O que aconteceu
Comprei um SUV automático na loja há 45 dias, o que significa que o veículo está plenamente coberto pela garantia legal de 90 dias prevista no Código de Defesa do Consumidor.
Na última sexta-feira, por volta das 09h00 da manhã, o carro sofreu uma pane e não ligou. Ao verificar a situação, constatei que a bateria não apenas havia "morrido", mas estava vazando líquido (ácido corrosivo) no cofre do motor.
Eu tinha um compromisso inadiável na cidade do Guarujá às 11h30. Além da urgência de locomoção (que caracteriza o carro como bem essencial), o vazamento de ácido representava um risco gravíssimo de corrosão para chicotes elétricos, pintura e componentes estruturais se eu esperasse horas por um guincho ou tentasse levar o carro até a oficina da loja naquele estado.
Como medida de emergência para não perder meu compromisso e, principalmente, para proteger a integridade do próprio veículo, fiz a substituição da bateria. Logo em seguida, por volta das 10h00, comuniquei toda a situação ao vendedor Thiago, enviando a nota fiscal da compra da peça nova, e ele informou que repassaria à gerência.
Para minha surpresa e indignação, na segunda-feira fui informado de que a gerência recusou o reembolso sob a alegação de que a troca não foi feita na oficina deles.
A atitude da loja não faz sentido. A gerência prefere que o cliente mantenha uma bateria vazando ácido dentro do motor, correndo o risco de causar um prejuízo de milhares de reais na parte elétrica, apenas para cumprir a burocracia de uma avaliação in loco? Eu agi de boa-fé, solucionei o problema de forma emergencial, evitei danos maiores ao bem e comuniquei a loja em tempo real.
Exijo o reembolso do valor pago na bateria nova, cujo comprovante fiscal já está com o vendedor. É um absurdo negar uma garantia legal diante de uma situação de vazamento e risco iminente de danos. Aguardo uma resolução amigável e rápida por parte da empresa.