente desenvolvido para celulares, mas você pode rodar no computador com a ajuda de um emulador. Por exemplo, o BlueStacks, um programa feito para rodar aplicativos da Play Store no Windows. Já que boa parte dos players não é tão familiarizado com as telas touch screen, contar com a possibilidade de usar teclado e mouse pode dar um up no desempenho. Na aplicação, há a simulação do ambiente Android, com um ícone indicando a loja oficial do sistema do robô verde e você ainda tem a opção de instalar aplicações APKs avulsas. Mas independentemente da plataforma, quer conhecer as principais dicas de Free Fire para mandar bem no battle royale da Garena? É só continuar por aqui! O que é Free Fire? Free Fire teve seu primeiro beta lançado em 2017, com uma proposta muitos simples. Até cinquenta jogadores saltam de paraquedas e, a partir daí, devem eliminar os outros personagens e garantir a própria sobrevivência. Isso, dentro de uma logística de busca de armas e suprimentos, assim como de localização de regiões seguras. A aplicação foi inspirada no battle royale PUBG e se tornou um sucesso comercial. Funciona em terceira pessoa e você precisa realizar um login para começar a jogar. O jogo tem um público tupiniquim enorme, explicado pelos baixos requisitos para funcionar. Por isso, pessoas com smartphones menos robustos também podem se divertir. Isso fez com que a Garena aproximasse o seu battle royale cada vez mais do país, acrescentando vários personagens brasileiros. Por exemplo, o soldado Miguel, com uma caracterização similar à do Capitão Nascimento de Tropa de Elite. Até o DJ Alok tem sua representação em Free Fire, sendo um personagem jogável. Alguns mapas também contam com referências brasileiras, como Brasília em Purgatório, e Santa Catarina em Kalahari. Como Free Fire funciona? Uma das primeiras coisas que cada jogador faz costuma ser a busca pelos loots, os itens que ficam disponíveis no mapa. Para isso, os players até criaram um termo: “lootear”, o ato de pegar rapidamente as coisas mais valiosas. O jogo acontece em alguns mapas. Bermuda é o primeiro a ser lançado e é inspirado nas ilhas do Triângulo das Bermudas. É um dos favoritos do público. Outro mapa, um pouco menor e mais voltado para trocação, é o Kalahari. Foi inspirado no deserto com o mesmo nome localizado no sul da África. Por fim, há o extenso Purgatório. É dividido por um rio. Existe uma extensão do cenário não acessível nas partidas normais, mas que aparece na Hora do Rush, um evento especial com área reduzida e menos jogadores. Um dos pontos que chama a atenção no Free Fire é a competição profissional, batendo recordes de audiência no streaming do YouTube brasileiro. A equipe nacional mais conhecida é a LOUD, chegando a bater 1 bilhão de visualizações na rede. O time representa o Brasil na Free Fire World Series e já em 2019 se destacava nos campeonatos. Outro nome conhecido é o Bruno “Nobru”, do Corinthians, eleito o melhor player do mundo em 2019. Quem criou o Free Fire? Diferentemente do que muitos pensam, o Free Fire não foi criado pela singapurense Garena, mas pela modesta desenvolvedora vietnamita 111 Dots Studio. A produtora é a responsável apenas pela publicação. Essa também publicou outros jogos de renome, como o conhecido League of Legends. O beta aberto publicado em 2017 já causou impacto positivo antes mesmo da versão oficial. Assim, o battle royale alcançou popularidade principalmente nos países em que a maior parte dos usuários conta com smartphones modestos, graças à boa adaptação. Há tantos usuários brasileiros que o país conta com um servidor exclusivo. Por isso, o game também é fonte de inclusão social. Não há exigências robustas de software e você pode se divertir até com dispositivos antigos. Isso porque é possível rodar o jogo a partir do Android 4.0, lançado originalmente em 2011. Assim como outros battle royales, os desenvolvedores fizeram questão de criar vários modos. Na ilha de treinamento, você pode aprimorar suas habilidades. No modo clássico, você pode jogar solo ou em “squad”, um grupo que joga em parceria. Ainda há as partidas ranqueadas, o modo competitivo em que os jogadores acumulam pontos e patentes. Por fim, o contra squad, em que duas equipes se enfrentam. O que não fazer durante uma partida? Embora a prática traga boa parte das manhas necessárias para se dar bem, existem alguns erros que quem está começando costuma cometer. O primeiro acontece antes mesmo do jogo começar. No lobby, a principal dica de Free Fire que vale levar em conta é prestar bastante atenção nos itens. Boa parte deixa esses detalhes passarem despercebidos e só se dão conta no meio da partida. No início, o ideal é lootear de forma prudente. Às vezes, iniciantes confundem o ritmo dos FPS online com os dos battle royale e acabam se expondo à trocação de forma mais inconsequente. O problema é que essa é uma forma de voltar rapidamente ao lobby. Nesse sentido, partir para o combate só faz sentido quando há o mínimo de equipamento para ter alguma vantagem. Ainda assim, fugir da trocação imprudente não significa evitar o combate o tempo todo. Em algum momento, você vai precisar entrar em confrontos para treinar sua habilidade em tiro, uma das mais importantes do jogo. Por isso, tenha sempre um objetivo em mente. Se for treinar ou jogar no “rushadão”, usando uma estratégia mais agressiva e combativa, os lugares mais povoados podem ser os mais indicados. Por fim, evite correr sempre com a arma equipada, já que sua movimentação fica mais lenta. Escolha bem o seu local de salto Geralmente, iniciantes costumam ser facilmente eliminados pelos experientes. Por isso, rushar não é uma boa ideia no começo das partidas. A primeira dica de Free Fire é começar com uma estratégia defensiva, evitando se expor e procurando zonas mais tranquilas. Seguir a linha do avião provavelmente vai fazer com que você encontre muitos adversários. Às vezes, as cidades, vilas e regiões com mais itens também são as mais povoadas. Por isso, procure levar o risco em conta. No mapa Bermuda, por exemplo, cada área conta com benefícios e cuidados próprios. Shipyard tem vários itens e é um bom lugar para lootear, mas os guindastes costumam atrair jogadores que gostam de “camperar”, ficar de tocaia esperando os adversários passarem. Já Riverside, é uma região urbanizada frequentemente alvo de rush e com pouca cobertura. Kalahari costuma ter a Pedra do Baú como zona isolada para procurar segurança. O submarino, por sua vez, tem bastante possibilidade de loot, assim como trocação. O Cemitério de Elefantes é um meio termo, permitindo lootear com algum nível de cobertura. No Purgatório, Mableworks conta com itens de boa qualidade e tem vários esconderijos, embora seja mais procurada pelos players. Já Brasília, mais uma referência tupiniquim, é disputada e tem bastante opção de loot. Evite ficar parado Free Fire não notifica os jogadores quando estão dentro da mira de algum adversário e nem sempre é possível ver o outro personagem. Por isso, se você não estiver coberto ou camperando, evite ficar parado. Isso porque a movimentação torna a tarefa de acertar um oponente mais difícil. É principalmente mais complicado para os que querem “subir capa”, acertar um headshot. Assim, o ideal é se familiarizar com o HUD, a interface de botões do Free Fire. Desse modo, você evita os erros que podem aparecer na hora de se movimentar rapidamente. A Ilha de Treinamento costuma ser um bom lugar para isso. Caso queira mudar algum controle, pode ir em “configurações” e procurar a aba “controles”. Um comando que pode facilitar sua vida é a troca rápida de armas. Por meio dele, você interage com um botão que permite mudar entre os dois equipamentos com apenas um toque na tela. Em confrontos com um oponente próximo, o recurso pode facilitar sua vida. Você também pode evitar manter o botão de atirar apertado. A razão é o fato de manter o personagem parado, facilitando a reação dos adversários. Repare nas armas Os battle royales mais famosos do mercado costumam ter uma variedade grande de armas e o Free Fire não é diferente. Você pode encontrar rifles snipers, fuzis de assalto, escopetas, submetralhadoras, pistolas e lançadores. Há três slots: um para pistolas e outros dois para qualquer tipo de arma. Assim, uma dica de Free Fire válida é se manter preparado para vários tipos de combate. Procure apostar em pelo menos uma arma para longa distância, como snipers, e outra para longa, como submetralhadoras. Ainda vale observar seu estilo. Se você não gosta de rushar e tem uma estratégia mais defensiva, pode investir nas opções de longa distância. Mas em cenários mais combativos, as que contam com dano mais alto são mais efetivas. Embora a espingarda de assalto seja efetiva a média e longa distância, nem sempre é fácil de controlar durante o disparo. As escopetas provocam um dano bem alto, mas é preciso estar próximo. As snipers pintam entre as mais procuradas, ainda que não sejam fáceis de encontrar no mapa. Já as pistolas, não são muito úteis por sua efetividade estar unicamente em confrontos próximos. Por fim, as submetralhadoras têm uma cadência alta e funcionam bem em curta distância. Essa é familiar para a maior parte dos jogadores habituados aos jogos FPS tradicionais. Cuide da sensibilidade Embora possa parecer inicialmente um detalhe pouco importante, a sensibilidade tem peso na hora de acertar os tiros mais difíceis e subir capa. O jogo conta com configurações que permitem ajustes em relação aos movimentos e às miras. Os valores vão de zero a 100 e você pode ter uma experiência diferente se jogar com periféricos em um emulador, por exemplo. Aqui, há vários tipos de sensibilidade. A geral diz respeito aos movimentos direcionais dos personagens, também influenciando na mira padrão. A Red Dot define a mira ponto, quando a arma não conta com acessórios. A Mira 2X é a de submetralhadoras e rifles de assaltos, sendo o zoom em duas vezes da mira comum. A 4X segue a mesma lógica, sendo a ampliação em quatro vezes. Por fim, há a AWP. Essa define a mira dos snipers. Aqui, vale reparar no tipo de dispositivo que você está usando. No iOS, por exemplo, os players costumam perceber o toque como mais sensível, fazendo com que valores medianos sejam mais recomendados. Isso, principalmente em relação às miras ampliadas dos dispositivos que rodam Android. Escolha os personagens certos Um dos pontos que chamam a atenção no Free Fire é a variedade e a criatividade dos personagens. Além dos brasileiros que já citamos, o jogo conta com várias outras opções inspiradas em pessoas reais. O jogador Cristiano Ronaldo, por exemplo, conta com sua própria representação no game, atendendo pelo nome Chrono. Com seu “escudo tunado”, a versão virtual do atleta chegou a ser nerfado por ser uma opção “apelona”. Cada personagem conta com habilidades específicas e é indicado para perfis diferentes. Kelly, por exemplo, tem uma velocidade aumentada em até 6%, sendo indicada para os players que buscam agilidade. Paloma pode carregar certas munições sem demandar espaço na mochila, enquanto Hayato pode tem o sistema de danos modificado. Alok tem uma habilidade que faz sentido para um Dj: a “som na caixa”, aumentando sua velocidade e regenerando o HP dos parceiros próximos. O personagem Andrew, que a comunidade costuma atribuir sua inspiração ao personagem John Wick interpretado por Keanu Reeves, é mais resistente a danos. O battle royale permite equipar habilidades secundárias de outros personagens, trazendo mais liberdade às escolhas. Tome cuidado com airdrops Os airdrops são caixas repletas de itens importantes que literalmente caem do céu. Geralmente, emitem uma luz que pode ser vista do outro lado do mapa, sendo encontrada facilmente. A opção pode facilitar a vida de jogadores com poucos loots, já que é possível encontrar armas, coletes, silenciadores e por aí vai. O problema é que você provavelmente não vai ser a única pessoa a procurar um airdrop. Por isso, os jogadores desprevenidos podem ser alvos fáceis se irem em busca das caixas com pouco cuidado. Aqui, uma das dicas de Free Fire é ir na surdina ou evitar a busca dos itens, já que o lugar provavelmente vai ser muito visado. Caso você mesmo queira chamar um airdrop, o processo é simples. Durante a partida, há um carregador simbolizado pelo ícone de sinalizador no lado esquerdo. Quando a opção estiver habilitada, basta ativar e selecionar o lugar da queda. Vale lembrar que a caixa produz dano — se você for atingido pela caixa, vai ser eliminado. Por ficar sinalizado para os outros players, provavelmente o lugar vai ficar povoado de gente. Por isso, procure selecionar bem a localização. Regiões mais remotas e isoladas são as ideais. Ainda é possível camperar e usar um airdrop como uma armadilha para pegar os adversários. Torne a jogatina mais divertida O Free Fire conta com várias opções de personalização para tornar a jogatina mais divertida e interessante. Se você reparar nos jogadores parceiros da Garena, vai ver que contam com um V, simbolizando que são perfis verificados. Você pode usar um ícone que imita o original, colando o símbolo Ⓥ. Basta ir nas informações do jogador e alterar o apelido. Você também pode personalizar e estilizar sua assinatura com cores. Basta ir nas informações do jogador e inserir códigos de cores antes das palavras. Por exemplo, se você quiser tornar o termo “fulano” em itálico e amarelo, basta escrever “[i][f0ff00]fulano”. Ainda assim, a forma mais comum de personalização é o uso de skins, velhas conhecidas dos entusiastas de jogos online. Os itens aparecem pela compra de diamantes, pelo cumprimento de missões e por várias outras atividades. Outras pintam em eventos como Natal e Dia das Mães. Os desenvolvedores são criativos e existem inúmeras inspirações. La Casa de Papel, camisetas de futebol, One Punch Man e até Predador já foram contemplados. Escolha um bom dispositivo O battle royale da Garena é democrático e pode ser rodado nos dispositivos mais modestos. Mas caso você queira uma experiência melhor, a dica é apostar em opções robustas. Há várias alternativas intermediárias. O Moto G9 Plus tem uma tela grande que pode ser confortável para quem quer ter uma visão melhor dos mapas, contando com um processador Snapdragon e uma bateria mais potente para acompanhar as exigências da tela. O LG Velvet também é uma smartphone intermediário com telona e display OLED. As imagens são em Full HD+ e você também vai contar com uma resolução que não deixa a desejar na hora de visualizar os cenários do jogo. Caso você queira uma opção da Samsung, a sul-coreana conta com o Galaxy A72 como uma das principais opções intermediárias. Apesar da tela um pouco melhor, costuma sobrar espaço para acompanhar os movimentos do jogo. Caso você queira apostar no desempenho e gastar um pouco mais, o Galaxy S21 e o iPhone 12 Pro estão entre os melhores hardwares do mercado, servindo como opções para o futuro Free Fire Max. Se não quiser apostar em um smartphone mais potente e o seu celular não rodar bem a versão atual do game, não se preocupe. A Garena está desenvolvendo o Free Fire Lite, uma versão ainda mais leve do jogo. Mande ver no endgame Se você já explorou algumas partidas online, talvez tenha reparado em como o jogo segue mais ou menos a mesma dinâmica ao longo dos jogos. Há o loot inicial, a movimentação após o looteamento, que os gamers costumam chamar de “rotação”, e o endgame. Uma das dicas de Free Fire que você pode seguir é priorizar um bom posicionamento na “safe”, a área segura que pinta no mapa. Assim, você pode economizar recursos e marcar os times fora da zona. Às vezes, os players ficam preocupados em eliminar os adversários e esquecem que a posição é importante. Se você joga interagindo com o squad, vale apostar em uma boa comunicação. Priorizar a qualidade das informações para ajudar a equipe a encontrar boas estratégias para o booyah. O ideal é ser o primeiro a disparar. Isso porque, nas zonas finais, a maior parte dos adversários vai estar com nível alto de equipamentos. Às vezes, ser discreto é uma boa estratégia, segurando o ímpeto de rushar nos poucos oponentes disponíveis. Assim, você não entrega sua localização e segue em uma posição privilegiada. O “gás”, a zona que reduz aos finais da partida, costuma ter dinâmicas próprias e jogar de costas para seu limite frequentemente é uma vantagem. Acompanhe mais dicas de Free Fire Ter em mente as dicas de Free Fire pode facilitar a sua vida ao lidar com players mais experientes. Embora a jogabilidade não seja complicada e a interface seja relativamente simples, saber por onde começar aumenta as chances de se dar bem nas ranqueadas e conseguir as patentes mais altas. Se você quer acumular diamantes e evoluir rapidamente, pode fazer facilmente as compras via Gowd. Não se esqueça de que Free Fire é sobretudo uma forma de entretenimento e diversão. Por isso, atitudes agressivas não devem ganhar espaço entre os players. Invista nos jogos como uma forma de socializar e competir, não de fazer inimigos. Você pode acompanhar as lives dos pro-players para pegar algumas dicas de Free Fire. O Instagram do Gowd, está sempre postando conteúdos interessantes e fazendo transmissões. Gowd apoia a comunidade gamer e é especialista na monetização de jogos digitais, além de dar suporte para a compra de diamantes no Free Fire. Você pode conhecer as vantagens dos meios de pagamento no acessando o site!

31/03/2025

Compra desconhecida em meu cartão de crédito.

Caso você desconheça uma compra em sua fatura, verifique se ela não foi feita por um terceiro. É importante verificar se alguém próximo a você utilizou os dados do seu cartão sem o seu conhecimento. Em alguns casos, isso pode ocorrer. De qualquer forma, é muito importante que você entre em contato com a administradora do seu cartão de crédito para que eles possam tomar as devidas providências. Ainda precisa de ajuda? Entre em contato com o Gowd através do nosso canal de atendimento. E-mail: atendimento@ gowd.com | WhatsApp: (44) 98867-7251

24/05/2025

Solicitei um reembolso e ainda não recebi. Qual o prazo?

Se já fez sua solicitação de reembolso, o prazo de devolução é de 1 a 3 dias úteis . Geralmente fazemos antes do prazo final, mas se ainda estiver dentro desse período basta aguardar e receberá o estorno em sua conta bancária o mais breve possível. Esse prazo é válido para estorno de pedidos via Pix, Ted ou Boleto. Já em casos de pedidos via cartão de crédito, o prazo de estorno pode variar de 1 a 2 faturas, a depender da sua operadora de cartão. Ainda precisa de ajuda? Entre em contato com o Gowd através do nosso canal de atendimento. E-mail: atendimento@ gowd.com | WhatsApp: (44) 98867-7251

24/05/2025

Tive minha conta banida. E agora?

Nós, somos apenas intermediadores de pagamento, então não temos acesso para verificar sua plataforma online. Por favor, entre em contato no suporte do site onde tem sua conta e verifique com eles o motivo e se é possível reverter o seu banimento. Ainda precisa de ajuda? Entre em contato com o Gowd através do nosso canal de atendimento. E-mail: atendimento@ gowd.com | WhatsApp: (44) 98867-7251

24/05/2025

Jogos que não podem ficar de fora de sua lista!

Os apaixonados por games não conseguem ficar um momento livre sem aproveitarem para jogar, não é mesmo? Qualquer brecha é boa para aproveitar e curtir alguns jogos casuais. Os dispositivos móveis são, assim, ótimos aliados dos gamers de plantão. Por isso, seu aparelho deve ter sempre algum game deste tipo, para não ficar na mão nesses momentos. Confira os jogos mais incríveis e viciantes que não podem ficar de fora do seu smartphone. Boa leitura! Among Us Um dos jogos casuais mais baixados para smartphone, o Among Us não pode ficar de fora do seu celular! Esse game de sobrevivência permite juntar equipes de 10 pessoas para uma party. Nela, até 3 pessoas são impostoras e o papel dos demais jogadores é identificá-los, antes que eles matem vocês. Quando alguém morre, os participantes devem discutir quem pode ser o potencial responsável e realizam uma votação de emergência. A partida acaba quando: Todos os objetivos da nave são realizados; Quando se encontram todos os impostores; Quando o impostor assassina outros adversários. Pokemon GO Você com certeza lembra-se da febre que foi quando Pokemon Go foi lançado, não é mesmo? Milhares de pessoas indo às ruas para caçar os seus pokemons. Os motivos pelos quais esse jogo é um queridinho dos gamers não são poucos: É um jogo de realidade aumentada; Tem o fator nostalgia para quem viveu a febre Pokémon no início dos anos 2000; Você consegue jogar enquanto está indo para aula ou trabalho; Você pode fazer novos amigos durante as caçadas. Candy Crush O Candy Crush é um dos jogos casuais mais famosos, principalmente, porque ele possui uma facilidade de partidas rápidas, o que garante aos seus jogadores a possibilidade de aproveitarem uma partida a qualquer momento. Ele possui um modelo puzzle, no qual os jogadores devem fazer combinações de doces e guloseimas, completando os objetivos propostos. Ele possui um sistema de vidas, ou seja, você pode, no modo gratuito, fazer 5 partidas consecutivas. Após acabar, ou você deve esperar elas regenerarem, ou pedir a seus amigos do Facebook para enviar vidas. Ou, ainda, utilizá-lo no modo pago. Mario Kart Tour O Mario Kart é um jogo casual clássico, com mais de 20 anos de existência e que chegou para os dispositivos mobile. Assim, com partidas rápidas, você pode realizar corridas com amigos e com pessoas de todo mundo. Portanto, como ele é rápido e não demanda partidas constantes, você pode aproveitar os momentos em que não pode oferecer foco e atenção. Por exemplo, está no transporte público? Pode aproveitar e jogar algumas partidas para se distrair. Muito bom, não é? Os jogos casuais são top para entreter o seu dia a dia. Com isso, seus momentos livres, mesmo que curtos, podem ser incríveis para matar as vontades que todo gamer tem: de estarem sempre em uma partida. Por isso, deixe esses games instalados em seus celulares e aproveite as brechas para curtir esses momentos. Para ter os melhores games, com todas as funções liberadas, conte com facilidade no pagamento do serviço. Conte então com o Gowd! Nossa plataforma Gowd foi pensada especialmente para você, acesse nosso site e confira todos os nossos outros canais, sempre temos lançamentos e promoções!

31/03/2025

Mulheres de sucesso nos games cativam pelo carisma e talento

Mulheres de sucesso nos games cativam pelo carisma e talento O universo dos games e e-Sports é frequentemente associado ao público masculino. No entanto, muitas mulheres de sucesso ajudam a mudar essa imagem e a mostrar que elas também podem ser grandes gamers. O público feminino é expressivo no consumo dos jogos eletrônicos e está ganhando seu espaço entre profissionais. Apesar do lugar entre jogadores já ser feminino também por direito, esse público ainda enfrenta desafios e preconceitos. As mulheres, na maioria das vezes, são desencorajadas a jogar. Nesse contexto, é comum que passem por situações constrangedoras, ofensivas e até de abusos. No entanto, algumas iniciativas tentam mudar o cenário. Conheça, neste post, quem são as mulheres que inspiram no mundo dos games e garantem o seu espaço mesmo com todos os impasses. Boa leitura! Babi da LOUD Bárbara Passos, mais conhecida como Babi, é streamer e criadora de conteúdo da LOUD. A influenciadora acumula milhões de seguidores em plataformas como: Youtube, Instagram e Twich TV. Nesta, chegou a quase meio milhão de seguidores com apenas 20 dias de ativação da sua conta. Babi é referência em Free Fire e em GTA RP. A jovem começou a jogar Free Fire em 2017, quando o jogo ainda estava na fase beta. Antes de entrar para o time da LOUD e realizar o seu sonho de se tornar uma jogadora profissional, fazia faculdade de Direito, curso que foi interrompido. Por suas habilidades que se destacam, a jogadora foi campeã de Free Fire no evento mundial Streamers Showdown em 2019, ao lado da colega Camila Voltan, da mesma organização. Ainda levou o segundo lugar no prêmio e-Sports 2020 na categoria de melhor streamer. O preconceito por ser mulher Apesar da carreira de sucesso, sua história também teve momentos difíceis por conta do machismo do setor. Em razão do preconceito que sofreu nas guildas mistas no início da carreira, Babi precisou conquistar seu espaço primeiramente em torneios exclusivamente femininos. A jogadora foi a primeira mulher a entrar para o time da LOUD e desde o início chamou a atenção do público por seu talento e dedicação. Hoje em dia, tem a oportunidade de jogar com outras mulheres também na mansão. Nicolle Merhy da Black Dragons Um dos nomes brasileiros mais promissores dos games é Nicolle Merhy, a Cherrygumms. A organização da qual ela é CEO, a Black Dragons, é um exemplo de combate à cultura machista nesse meio. Nicolle ingressou no universo dos games bem cedo, aos sete anos, por influência do pai. Da infância, inclusive, vem o seu nick famoso, pois ela gostava muito de chicletes sabor cereja. Cherrygumms é ex-atleta de Rainbow Six: Siege e também foi destaque em outros títulos em sua carreira, como Quake 3 Arena, em que figurou entre os melhores jogadores do Brasil. Ao entrar para a Black Dragons em 2014, Nicolle se destacou por, além de ótima jogadora, ser também uma grande líder. Suas contribuições foram significativas para o crescimento expressivo da marca e para que o time de R6 entrasse para os melhores do mundo. Ao se tornar CEO da organização, outros esportes entraram para a lista, com equipes de Crossfire, Rocket League, Paladin, Free Fire, entre outros. Em 2018, foi eleita a maior organização brasileira no prêmio e-Sports Brasil da SportTV. Nicolle, por sua vez, está entre as mulheres de sucesso que se tornaram mais conhecidas e bem-sucedidas do mundo dos games. Sua história é um exemplo e inspiração para outras que também sonham ingressar no meio. Luta por respeito às mulheres Ao liderar a organização de e-Sports mais antiga do Brasil, Nicolle demonstrou especial preocupação com o espaço feminino e o respeito às jogadoras. A Black Dragons conta com equipes só de mulheres, além de ter uma clara mensagem de inclusão. A BD, inclusive, já desligou atletas por comportamentos machistas. Além disso, Cherrygumms é precursora do movimento My Game, My Name, que tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o assédio sofrido por mulheres gamers. Dessa forma, explicita que muitas delas já usaram nicks masculinos para evitarem ofensas nos jogos e aborda situações constrangedoras que ainda acontecem com frequência. Nyvi Estephan Nyvi Estephan é uma gamer que também trabalha como repórter, atriz, apresentadora e influenciadora digital. A jovem exibe um currículo amplo: é formada em Design de Moda, Jornalismo de Games e Interpretação para a TV. Efetivamente, começou a trabalhar com os e-Sports em 2013, ainda conciliando com outras atividades. Nesse mesmo ano, Nyvi lançou o seu canal no YouTube que é um sucesso. Em 2017 foi convidada para apresentar o prêmio e-Sports Brasil e se tornou embaixadora do evento. Já foi eleita a maior apresentadora de games da América Latina e a terceira maior do mundo. Com isso, a brasileira também vem ganhando espaço na TV. Ela é uma das apostas da Rede Globo para o entretenimento e já trabalhou como repórter para o Big Brother Brasil. Também tem um quadro no programa Esporte Espetacular, o Start, em que conta mais sobre o universo gamer, como torneios, projetos e histórias de personagens. Na cena gamer, Estephan iniciou sua carreira nos esportes eletrônicos como host em grandes torneios como: League of Legends (LoL), Crossfire, DotA 2, PUGB, Counter Strike, entre outros. Além disso, faz stream com frequência de Rainbow Six: Siege e outros jogos. As lives acontecem principalmente no período noturno. O desafio do acesso aos jogos Sobre a experiência de ser mulher gamer, Nyvi contou ao jornal Hoje em Dia que acredita ser explicável a predominância masculina no meio, pois as mulheres não foram encorajadas a jogarem nos consoles. No entanto, serem maioria nos jogos via mobile indica que o problema era falta de acesso. Dessa forma, a gamer considera que o incômodo com a presença feminina se resolverá na medida em que mais mulheres assumirem esse espaço. Para isso, afirma ser importante punir agressores em campeonatos e ampliar os torneios femininos para que elas ganhem seu espaço sem sofrerem constrangimentos por seu gênero. Showliana da Dignitas Destaque em Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), Juliana Maransaldi, a Showliana, é mais um exemplo para a lista das mulheres de sucesso nos games. A veterana já se aposentou quando a paiN — organização da qual fazia parte — dispensou a equipe feminina e seguiu apenas como influenciadora da marca. Apesar disso, em 2020 ela decidiu voltar à ativa quando surgiu o convite da Dignitas Female, marca internacional que apoia atletas de alto desempenho nos jogos profissionais. Dessa forma, foi a primeira brasileira a ingressar em uma equipe estrangeira. A line-up que Showliana integra também participará de torneios de Valorant. Para a conquista, Juliana realizou testes e se dedicou aos estudos de inglês com objetivo de se comunicar com as parceiras. Além dos torneios femininos, a gamer também se prepara para competições mistas com sua equipe. Sua meta é se tornar top 1 em Counter Strike e dominar o cenário. Machismo na CS Summit 8 Um dos momentos amargos da carreira de Showliana que ganhou conhecimento do público foi o comentário machista de um narrador da CS Summit 8. Sua fala se referiu ao namorado Epitácio “TACO” e sua relação com a veterana. Ambos manifestaram seu incômodo em suas redes sociais e receberam apoio de colegas. Após o acontecimento, a divisão brasileira responsável pela transmissão em português do evento soltou uma nota de esclarecimento demonstrando a insatisfação com o comportamento. Como resultado, o narrador foi afastado da equipe. Ana Xisdê De jogadora assídua à comentarista de League of Legends, Ana Paula Cardoso, conhecida por Ana Xisdê, rompeu barreiras internacionais e é exemplo de visibilidade feminina nos games. Ela foi a primeira brasileira a participar de uma transmissão internacional de Overwatch. Para chegar a essa conquista, Ana se dedicou aos estudos do jogo e precisou fazer uma escolha difícil entre suas paixões: LoL e Overwatch. Ela encontrou a oportunidade que esperava quando a Blizzard, criadora do jogo, anunciou um campeonato feminino. Ali, soube que poderia ingressar em um meio dominado por homens. Além disso, Ana Xisdê também fez parte da Liga Brasileira de Free Fire durante um ano. No entanto, deixou o grupo para se dedicar aos projetos pessoais. Atualmente, a profissional representa mulheres no mundo com seu trabalho como comentarista. História de superação do machismo Ana, assim como a maior parte das mulheres que se envolve no cenário dos games, também já foi vítima de diferentes situações de machismo. Assim, afirma que precisou ganhar o seu espaço para poder falar sobre o assunto. A comentarista garante que sua carreira é fruto da conquista por seus estudos e dedicação. Em suas experiências, já lidou com pessoas que se incomodam com a presença feminina de forma geral no universo dos games e que a ofenderam diretamente por seu gênero. Porém, também recebeu pedidos de desculpas quando sua carreira se consolidou. Kalera A carioca Camila Vieira é conhecida por Kalera e é destaque em Rainbow Six no Brasil. Além de streamer e influenciadora, Kalera também é cantora. Sua paixão por jogos eletrônicos começou aos 4 anos, quando ganhou um Mega Drive dos pais. Sua vida de streamer se iniciou em 2015, com LoL, mas sempre gostou de experimentar outros títulos. Aposta na diversidade e tem personalidade alegre. Com isso, além dos jogos, seu canal também conta com alguns covers de trilhas sonoras famosas escolhidas pelo público. A carreira de Kalera se impulsionou com suas habilidades em R6 e seus vídeos incentivaram muitos seguidores a adquirirem o jogo. Seu talento chamou a atenção também da Ubisoft Brasil, o que lhe rendeu algumas participações em lives da desenvolvedora do game. Também marcou presença em torneios importantes. O destaque de mais uma entre as mulheres de sucesso que mencionamos foi ter recebido a maior honra do R6: um charm seu no jogo. Nenhum brasileiro chegou a esse feito antes de Kalera. Conscientização nas redes sociais Sua presença online não se restringe aos jogos e à música. Isso porque, Kalera também fala de temas sociais importantes, com dicas e reflexões. O machismo no universo gamer é assunto que a jogadora sempre discute. Sua ideia é ajudar as pessoas, então, aposta na comunicação amigável. Infelizmente, Kalera também já esteve envolvida em situações de assédio enquanto jogava Valorant e precisou cancelar uma live por conta do impacto das palavras ditas por outro jogador. A Riot Games se pronunciou sobre o caso e reafirmou a importância de combater esse problema para que a experiência dos jogos se torne mais justa a todos os participantes. Portanto, as mulheres de sucesso nos games ajudam a quebrar paradigmas do meio e a enfrentar o machismo que persiste. As iniciativas apresentam bons resultados e o efeito é o crescimento da presença feminina nos jogos eletrônicos profissionais. Trata-se de um público expressivo que está assumindo um espaço seu de direito. Um dos caminhos para a profissionalização no mundo dos games é a monetização dos jogos. Para isso, você pode contar com o Gowd, uma empresa da América Latina com tecnologia própria para monetizar games e empresas digitais. Entre em contato com o Gowd através do nosso canal de atendimento. 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31/03/2025

Filmes de jogos: a invasão dos games no mundo do cinema

Filmes de jogos: a invasão dos games no mundo do cinema Os filmes de jogos se tornaram populares e têm cada vez mais espaço na mídia. Nesse contexto, muitos foram aclamados pelos gamers, enquanto outros são rejeitados por fugirem da história original ou por serem considerados caricatos. Ainda assim, com tecnologias bem desenvolvidas e produções que buscam alinhamento com o público, a tendência é que tenhamos um crescimento de filmes inspirados em jogos. É uma ótima oportunidade para o mercado, já que esse público é bastante amplo e fiel. Quer conhecer os filmes de jogos que já foram lançados e as oportunidades que eles representam? Então, continue a leitura e confira. Resident Evil A franquia de jogos Resident Evil já inspirou muitos filmes. A sequência mais famosa foi roteirizada por Paul W. S. Anderson e contou com a personagem Alice (Milla Jovovich) como protagonista. Apesar de não agradar tanto os fãs, movimentou milhões em bilheteria. No entanto, outro filme foi lançado em setembro deste ano, com o nome de “ Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City ”. A trama é inspirada nos três primeiros jogos e não agradou muito os fãs da franquia novamente. Mas não para por aí, a gigante Netflix lançou uma série do game, porém, o mesmo já foi cancelado pelo baixo índice de público e muita crítica negativa. Nas telas Resident Evil tem passado por muitas dificuldades, mas nos jogos tem colhido bons frutos, seu último título Village, foi indicado ao The Game Of the Year. Vamos torcer para que a franquia encontre seu espaço no mundo cinematográfico. Tomb Raider O jogo Tomb Raider é um clássico da década de 1990. Aproveitando essa oportunidade, em 2001, o diretor Simon West lançou um filme com Angelina Jolie no papel de Lara Croft. Seguramente, está entre os filmes de jogos com maior bilheteria. Com a evolução das plataformas, os games da franquia tornaram a protagonista mais humana e o cinema seguiu essa tendência. Em 2018 tivemos “ Tomb Raider: A Origem” , com Alicia Vikander como Lara Croft. Uma continuação foi anunciada, mas sem data prevista. Assassin’s Creed O game Assassin’s Creed é um grande sucesso de público e crítica. Apesar disso, o filme de 2016 não teve uma recepção tão boa. O melhor desempenho foi em países como China, Rússia e França. Vale destacar que o jogo é recordista de arrecadação da Ubisoft. The Witcher O game The Witcher foi inspirado nos livros de Andrzej Sapkowski. Nesse contexto, a série feita pela Netflix em 2019 mescla elementos de ambas as referências, aproveitando a popularidade do jogo. A adaptação foi um grande sucesso na plataforma e alcançou em apenas um mês quase metade dos usuários do streaming. Mortal Kombat O Mortal Kombat é outro clássico desta lista. Com uma extensa gama de jogos e sucesso registrado ao longo dos anos, o título já inspirou muitos filmes. O mais recente, de 2021, contou com efeitos especiais impactantes e personagens já aclamados pelos fãs. Como vimos, a produção de filmes de jogos está em crescimento e é uma ótima oportunidade para você que nunca ouviu falar de algum desses títulos ou para quem é fã ver o seu game favorito nas telonas. Acesse nosso blog para mais conteúdos e descubra mais notícias e novidades. Como falar com o Gowd? Entre em contato com o Gowd através do nosso canal de atendimento. E-mail: [email protected] | WhatsApp: (44) 98867-7251

31/03/2025

Como enviar diamantes no Free Fire? Aprenda a presentear com o Gowd!

Como enviar diamantes no Free Fire? Aprenda a presentear! O diamante é a principal moeda do Free Fire — só com ele você pode comprar skins e itens valiosos dentro do jogo. No entanto, o jogador precisa pagar para obtê-lo. O problema é que, muitas vezes, a pessoa que está jogando com você não tem mais dinheiro para investir. Então, vem a dúvida: é possível enviar diamantes no Free Fire para um amigo? Sim! Não só é possível enviar esses diamantes, como também fazer essa transação de maneira rápida e segura. Além disso, há diversas formas de pagamento oferecidas para conseguir seus diamantes. Quer comprar diamantes no Free Fire e enviar para um amigo, mas não sabe como fazer? Continue a leitura e confira todo o passo a passo! Como enviar diamantes no Free Fire para um amigo? O CodaShop é o site com os melhores preços para diamantes no Free Fire. Ao entrar no site, clique em Free Fire e, depois disso, insira o ID do jogador que você deseja presentear. Como encontrar o ID de um amigo? Se você não tiver como pedir o ID diretamente, é só abrir o Free Fire e abrir o perfil do jogador. O ID fica logo abaixo do banner. Como fazer o pagamento de diamantes no Free Fire? Você pode pagar seus diamantes no Free Fire de diversas formas — e sem ter prejuízo durante o jogo. Olha só: Boleto Express Não tem cartão de crédito e acha que o boleto demora demais para compensar? Não se preocupe! Com o Boleto Express , seu pagamento será confirmado em até 30 minutos! Transferência Express Você pode usar o aplicativo do banco para fazer uma Transferência Express. Neste caso, a confirmação de pagamento ocorre em até 15 minutos! Depósito Express Se você só trabalha com moeda física, pode fazer um Depósito Express. Da mesma forma que a transferência, em 15 minutos seu pagamento será reconhecido. Cartão de crédito Já para quem prefere cartão de crédito, Gowd trabalha com as bandeiras mais famosas internacionalmente, como Visa, Mastercard e Hypercard. Além disso, tem garantia contra chargeback (estorno). Carteiras digitais É possível usar PayPal, Mercado Pago, PicPay, e outras para comprar diamantes no Free Fire. Pix O Pix é um método de pagamento instantâneo e ideal para quem tem pressa em receber diamantes no Free Fire. Em questão de segundos, o dinheiro cai na conta do receptor. Comprei diamantes no Free Fire e eles não chegaram. O que fazer? Apesar de o pagamento ser confirmado com muita rapidez, os diamantes comprados no Recarga Jogo demoram um certo tempinho para cair na conta do jogador. Veja só: depósito ou transferência bancária: 2 dias úteis; cartão de débito: de 15 minutos a 1 dia útil; créditos online: de 15 minutos a 1 dia útil; cartão de crédito: 1 dia útil; carteiras digitais: 1 dia útil; boleto: até 3 dias úteis; lotérica: 1 hora. Não se esqueça de que sábados, domingos e feriados não entram nessa conta. Se notar algum atraso além do necessário, entre em contato com o suporte do Free Fire . Agora que você já sabe como presentear seu amigo com Diamantes no Free Fire, que tal fazer isso de forma rápida e segura? Clique aqui e conheça nossas formas de pagamento disponíveis no site codashop.com! Como falar com o Gowd? Entre em contato com o Gowd através do nosso canal de atendimento. E-mail: [email protected] | WhatsApp: (44) 98867-7251

31/03/2025