Duas visitas ao Hospital. Criança com uma simples infecção de garganta. Médico indiferente.

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Diadema - SP

24/10/2018 às 14:53

ID: 39469227

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Entrei em contato com o Hospital. Por telefone e e-mail. Nunca tive um único retorno. SEGUE E-MAIL ENVIADO AO HOSPITAL RELATANDO O OCORRIDO.
Venho por meio deste e após contato com a central de atendimento do hospital, para relatar o ocorrido dentro da semana passada. Data correta atualizada: PRIMEIRA SEMANA DE OUTUBRO
Minha filha, Maria Valentina, de 5 anos apresentou uma febre na madrugada de Terça para Quarta-feira da semana passada. O fato é que os colegas de sala dela na escola tiveram quadros de febre, dor de barriga, náusea e vômito, entre outros sintomas e em sua grande maioria que procurou socorro, os mesmos foram diagnosticados com uma virose. Acreditamos que o mesmo estava ocorrendo com a nossa filha e então permanecemos com ela em casa em observação na Quarta-feira.
A noite a febre voltou, com muita força. Ela marcou mais de 40C de febre ( tiramos o termômetro na hora que passou essa marca ) e fizemos compressas de água fria nos pulsos e ponta dos pés, e na sequência um banho. Vale reforçar que por todo o momento ela esteve medicada com antitérmico.
Na madrugada de Quarta para Quinta-feira, quando a situação começou a ter um pouco mais de controle, por volta das 2h da madrugada, procuramos os serviços de pronto atendimento da Beneficiência Portuguesa. Ela, nesse momento já sem febre foi atendida pela Dra. Ana Maria Ribeiro Bezerra ( CRM ******* ). A mesma a diagnosticou com uma inflamação de garganta. Procedeu com uma inalação, passou um antibiótico para administrarmos em casa e fomos embora.
Seguimos todas as orientações da médica, inclusive em relação a dosagem do antitérmico que estávamos dando em casa e que ela nos informou que tínhamos passado por aquela situação ( febre acima de 40C ) porque a dosagem que estávamos dando estava muito baixa, mas mesmo assim, as febres altas continuaram vindo.
Não sou médica, e quando procuro um hospital, procuro ouvir e seguir as orientações do profissional que está nos atendendo. Mas quando a Maria tornou a marcar febre acima dos 39C na noite de Quinta-feira, tive a certeza que algo não estava dentro dos padrões. O antibiótico não estava respondendo como deveria.
E a situação se repetiu, ao longo da Sexta-feira. A noite, retornamos ao hospital com ela, para verificarmos o que estava acontecendo.
Fomos atendidos por uma pediatra. Não sei informar o nome dela e já vocês entenderão porque. Ríspida, seca ( comportamento bem estranho para uma pediatra ). A mesma não nos deixou falar. Expor a razão porque estávamos lá. Ela não queria ouvir, queria falar. E nos colocou em uma situação no mínimo desconfortável, como se não tivéssemos tido a devida paciência necessária para a resposta do tratamento. Sim somos pais, seres passionais. Mas espera, por isso não temos sequer o direito de expor a situação para que juntos pudéssemos chegar a uma conclusão?
Resultado: minha filha, com febre altíssima a alguns dias, com o organismo já debilitado e vulnerável, e a médica encaminhou a minha criança para realizar um exame de H1N1 e um raio X de tórax. Como é que é??? Ela estava com uma inflamação de garganta. A dosagem do antibiótico estava errada, ou a marca estava errada, alguma coisa não estava correta. E a médica, insensível, indiferente, nos encaminhou para realizar um exame de uma doença que ela sabia que minha filha não tinha, para esperar sabe Deus quanto tempo para sair um resultado e enquanto isso minha filha ficar dentro do hospital, sujeita desnecessariamente a pegar coisas que ela não tinha, principalmente levando em consideração o seu quadro vulnerável. Assim sendo, olhando o prontuário dela verão que não realizamos exame algum, e fomos embora. Quando chegamos em casa, ela já estava com febre, de novo, mais de 39C. Mais uma noite de sufoco e sofrimento desnecessário.
No dia seguinte, ela já apresentava prostração e a alimentação cada refeição mais difícil. Procuramos então o hospital Sabará. Fomos muito bem atendidos. A médica de plantão, disse o que já sabíamos. Ela estava com uma infecção de garganta bem considerável. A Dra. Muito gentil e competente, fez questão de nos mostrar a situação que estava a garganta dela. Na sequência, nos informou que seria necessário um ajuste na dosagem do antibiótico. A mesma que era muito pequena e de 5,5ml a médica passou para 9,0ml. De 8 dias, a médica pediu para alterar para 10 dias. Quanto ao possível diagnóstico de H1N1, questionamos a médica e a possibilidade de ser isso, e ela nos respondeu com muita convicção e estranheza: O que que é isso??? Nenhuma!!
Resultado final: naquela noite a demos o complemento do antibiótico ( 3,5ml ). A febre já não veio. Tornou a aparecer no período da noite no dia seguinte. Mas dentro da normalidade não ultrapassando os 38,6C e respondeu ao antitérmico prontamente, apesar da prostração e a rejeição aos antitérmicos que foram muitos e muitas vezes ao longo da semana. Hoje, já não apresentou febre e voltou a rotina do colégio.

Para finalizar, primeiramente acho que os Srs. precisavam saber o que aconteceu ai. Como é que a médica do Pronto Socorro infantil procedeu com a nossa filha naquela noite. Não acho que foi dentro do que vocês orientam, mas enfim. Também gostaríamos muito e esperamos que os Srs. tenham a fineza de nos retornar para explicar como foi que isso se deu. Entendam que sofremos com um pré-julgamento de um médico e as consequências que trouxeram e que poderiam ter trazido a atitude dela. Sofremos muito de ver nossa filha nessa situação. Ela sofreu muito. Passou dor. Em episódios de febre alta, teve que passar por compressas de água fria naquelas noites que também estavam muito frias. Muito desconforto. E para pensar: muita dificuldade para resolver um simples problema de garganta que tive que ir duas vezes ai e os profissionais de vocês não resolveram, sendo necessário procurar uma outra instituição para que eles descem uma solução, vocês não acham?


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: MEU MARIDO DISSE QUE O NOME DA PLANTONISTA DA SEXTA-FEIRA ERA BRUNA. MAS NÃO TEMOS CERTEZA.

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Resposta da empresa

24/10/2018 às 19:39

Prezada Sr. Giselle Bitencourt, boa noite!

Conforme contato telefônico, verificaremos o ocorrido e retornaremos o quanto antes.

Continuamos à disposição.

Atenciosamente,
Hospital BP

Réplica do consumidor

07/11/2018 às 13:42

Conforme consta a resposta do Hospital, realmente entraram em contato comigo. Na data, informaram que o setor responsavel havia falhado em relação ao retorno e que ainda estavam apurando os fatos do que ocorreu para que pudessem dar um retorno mais preciso. Infelizmente o mesmo não aconteceu até hoje. Continuo no aguardo. Abrirei nova reclamação e colocarei o caso nas redes sociais.

Réplica da empresa

09/11/2018 às 16:26

Prezada Sra. Giselle, boa tarde.

Conforme contato telefônico, esclarecemos via e-mail o ocorrido e mais uma vez agradecemos o compartilhamento de sua experiência que é de suma importância em nosso processo de melhoria contínua, que é nossa prioridade.

Frente a isso encerraremos a demanda como atendida.

Atenciosamente,
Hospital BP

Réplica do consumidor

09/11/2018 às 18:00

Recebi um retorno por parte do Hospital, ao qual não concordo mas respeito. Infelizmente, se o procedimento foi dado como correto, não indico e não o terei mais como minha primeira opção em uma necessidade. Seja como for, agradeço pelo retorno dado, que apesar de demorado, ocorreu.

Consideração final do consumidor

09/11/2018 às 18:03

Recebi um retorno por parte do Hospital, ao qual não concordo mas respeito. Infelizmente, se o procedimento foi dado como correto, não indico e não o terei mais como minha primeira opção em uma necessidade. Seja como for, agradeço pelo retorno dado, que apesar de demorado, ocorreu. Minha nota foi 2 pois todos atendimentos telefonicos que recebi foram muito educados e cordiais. Mas, o Pronto Socorro, deixou muito a desejar.

O problema foi resolvido?

Reclamação resolvida

Resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

2