O que aconteceu
À Ouvidoria do Hospital Materno Infantil de Apucarana
ASSUNTO: Reclamação sobre demora no atendimento pediátrico e ausência de avaliação prévia de gravidade
Venho formalizar reclamação sobre o atendimento prestado à minha filha, Lavínia, de 4 anos e 2 meses, na madrugada de 30 de agosto de 2026, no Pronto-Socorro do Hospital Materno Infantil de Apucarana.
Chegamos por volta das 4h18, pelo convênio Unimed, após minha filha ser picada por um inseto e apresentar dor intensa. Ela já havia sido atendida no PAI, pelo SUS, por volta das 16h, quando estava bem. Retornamos porque seu quadro havia evoluído durante a noite.
O atendimento médico ocorreu aproximadamente 40 minutos após a chegada. Não percebi a realização de triagem ou classificação de risco antes da consulta, o que me preocupa, pois não ficou claro como foi avaliado que minha filha poderia aguardar esse período com segurança.
Solicito esclarecimentos sobre o protocolo de acolhimento e classificação de risco pediátrico, a existência de triagem antes do atendimento médico, o profissional responsável por essa avaliação, a classificação atribuída à minha filha e o motivo técnico para a espera de aproximadamente 40 minutos.
Também fui informada de que havia apenas uma médica para atender simultaneamente a maternidade e o Pronto-Socorro. Solicito esclarecimentos sobre a escala vigente e sobre a adequação do dimensionamento da equipe diante da demanda e dos riscos envolvidos.
Registro ainda minha insatisfação com a postura da médica quando questionei a demora. Em vez de receber uma explicação objetiva, percebi uma abordagem defensiva e grosseira, inclusive com o questionamento sobre por que eu não havia procurado atendimento antes. Reitero que já havia buscado atendimento no mesmo dia e retornei porque o quadro havia evoluído.
A médica também não realizou exame ou investigação complementar relacionada à picada. Compreendo que essa decisão depende de indicação clínica, mas solicito esclarecimentos sobre os critérios utilizados.
Diante disso, solicito:
1. O registro formal desta reclamação;
2. A apuração do tempo entre a chegada e o atendimento;
3. Esclarecimentos sobre a triagem e a classificação de risco;
4. Informações sobre a escala médica do plantão;
5. A avaliação do dimensionamento da equipe;
6. A justificativa para não realizar exames complementares;
7. A apuração da conduta adotada durante o atendimento;
8. A adoção de medidas para garantir que pacientes pediátricos tenham sua gravidade avaliada antes de aguardar atendimento.
Não busco responsabilizar individualmente a profissional, mas contribuir para a revisão dos fluxos, da organização do serviço e das condições de atendimento.
Solicito resposta formal da Ouvidoria sobre a apuração e as providências adotadas.
Atenciosamente,
Joyce Caroline
Mãe e responsável por Lavínia, 4 anos e 2 meses
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Problema foi resolvido?NãoVoltaria a fazer negócio?NãoNota do atendimento0Nada foi resolvido
Resposta final da empresa
01/10/2026 às 08:38
Prezada Sra. Joyce,
Somos do Hospital Divina da Rede de Saúde da Divina Providência, que fica localizado no estado do Rio Grande do Sul (cidade Porto Alegre), acreditamos que você esteja depositando sua demanda na instituição errada.