O que aconteceu
Propaganda enganosa e promessa [Editado pelo Reclame Aqui] de contemplação de consórcio GR Veículos (Alagoas)/ Consórcio Tradição
Gostaria de registrar meu profundo descontentamento e indignação com a loja GR Veículos, localizada no estado de Alagoas.
No dia 07 de fevereiro de 2026, me desloquei da minha cidade (Jaboatão dos Guararapes/PE) até a concessionária em Alagoas após prévias negociações com a vendedora Adriele, que me garantiu que haveria uma condição de parcelamento facilitado para a aquisição do veículo.
Ao chegar à loja física, fui atendido pela gerente Kássia, que me vendeu uma cota de consórcio com a promessa expressa, garantida e categórica de que eu seria contemplado no prazo máximo de até 4 meses. Questionei e perguntei diversas vezes se a contemplação nesse prazo era realmente garantida, e em todas as ocasiões obtive a confirmação de que sim.
Para viabilizar o negócio, fui induzido ao erro, sendo orientado pela equipe da loja a responder "SIM" a todas as perguntas do questionário de checagem da administradora do consórcio, sob a justificativa de que esse procedimento era padrão e necessário para garantir a minha contemplação o quanto antes.
Hoje, já se passaram 6 meses da assinatura do contrato:
Não fui contemplado;
Não recebi nenhum retorno ou atualização sobre o meu caso;
A loja simplesmente se nega a responder minhas mensagens e não atende às minhas ligações.
Fica evidente que fui vítima de vício de consentimento por propaganda enganosa (art. 37 do Código de Defesa do Consumidor), sendo induzido a assinar um contrato sob [Editado pelo Reclame Aqui] promessas de contemplação rápida que a loja sabia que não poderia garantir.
Diante do descaso e da falta de suporte, solicito o cancelamento imediato do contrato com a devolução integral dos valores pagos, uma vez que o negócio foi fundamentado em uma conduta abusiva e enganosa por parte da concessionária.
Aguardo um posicionamento urgente para a resolução amigável do problema antes de adotar as medidas judiciais cabíveis e denúncia junto aos órgãos de proteção ao consumidor (PROCON e Banco Central).