Óculos com grau errado, armação enferrujando e diversos defeitos em apenas 3 meses

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Mauá - SP
29/07/2026 às 12:23
ID: 255126145
Minha mãe comprou um óculos na Ótica Gassi de Mauá/SP há apenas 3 meses e, desde então, só tivemos problemas.
Logo na entrega, ela percebeu que o grau estava errado. Informamos isso imediatamente à loja, pois ela depende do óculos para trabalhar. Mesmo assim, insistiram que ela utilizasse o produto por 10 dias, alegando que seria apenas um período de adaptação.
Após os 10 dias, ela retornou à loja informando que continuava sem conseguir enxergar corretamente. Foi então que admitiram que realmente havia ocorrido um erro na montagem do grau, ou seja, ela passou todo esse tempo utilizando um óculos com a receita errada.
Depois de corrigirem o grau, começaram novos problemas.
As borrachinhas de apoio do nariz se soltaram, sendo necessário deixar o óculos novamente na assistência por cerca de 10 dias.
Pouco tempo depois, com aproximadamente 27 dias de uso, a armação começou a enferrujar completamente. Novamente tivemos que deixar o óculos na loja, dessa vez por mais 15 dias. Minha mãe, que precisa do óculos diariamente para trabalhar, ficou novamente sem poder utilizá-lo.
Agora, após poucos dias de uso, o óculos voltou a apresentar defeitos. As peças estão se soltando, conforme demonstram as fotos anexadas. É inadmissível que um produto com apenas 3 meses de compra tenha tantos problemas consecutivos.
O que mais causa indignação é o tempo que minha mãe ficou sem o óculos em diversas ocasiões por falhas que não foram causadas por mau uso, mas sim por defeitos do próprio produto e erro da empresa.
Esperávamos qualidade e um bom atendimento, porém tivemos apenas transtornos, perda de tempo e prejuízo.
Solicito uma solução definitiva, seja a substituição completa da armação por um produto de qualidade equivalente ou superior, ou a devolução do valor pago, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor, já que o produto apresentou vícios sucessivos e o problema não foi resolvido de forma definitiva.
Espero que a empresa resolva essa situação sem que seja necessário recorrer ao Procon ou ao Poder Judiciário