Oferecer petiscos ao seu cão é uma das formas mais puras e diretas de demonstrar carinho. É difícil resistir ao olhar pidão, ao rabinho abanando, à alegria que eles expressam só de ouvir o barulho do pacote. Mas por mais prazeroso que seja esse momento, ele também exige atenção, responsabilidade e equilíbrio. Afinal, petisco não é vilão, desde que usado com bom senso.
Neste artigo, vamos te ajudar a entender:
• Por que os petiscos fazem parte da rotina dos cães;
• Como escolher petiscos de qualidade;
• Quais os riscos do excesso;
• E, claro, qual a quantidade ideal de petiscos por dia.
Tudo isso com base em orientações de especialistas e na filosofia da Petiscão, marca que há 25 anos transforma sabor em afeto, com petiscos seguros, saborosos e pensados para o bem-estar dos cães brasileiros.
Antes de mais nada, é importante entender que o petisco não serve apenas para agradar. Ele pode ser uma ferramenta valiosa em vários momentos da vida do pet:
• Durante o adestramento: serve como reforço positivo para ensinar comandos ou corrigir comportamentos;
• Na socialização: ajuda o cão a se sentir mais confiante em ambientes e situações novas;
• Na administração de medicamentos: petiscos com alta palatabilidade podem camuflar comprimidos ou gotas;
• Como enriquecimento ambiental: manter o cão entretido com petiscos interativos reduz o tédio e a ansiedade;
• Na expressão de afeto: porque carinho também tem gosto.
O segredo está em saber como usar e quanto usar.
“Quanto de petisco posso dar por dia?” a pergunta mais comum (e mais importante).
Não existe uma resposta única, mas sim uma fórmula baseada em três pilares:
1 - Porte e peso do cão
Cães pequenos naturalmente têm necessidades calóricas menores. Um cão de 4 kg, por exemplo, pode precisar de 200 a 300 calorias por dia, enquanto um cão de 30 kg pode passar de 1200 calorias diárias.
2 - Tipo de alimentação base
Se o seu cão come ração, alimento natural, ou uma combinação dos dois, o valor calórico e nutricional da base precisa ser considerada antes de adicionar petiscos à rotina.
3 - Nível de atividade física e gasto calórico diário
Cães ativos ou atletas podem consumir mais calorias sem prejuízo. Já cães mais sedentários, idosos ou com sobrepeso precisam de controle mais rígido.
Segundo a veterinária e especialista em nutrição animal, Mariana Brando, os petiscos não devem ultrapassar 10% da ingestão calórica total do cão.
Vamos a um exemplo prático:
Um cão de 10 kg precisa, em média, de 600 calorias por dia.
Isso significa que o total de petiscos não deve ultrapassar 60 calorias por dia.
E sim, isso inclui bifinhos, biscoitos, snacks recheados, mastigáveis e até aquele pedacinho de fruta que você oferece de vez em quando.
Petiscão: carinho em forma de petisco
Na Petiscão, a gente entende que o vínculo entre tutor e pet é único, e que o petisco faz parte dessa história.
É por isso que oferecemos uma variedade de produtos que combinam sabor, textura e responsabilidade.
Conheça algumas opções:
Bifinhos Petiscão:
Os clássicos!
Macios, saborosos e disponíveis em vários sabores (carne, frango, frutas, bacon).
• Alta palatabilidade
• Embalagens econômicas
• Textura ideal para todas as idades
Linha Petiscão Naturais:
Mastigáveis feitos com ingredientes de origem animal, como casco bovino, fêmur, costelinha defumada e outros ossos…
• Fonte de colágeno
• Estímulo natural à mastigação
Cãolágeno Petiscão:
Palito funcional com colágeno, ideal para cuidados com pele, pelagem e articulações.
• Combina sabor e saúde
• Versões 100g e 200g
• Ideal para cães de todas as raças
Todos os produtos da marca são desenvolvidos com foco na qualidade nutricional, na digestibilidade e no bem-estar do pet. Afinal, se é pra agradar, que seja com consciência.
Dicas práticas para oferecer petiscos de forma equilibrada:
Use petiscos como recompensa em momentos específicos. Evite oferecer o tempo todo, sem contexto.
Corte em pedaços menores. Um bifinho pode render várias “mini recompensas” e durar mais tempo.
Inclua mastigáveis naturais na rotina. Eles são ótimos para a saúde bucal e ajudam no enriquecimento ambiental.
Observe o comportamento do pet. Mudanças no apetite, nas fezes ou no peso devem ser acompanhadas por um veterinário.
Evite petiscos humanos. Nada de restos de comida, pães, doces ou queijos. Muitos alimentos humanos são perigosos para cães.
Mas o que acontece se eu exagerar?
O excesso de petiscos pode parecer inofensivo à primeira vista. Mas, ao longo do tempo, pode desencadear uma série de problemas:
• Sobrepeso e obesidade: o principal risco. Petiscos em excesso somam calorias extras que, com o tempo, comprometem o escore corporal do cão.
• Problemas gastrointestinais: incluindo vômito, diarreia ou gases em casos de sensibilidade alimentar.
• Desinteresse pela ração: se o pet se acostuma com petiscos o tempo todo, pode recusar a refeição principal.
• Doenças metabólicas: como diabetes ou pancreatite, principalmente quando há consumo excessivo de produtos com alto teor de gordura ou açúcar.
Por isso, controle é sinônimo de carinho.
O ideal é verificar a informação nutricional no rótulo e fazer as contas com base no peso do seu cão.


Bom