Formanda de medicina da UFMG é constrangida em colação de grau festiva por empresa de eventos

Em réplica
Belo Horizonte - MG
24/01/2026 às 12:10
ID: 238696547
Faço essa reclamação com um peso enorme no coração. Minha amiga veio de Cabo Verde fazer medicina aqui na UFMG e na nossa colação de grau festiva, evento da qual ela pagou caro para ter e ainda trouxe os parentes de sua terra natal para prestigiá-la, foi destratada de forma imperdoável no evento. Não chamaram o nome dela, não mostraram suas fotos no telão, não tocaram o hino de seu país no início da cerimônia e, na tentativa de reparar esse erro já ao final da cerimônia, colocaram o hino errado. Foi lamentável, um escárnio completo e eu sinto vergonha de ter tratado uma imigrante dessa forma no nosso país. Tenho certeza que se fosse um país do norte global isso não teria sido feito jamais. Ela e a família foram embora com um sentimento de humilhação, de tempo e dinheiro perdidos. A GWL não demonstrou nenhum apoio e nenhum entendimento sobre o assunto, tentando sempre jogar a culpa para a minha amiga. Péssimo, horríveis, tenho mil outros motivos para reclamar dessa empresa [Editado pelo Reclame Aqui], mas nenhum que carrega tanto peso quanto esse. Se tiverem a opção, não contratem, eles não tem capacidade de lidar com eventos tão emocionantes e importantes quanto os de uma formatura. Espero que sejam [Editado pelo Reclame Aqui] até entrarem em falência.
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Resposta da empresa
04/02/2026 às 15:00
Olá!
Inicialmente, gostaríamos de ressaltar, de forma absoluta, que a GWL não possui e jamais possuirá qualquer postura de exclusão. Nossa trajetória sempre foi marcada pela valorização de todos os nossos clientes, sem distinção de raça ou nacionalidade. O que ocorreu, infelizmente, foi uma sucessão de falhas operacionais pontuais que não refletem nossos valores nem o padrão de entrega que praticamos há décadas.
Lamentamos profundamente o relato e expressamos nossa solidariedade à formanda e sua família. Na GWL Formaturas, acumulamos 30 anos de experiência realizando sonhos e, por esse histórico pautado pelo respeito, recebemos sua mensagem com preocupação.
Reiteramos que a GWL não possui postura de exclusão; como comprovação prática, destacamos que a Turma 158 de Medicina da UFMG também contou com uma formanda de Cabo Verde onde, com a informação prévia da comissão, todas as providências foram adotadas e o evento transcorreu perfeitamente.
No caso da Turma 159, é importante esclarecer que a comissão de formatura optou pela contratação de uma empresa terceirizada de filmagem para a transmissão de fotos e músicas. Além disso, conforme registrado em conversas, a própria comissão reconheceu que houve falha ao não informar previamente à GWL sobre a existência de uma aluna estrangeira na turma, bem como sobre a necessidade de execução do hino de seu país de origem.
Durante a entrada da formanda, ocorreu um equívoco operacional na listagem. A entrada da Andreia estava prevista após a do formando André, cujo nome constava inicialmente sem acento. Ao corrigirmos o acento de "André", o sistema reposicionou os nomes automaticamente, fazendo com que Andreia passasse à frente sem que fosse percebido na organização da fila. Por isso, a empresa de transmissão estava com a imagem do formando anterior preparada, ocasionando a não exibição da foto dela.
Reconhecemos que houve falhas por parte da GWL, especialmente na ausência de uma segunda conferência da listagem final. Da mesma forma, ao sermos acionados no evento sobre o hino, buscamos auxiliar prontamente via aplicativo de streaming, mas infelizmente o conteúdo da plataforma não correspondia ao hino correto. Ressaltamos ainda que a própria faculdade, na colação oficial, também incorreu em erro ao executar o hino de outro país, evidenciando que diversos fatores contribuíram para o cenário gerado.
Em nenhum momento a GWL adotou postura de desrespeito. Pelo contrário, ficamos profundamente tristes com o impacto emocional causado. Sabemos que independente das ações que tomássemos, nada seria suficiente para amenizar essa insatisfação, porém, ainda assim, conseguimos convite extra para a formanda, fizemos uma gravação com a dupla sertaneja João Neto e Frederico especialmente pra ela, convidando para o Baile e planejamos uma homenagem no palco com a entrega de um presente. Infelizmente ela não compareceu.
Diante do contexto, entendemos que a responsabilidade pelas insatisfações é compartilhada entre as diferentes partes envolvidas no processo. Permanecemos à total disposição da formanda e da comissão para qualquer esclarecimento adicional.
Atenciosamente, Equipe GWL Formaturas
Réplica da empresa
04/02/2026 às 15:01
Olá, Rapahel!
Inicialmente, gostaríamos de ressaltar, de forma absoluta, que a GWL não possui e jamais possuirá qualquer postura de exclusão. Nossa trajetória sempre foi marcada pela valorização de todos os nossos clientes, sem distinção de raça ou nacionalidade. O que ocorreu, infelizmente, foi uma sucessão de falhas operacionais pontuais que não refletem nossos valores nem o padrão de entrega que praticamos há décadas.
Lamentamos profundamente o relato e expressamos nossa solidariedade à formanda e sua família. Na GWL Formaturas, acumulamos 30 anos de experiência realizando sonhos e, por esse histórico pautado pelo respeito, recebemos sua mensagem com preocupação.
Reiteramos que a GWL não possui postura de exclusão; como comprovação prática, destacamos que a Turma 158 de Medicina da UFMG também contou com uma formanda de Cabo Verde onde, com a informação prévia da comissão, todas as providências foram adotadas e o evento transcorreu perfeitamente.
No caso da Turma 159, é importante esclarecer que a comissão de formatura optou pela contratação de uma empresa terceirizada de filmagem para a transmissão de fotos e músicas. Além disso, conforme registrado em conversas, a própria comissão reconheceu que houve falha ao não informar previamente à GWL sobre a existência de uma aluna estrangeira na turma, bem como sobre a necessidade de execução do hino de seu país de origem.
Durante a entrada da formanda, ocorreu um equívoco operacional na listagem. A entrada da Andreia estava prevista após a do formando André, cujo nome constava inicialmente sem acento. Ao corrigirmos o acento de "André", o sistema reposicionou os nomes automaticamente, fazendo com que Andreia passasse à frente sem que fosse percebido na organização da fila. Por isso, a empresa de transmissão estava com a imagem do formando anterior preparada, ocasionando a não exibição da foto dela.
Reconhecemos que houve falhas por parte da GWL, especialmente na ausência de uma segunda conferência da listagem final. Da mesma forma, ao sermos acionados no evento sobre o hino, buscamos auxiliar prontamente via aplicativo de streaming, mas infelizmente o conteúdo da plataforma não correspondia ao hino correto. Ressaltamos ainda que a própria faculdade, na colação oficial, também incorreu em erro ao executar o hino de outro país, evidenciando que diversos fatores contribuíram para o cenário gerado.
Em nenhum momento a GWL adotou postura de desrespeito. Pelo contrário, ficamos profundamente tristes com o impacto emocional causado. Sabemos que independente das ações que tomássemos, nada seria suficiente para amenizar essa insatisfação, porém, ainda assim, conseguimos convite extra para a formanda, fizemos uma gravação com a dupla sertaneja João Neto e Frederico especialmente pra ela, convidando para o Baile e planejamos uma homenagem no palco com a entrega de um presente. Infelizmente ela não compareceu.
Diante do contexto, entendemos que a responsabilidade pelas insatisfações é compartilhada entre as diferentes partes envolvidas no processo. Permanecemos à total disposição da formanda e da comissão para qualquer esclarecimento adicional.
Atenciosamente, Equipe GWL Formaturas