Não respondida

Escola alega ter sido vítima de [Editado pelo Reclame Aqui] de empresa telefônica com contrato de publicidade não informado e cobranças indevidas.

Guia Brasil Midias Online

cidade: Congonhinhas

O que aconteceu

Venho, por meio deste, comunicar um possível [Editado pelo Reclame Aqui] do qual fomos vítimas na escola em que sou gestor. rientações quanto às providências cabíveis.

Em Setembro , recebemos uma ligação no telefone fixo da escola de uma mulher que se apresentou como representante da empresa telefônica, alegando necessidade de confirmar os dados cadastrais da unidade escolar (rua, bairro, CEP, telefone alternativo, entre outros). A pessoa demonstrava conhecimento do e-mail institucional da escola e conduziu a conversa de forma convincente e rápida, sem abrir espaço para análise ou reflexão mais aprofundada.

Durante a ligação, em nenhum momento foi mencionado que se tratava de contrato de publicidade e propaganda ou de serviço pago. Após coletar os dados, a pessoa informou que havia enviado ao e-mail institucional da escola um documento para conferência. Orientou-me a confirmar as informações, carimbar com o carimbo da escola e assinar como gestora. Solicitou ainda um número de WhatsApp para encaminhar o contato, pedindo que eu enviasse a foto do documento assinado e carimbado. Segui a orientação, encaminhei a foto e, logo em seguida, a pessoa voltou a ligar no fixo confirmando o recebimento do documento.

Na data de 30/10/2025, por volta das 11h, recebi nova ligação, desta vez de uma pessoa identificada como Helena, intensificou as pressões e passou a se identificar como oficial de justiça de uma suposta Câmara Arbitral, proferindo ameaças de bloqueios judiciais e penalidades, sem, contudo, esclarecer a cidade da referida Câmara ou fornecer registro profissional.inicialmente como representante da empresa Guia Brasil. Afirmou que a APM da escola estaria sendo protestada e bloqueada, e que eu, na qualidade de diretora, juntamente com uma antiga presidente da APM (Sra. *****, que esteve à frente da associação há cerca de 10 anos), seríamos responsabilizadas judicialmente. Fui ameaçado ainda com exoneração do meu cargo, caso a suposta dívida não fosse quitada.

Diante do meu espanto, a pessoa relembrou a ligação e o procedimento anteriormente realizado. Ao verificar o documento enviado, constatei que havia a menção a um contrato com valor de 12 parcelas de R$ 398,00. Ressalto que em nenhum momento recebemos boletos ou comunicações oficiais sobre cobrança.

Diante do exposto, reconheço que, por falta de experiência em situações dessa natureza e pela forma como a ligação foi conduzida, acabei assinando e carimbando um documento sem a devida análise prévia, expondo a APM e a escola a uma situação de vulnerabilidade.

Solicito, portanto, a orientação deste setor quanto às medidas administrativas e jurídicas a serem adotadas, a fim de minimizar possíveis danos e resguardar a escola, a APM e a equipe gestora.