O que aconteceu
Venho registrar minha insatisfação com o plano de saúde devido à dificuldade de conseguir atendimento especializado para meu filho, de 7 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível 1 de suporte.
Inicialmente, meu filho passou por uma teleconsulta com uma psiquiatra infantil, que realizou o encaminhamento para acompanhamento com neuropsicóloga e psicóloga. Após a realização dos testes neuropsicológicos e a conclusão dessa etapa da avaliação, precisamos retornar à mesma psiquiatra para dar continuidade ao acompanhamento e apresentar os resultados.
Entretanto, fui informada de que os médicos da rede própria foram retirados e recebi contatos de profissionais da rede credenciada da clínica ELZE CAMARGO, Ao entrar em contato, descobri que os atendimentos disponibilizados são apenas para pacientes a partir de 17 anos, o que impossibilita o atendimento do meu filho, que é uma criança.
Além disso, tentei contato telefônico com a Policlínica Liberdade, por cinco vezes, sem sucesso, pois ninguém atende às ligações.
Entrei em contato com a central, onde eles disseram, que o que poderia fazer, era abrir um chamado, onde já foi concluído o prazo que eles pediram, entrei no app e deu como concluído, sendo que não entraram em contato comigo, e não realizaram a marcação na especialidade desejada.
Considero essa situação inaceitável, pois estou tentando garantir a continuidade do acompanhamento médico do meu filho, mas encontro barreiras justamente em um momento importante do processo de avaliação e cuidado. Não é razoável que o plano disponibilize contatos de profissionais que não atendem à faixa etária da criança e não ofereça uma alternativa efetiva para solucionar o problema.
Diante disso, solicito providências urgentes, com a indicação de um profissional de psiquiatria infantil que atenda pelo plano de saúde, com disponibilidade para consulta e continuidade do acompanhamento. Caso não exista profissional disponível na rede credenciada, solicito que o plano apresente uma solução efetiva, garantindo o acesso ao atendimento necessário, sem transferir à família a responsabilidade pela falta de profissionais adequados na rede.
Aguardo um posicionamento formal e uma solução concreta para essa situação, considerando as necessidades da criança e a importância da continuidade do cuidado especializado.
Caso o problema não seja resolvido, buscarei os órgãos competentes para registrar a reclamação e solicitar as providências cabíveis