O que aconteceu
Fui operado de fratura femoral esquerda com a aplicação de fixador externo que limitou meus movimentos, além da presença de infecção e situação clínica negativa (anemia). Recebi visita antes da contratação desta Empresa do Gerente ou Proprietário que está citado nominalmente em outras reclamações referentes a esta mesma Empresa aqui, por falta de educação e outros problemas.
Esta pessoa teve conhecimento total de minhas limitações e todos as minhas necessidades diárias que teria em casa, após minha alta. Tal conhecimento leva a Empresa avaliar o nível do profissional, a aceitação do contrato ou sua recusa.
Nesta visita, o Gerente me informou que podia atender, ou seja, aceitou as atividades e que já tinha uma profissional em mente após minha alta do Hospital
Deixei claro que não poderíamos fornecer alimentação. A Empresa passou o orçamento mensal e cobrou um valor excedente para cobrir a alimentação do profissional.
Paguei 50% do valor Mensal em 08/12/*******.
O início das atividades se deu em 11/12/******* na minha residência com a presença do Gerente/ Proprietário e a pessoa denominada cuidador. Notei uma certa limitação da pessoa nos primeiros dias em relação a cuidados com higiene, postura, cumprimento de horário e principalmente a falta de conhecimento técnico em executar atividade de refazer curativos diários que já eram simples no momento que estava em casa. Sem noção de assepsia ou técnica para usar materiais para o curativo.
Tive que contratar um Enfermeiro para esta atividade.
Mesmo com estas limitações profissionais da pessoa denominada "cuidador", resolvemos (a família) dar chance de aprendizado e trabalho, tentando orientar para me ajudar nas atividades que envolviam a minha baixa mobilidade.
Em certo momento, vendo que o trabalhador trazia marmita, dei a informação que iria pagar a Empresa para que cobrisse os custos de sua alimentação. Ele me disse que estava descontente com a Empresa e ficou indignado porque não recebia tal ajuda de custo. Eu disse para que resolvesse diretamente com a Empresa.
Em 19/12/*******, fui informado por whatsapp que, por conta do questionamento que fez, o denominado cuidador foi dispensado porque o Gerente/Proprietário não gostou do questionamento.
No dia 20/12/******* só após eu questionar a Empresa, fui informado via whatsapp que a atividade seria paralisada de forma unilateral, sem aviso prévio, e sem preocupação de minhas (paciente) necessidades diárias. As atividades foram paralisadas sem conhecimento do paciente, praticamente.
Pedi o ressarcimento dos dias não utilizados e a resposta foi que a Empresa não tinha pressa em devolver, fui ultrajado e ainda ameaçado no sentido de buscar juridicamente o que precisava.
Sim, se não receber, é intenção utilizar os meios legais, mas pergunto principalmente a este Órgão: Como uma Empresa com este nível de atendimento, que tem como atendimento principal ou pelo menos é o que vende, atender pessoas vulneráveis, idosos, pessoas que precisam de cuidados de outro ser humano, ainda estar em atividade em São Paulo?
Me sinto enganado, ultrajado e pior, agora completamente sem assistência e vulnerável.
Reclamações parecidas
2Interações da reclamação
Home Care Rosa de Saron respondeu
20/12/2023 às 15:02
Prezado Sr. Rubens
uma representante da empresa entrará em contato para melhor solução desse óbice.
att
Home Care Rosa de Saron