Colchão Epeda Monalisa Queen com deformação precoce após 3 anos de uso

Em réplica
Rio de Janeiro - RJ
07/12/2025 às 09:48
ID: 233974093
Comprei um colchão Epeda Monalisa Queen em 31/05/2022, pelo valor de R$ 4.000,00, confiando na reputação da marca e na promessa de qualidade e durabilidade. No entanto, após apenas três anos de uso, o produto apresenta grave deformação, com um calombo na região central e abaloamento nas laterais, tornando o colchão desconfortável e claramente impróprio para uso.
Importante destacar que durmo sozinha e meu peso é de 75 kg, ou seja, dentro dos parâmetros normais de uso recomendado para o produto. Isso reforça que a deformação não decorre de mau uso, mas sim de um vício oculto, já que o defeito surge após o uso regular e dentro da expectativa razoável de durabilidade de um colchão deste valor e categoria.
Ainda que a garantia contratual seja de apenas 1 ano, é evidente que um colchão de R$ 4.000,00 deve possuir vida útil muito superior, não sendo aceitável que esteja praticamente inutilizado em três anos. Como estabelece o Código de Defesa do Consumidor, produtos duráveis devem atender a critérios mínimos de qualidade e resistência, e vícios ocultos geram responsabilidade do fornecedor mesmo após o término da garantia.
Ao entrar em contato com a empresa para relatar o problema, fui informada de que nada poderia ser feito porque a garantia havia expirado. Essa resposta demonstra desrespeito ao consumidor, ignorando a falha evidente na qualidade do produto.
Estou extremamente decepcionada. O que deveria ter sido um investimento de longo prazo se transformou em prejuízo, pois o colchão está pronto para descarte após pouco tempo de uso. Recomendo que outros consumidores tenham cautela, pois o Epeda Monalisa Queen não apresenta a durabilidade mínima esperada de um colchão de alto custo.
Diante disso, solicito que a empresa reavalie o caso como vício oculto e apresente uma solução adequada seja substituição, reparo ou outra compensação prevista pela legislação consumerista.
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Resposta da empresa
10/12/2025 às 11:56
Olá, Sra. Adriana. Bom dia!
Lamentamos muito pela experiência negativa com nosso produto e agradecemos o seu feedback. Certamente essa não é a experiência que desejamos aos nossos clientes.
Em apreciação ao defeito reclamado, deve-se levar em conta o prazo de garantia, o qual compreende 1 ano, conforme consta no Certificado de Garantia e Manual de Uso que acompanham o produto, impossibilitando assim, a realização da assistência técnica.
EPEDA
• Até Jan/ ******* – 10 anos para o molejo, 1 ano para o estofamento e 3 meses para o tecido
• Após Jan/ ******* – Bonnell: 3 anos para o molejo, 1 ano para o estofamento e 3 meses para o tecido
• Após Jan/ ******* – Pocket: 5 anos para o molejo, 1 ano para o estofamento e 3 meses para o tecido
• Após Ago/ ******* – Pocket: 3 anos para o molejo, 1 ano para o estofamento e 3 meses para o tecido
• A partir de Mar/ ******* – 1 ano total
Qualquer dúvida ou informação adicional, por favor entre em contato através do número ******* ******* *******, opção 3, de segunda a sexta-feira, das 9:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00.
Equipe Flex do Brasil.
Réplica do consumidor
10/12/2025 às 16:41
Ainda que a garantia contratual seja de apenas 1 ano, é evidente que um colchão de R$ 4.*******,00
deve possuir vida útil muito superior, não sendo aceitável que esteja praticamente inutilizado
em três anos. Como estabelece o Código de Defesa do Consumidor, produtos duráveis devem
atender a critérios mínimos de qualidade e resistência, e vícios ocultos geram responsabilidade
do fornecedor mesmo após o término da garantia.
Ao entrar em contato com a empresa para relatar o problema, fui informada de que nada
poderia ser feito porque a garantia havia expirado. Essa resposta demonstra desrespeito ao consumidor, ignorando a falha evidente na qualidade do produto.
Estou extremamente decepcionada. O que deveria ter sido um investimento de longo prazo
se transformou em prejuízo, pois o colchão está pronto para descarte após pouco tempo de
uso. Recomendo que outros consumidores tenham cautela, pois o Epeda Monalisa Queen não
apresenta a durabilidade mínima esperada de um colchão de alto custo.
Diante disso, solicito que a empresa reavalie o caso como vício oculto e apresente uma
solução adequada seja substituição, reparo ou outra compensação prevista pela legislação
consumerista.
Réplica do consumidor
10/01/2026 às 10:16
NÃO COMPREM NENHUM PRODUTO DESSA EMPRESA, APÓS DIVERSAS RECLAMAÇÕES A EMPRESA FOI INCAPAZ DE FAZER UMA ANÁLISE PARA VERIFICAR O PORQUE UM COLCHÃO DE R$ 4.000,00 TEVE UMA VIDA ÚTIL TÃO PEQUENA. APESAR DA GARANTIA DE UM ANO, NÃO É NORMAL QUE UM COLCHÃO DESSE VALOR SE DETERIORE EM TÃO POUCO TEMPO. TOTAL FALTA DE ATENÇÃO E COMPROMETIMENTO COM O CLIENTE. CONCLUSÃO: PRECISEI, COMPRAR OBVIAMENTE, OUTRO COLCHÃO DE OUTRA MARCA PARA NÃO TER PROBLEMA DE SAÚDE E ESSE PRECISOU SER DESTRUÍDO PORQUE NÃO ESTAVA SERVINDO NEM PARA DOAÇÃO TAMANHA A SUA DEFORMIDADE. PÉSSIMO COLCHÃO, PÉSSIMA EMPRESA, PÉSSIMO ATENDIMENTO. CORRAM