O que aconteceu
Minha enteada cursava o sétimo período da escola Verde que Te Quero Verde quando, em outubro de 25 nos foi solicitado o pagamento da rematrícula (primeira irregularidade porque a rematrícula não estava contabilizada no valor anual do curso). Como queríamos garantir a vaga para o oitavo período, efetuamos o pagamento na data acordada.
Ocorre que minha enteada resolveu voltar a morar com a mãe em Salvador e, no dia 21 de janeiro de 26, antes do início das aulas, comunicamos o cancelamento da matrícula e solicitamos o reembolso do valor pago em outubro.
Apenas no dia 28 mandaram um whatsapp ao meu marido dizendo "o financeiro me informou que sobre a devolução, não será possível". Com essa resposta, no próprio dia 28 de janeiro, tendo em vista que a retenção do valor com comunicado de cancelamento antes do início das aulas configura vantagem excessiva ao fornecedor, que não prestou o serviço a ser remunerado, enviei uma notificação extrajudicial por email. No dia 29, reiterei a notificação, não tendo recebido retorno até o presente momento.
Um absurdo que uma escola que se diz construtivista atue de forma tão abusiva quando se refere à devolução de valores de serviços não prestados.