O que aconteceu
Venho registrar uma reclamação de extrema gravidade contra a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (Campus Cabula) devido à total negligência, assédio institucional e falta de assistência pós-venda. Como aluna, presenciei um [Editado pelo Reclame Aqui] de racismo contra um estudante dentro da instituição e cumpri meu dever ético de defendê-lo, tornando-me testemunha oficial no procedimento que corre na DECRIN. Em retaliação a essa atitude, passei a sofrer perseguição sistemática, humilhações públicas e exclusão por parte das alunas da minha turma. Ao relatar isso à Diretoria, ouvi que "dariam um jeito", mas nada foi feito. Pelo contrário, representantes da faculdade me abordaram no âmbito pessoal para me coagir a mudar de curso, tratando-me como o "problema" por não me calar diante do racismo. Acionei a Ouvidoria Geral como última tentativa de socorro, mas o setor omitiu-se deliberadamente e ignorou minha demanda não dando nenhum parecer.
Esse terror psicológico contínuo e o desamparo da faculdade destruíram minha saúde mental, culminando em um quadro de vulnerabilidade extrema onde atentei contra a minha própria vida.
Para preservar minha integridade e sobreviver, fui forçada a trancar a faculdade. No entanto, ao procurar a Assistência Social e a coordenadora do curso de Enfermagem para formalizar o trancamento motivado por essa situação de força maior, fui tratada de forma extremamente rude e insensível. A profissional ignorou todo o meu histórico de perseguição e a tentativa de autoextermínio, informando friamente que perdi minha bolsa de estudos de forma automática com base no contrato. A aplicação dessa punição financeira a uma estudante que precisou se afastar para salvar a própria vida, por culpa da inércia da própria instituição perante [Editado pelo Reclame Aqui]s no campus, configura prática abusiva e enriquecimento ilícito segundo o Código de Defesa do Consumidor. Ressalto publicamente que este caso já está formalizado e sob apuração do Ministério Público Federal (MPF), do Ministério da Educação (MEC), da Secretaria de Direitos Humanos, além do inquérito criminal em andamento na DECRIN, onde sou a testemunha oficial da aluna que sofreu o racismo. Exijo que a Direção Geral intervenha imediatamente para reverter a perda da minha bolsa, garantir meu direito de retorno em em 2027.1 para assegurar um ambiente seguro e prestar esclarecimentos sobre a conduta omissiva da Ouvidoria e o tratamento desumano da Assistência Social e coordenação.